Despedida de uma Pessoa Querida
Eu ando em todos os lugares, garota. À procura de alguém.
Aquela pessoa que possa me agradar, Que tenha a capacidade de amar do jeito que eu curto (..)
É chato pedirem respeito à você ,sendo que a pessoa não te respeita.
Para mim ,respeitar ,não é dizer faça e, a pessoa faz,mas sim ,saber escutar quem deseja respeito.
Isso é respeito.Ser escutado.
Pode ate ser escutado e criticado,mas ser escutado.
Isso ,é o que eu quero ,ser escutada.Poder dividir oque penso,dividir minhas palavras,mas se alguem não quer me escutar,O que posso fazer ?
Cada um faz oque quer.
Mas se quer meu respeito,primeiro me escute.
Ás vezes cometemos erros irreversíveis. Irreversíveis não porque a pessoa com quem erramos não nos perdoa… mas por sabermos que não merecemos o seu perdão.
Quando você ver que a pessoa não quer nada!! Saia dela, mesmo que te acompanhe um aperto no coracion! pra quê encostar no estacionado? Vá em quem corre há 200km/h... Ha tá!! Se o ponteiro não rodar, ele nunca chega lá!
No amor e na música o jeito é fundamental. No amor, o jeito que olha, que vive e sente a pessoa amada. Na música, o jeito de tocar, de pegar as cordas e de extrair o mais puro som. Na falta do jeito o amor e a música desafinam, as cordas arrebentam e a harmonia se perde.
Às vezes tudo que agente precisa é de um fim de tarde com a pessoa amada, longe de tudo e de todos, perto somente de Deus, sentados na sombra falando coisas boas ou simplesmente calados, sentindo a brisa, o amor, a presença um do outro, vendo o céu amarelar-se, o dia ir embora e percebendo que nas coisas mais simples, mora a felicidade.
Estranho é saber que aquela pessoa que te faz feliz, não se sente da mesma forma quando esta ao seu lado.
De vez em quando dá vontade de desistir de amar, dai vem aquela pessoa e acaba totalmente com seus planos
CONFESSO
Tornar-me-ei em outra pessoa
Em tudo igual a quem já sou
Mas é por apego a isto que não tive,
E aversão que sei é de mim que sou, vou
Experimentar os mesmos frios
De todas as madrugadas passadas
E os meus sóis me solidificarão nas estradas
Por onde já passei disperso
No mesmo passo sem um amor.
E se acaso algo eu queira mudar
Só acertarei fazer-me, ser como agora
A epiderme indolente, e pelos meus olhos
Destilarei espirros e chamas de nuvens
Mirando o mais distante horizonte.
São vermelhos os meus indutores
E a minha saudade vinculada a ti
Foi chapiscada de um verde, engano
Uma cor que não olhei e não sei o nome.
Quando Deus dá, dá o começo
Como uma aranha que ata o ponto
Inicial de sua teia tenebrosa
Da forma dita, existe esse ponto
Pelo qual nos adolescemos, nós.
E seus começos, no nosso choro inicial
E aí já paramos a ver o lenço
E contar amarguras e dores, como foi.
Este não é o amor que penso
Talvez me agradem os audaciosos, sinceros
Coisas novas começadas comigo, em mim.
