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Despedida de um Namorado q Faleceu

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""Errado" é um termo relativo, que indica o oposto do que você chama de "certo"."

Evitar os extremos. Nem tanto céu nem tanto inferno. Um certo sábio reduziu toda a sabedoria ao meio-termo. Levar o certo longe demais e ele se torna errado. A laranja espremida ao máximo dá só amargor.

O futebol é um esporte interessante: 20 homens, correndo atrás de 1 bola e depois de encontrá-la a chutam. E os outros 2 homens? Esses tentam avidamente evitar o que dá tanto prazer aos outros 20.

Felicidade é um estado de espírito, independe de coisas materiais ou de outras pessoas.Está na sua mente, nada e nem ninguém lhe privará dela! Aprenda à obra de viver para fazer dos momentos a eternidade. Conserve tua calma quando todos em torno de ti desnortear em fraqueza confie em você. Quando duvidarem de ti, saiba tolerar a dúvida, espere sem se flagelar. Se for caluniado, não se intriga, se for odiado não responder ao ódio,mas não exaltares a tua bondade. Não fale com excessiva sabedoria, pois não conhecemos as intenções alheias. Sonhe sem ser vencido pelos teus sonhos, mas tenha um objetivo colocar em prática, mas aceitando o triunfo e o fracasso. Se alguma verdade que disseste, for deturpada pela má fé, para iludir aos fracos saiba entender,que nem todos são perfeitos. Tudo mal será desfeito se não desejares o mal aquele que o feriu. A sua vida é seu destino é você que a comanda. Tenha fé em Deus que tudo se resolvera a seu favor. Nada vem a nós sem sofrimento.

Considero um pecado acreditar que Deus possa ser cruel ou vingativo.

Havia um menino que queria se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, portanto ele encheu a sua mochila com pastéis e guaraná, e começou a sua caminhada. Quando tinha andado umas três quadras, encontrou um velhinho sentado em um banco da praça, olhando os pássaros. O menino sentou-se junto a ele, abriu sua mochila, e antes de tomar um gole de guaraná, olhou ao lado e viu que o velhinho estava com "cara" de fome. Então, ofereceu a ele um pastel! O velhinho, muito agradecido, aceitou e sorriu ao menino. Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo. Então ele lhe ofereceu o guaraná. Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O menino estava tão feliz e eles ficaram ali, sorrindo e comendo pastel e bebendo refrigerante pelo resto da tarde, sem falarem um ao outro. Quando começou a escurecer, o menino estava tão cansado, que resolveu voltar para casa. Mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho. O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido. Quando o menino entrou em casa, sua mãe perguntou surpresa:
"O que você fez hoje que te deixou tão feliz?"
Ele respondeu:
"Passei a tarde com Deus. Você sabe, ele tem o mais lindo sorriso que jamais vi."
Enquanto isso, o velhinho chegou em casa com o mais radiante sorriso na face e seu filho perguntou:
"Por onde você esteve, que está tão feliz?"
Ele respondeu:
"Comi pastéis e tomei guaraná no parque com Deus. Você sabe que ele é bem mais jovem do que pensava?"
Nunca subestime a força de um sorriso. O poder de uma palavra, de um ouvido para ouvir, um elogio honesto, ou até o maior ato de carinho, tudo isso tem o potencial de fazer virar uma vida!

Todos sabem que um dia irão morrer, mas para viver melhor procuram esquecer isso. O que as pessoas procuram fazer é viver como se nunca fossem morrer para não morrer como se nunca tivessem vivido

A vida é como um cálice de vinho, só se experimenta a melhor dose quando se passa por lutas,decepçôes e aprende com erros e percebe que a pessoa que mais você tem que confiar é em si.

Que Nunca Falte Deus em Nossa Oração.
Amor em Nosso Coração, uma Pessoa à quem amar.
E um Bom Vinho para Acompanhar...

Não Revisado! #03102015

Não troque, sua bênção por um prato de lentilhas! O prato de lentilhas que o inimigo te oferece agora parece ser o melhor para o momento e para sua satisfação; porém, a lentilha vai acabar e fome voltará, mas a herança que Deus tem para você é atemporal, é eterna...

Eu escolho a cada dia: ser feliz ou ser triste.
Sorte que tenho um gosto muito refinado.

"Que os outros construam uma caverna com seus barros, eu construirei um castelo com o meu."

"Já não quero ser grande, forte, inatingível. Quero ser, por hora, de um tamanho que eu ainda me reconheça, que ainda saiba me encontrar no passado ou um dia no futuro. Quero ser humana, quero ser carne e osso, quero sentir, quero tocar... quero poder ser isso que sou na medida qualquer do tempo, estar sempre pronta a me recompor das tempestades. Não devo estar tão errada... Há tanta água no oceano que se deixa evaporar pelo único prazer de voltar a ser uma gota de chuva."

MAKOTO

É um vocábulo japonês que engloba acepções de sinceridade, fidelidade, honestidade, constância, devoção, franqueza, pureza e autenticidade.

Considero extremamente necessária a prática dessas virtudes.

Quem possui MAKOTO respeita e cumpre, acima de tudo os seus compromissos. O desempenho correto da obrigações assumidas, embora não seja considerada como uma atitude relevante para a maioria das pessoas, é de suma importância para o homem de fé. O não cumprimento de um dever acaba sendo uma espécie de delito porque é uma maneira de enganar os outros.

Geralmente, o que mais costuma ser menosprezado num compromisso é o horário. Quando alguém deixa de ser pontual, está, de fato, causando aborrecimento e irritação àqueles que ficam esperando.

Há um provérbio antigo que chama a atenção para esse sentimentos: "É bom ser esperado; desagradável é esperar ". Daí a importância de se ficar atento a expectativa do próximo. Quem não se preocupa com esses pequenos detalhes, não tem Makoto. Ainda que possua muitas outras qualidades pouco valor terá, senão tiver sensibilidade e respeito em relação aos horários assumidos.

Portanto, quem tem fé em Deus não pode menosprezar o rigoroso cumprimento das obrigações. Se não puder, acima de tudo, pôr em prática esse preceito, está reprovado na fé.

Guardem, pois, essa verdade bem no fundo do coração para que nunca seja esquecida.

⁠Beijar seus lábios é como mergulhar em um oceano calmo e claro, que me tira o fôlego, mas não me afoga.

Você conhece o tipo. Ela é uma graça de pessoa, excelente companhia para um cinema, para uma caminhada no calçadão, para uma balada dançante. Uma amiga querida. Mas não dá para convidá-la para almoçar na sua casa. É daquelas chatas pra comer.

A pessoa chata pra comer teve uma infância complicada neste setor: não comia nada. Criança que não gosta de legumes e verduras é normal, mas ela não gostava de cachorro-quente, não gostava de presunto e queijo, não gostava de banana, de doce-de-leite, de molho algum, nem de temperos, implicava com as cores e os cheiros dos alimentos, uma chata.

Deveria ter recebido, naquela época, os corretivos adequados, mas a mãe e o pai não quiseram se dar ao incômodo e agora está ela aí, adulta, simpática, bonita, inteligente, divertida, encantadora... mas chata pra comer.

A chata pra comer não consegue trocar de marca. Aos quatro anos de idade comeu um iogurte de determinada marca e nunca mais quis nem chegar perto de qualquer outra embalagem que não fosse aquela sua velha conhecida. Ela estranha muito os novos gostos, mesmo que a diferença seja imperceptível. E é assim com mostardas, maioneses, conservas, café em pó, sopas de pacote: ela é fidelíssima ao primeiro amor - quando há troca de nome ou fabricante, ela nem olha.

A chata pra comer é alérgica a frutos do mar. Implica com tudo que leve ovo. Tira todas as nervuras do bife, e também as bordas, não come as bordas nem do filé. A chata pra comer pergunta por ingredientes que ela não identifica. Tem cebola neste arroz? Tem champignon neste estrogonofe? Tem palmito neste pastel? Tem bacon nesta batata? Ah, então não vou querer, obrigada. Ela é muito educada, a chata.

Ela também não come comida que seja regional. Sarapatel, carreteiro de charque, buchada de bode? Credo. Ela é fã de cozinha internacional de restaurante, a ver: suprema de frango, massa aos quatro queijos, camarão à grega. Ela é alérgica a frutos do mar, mas de camarão ela gosta. Frutos do mar, pra ela, são aquelas outras coisas nojentas: lula, mariscos, mexilhões.

A chata pra comer acha comida caseira sem graça. E o resto, sofisticado demais. Não gosta de nada muito apimentado, nem muito salgado, nem de carnes estranhas como javali, pernil e pato, nem de molho agridoce, nem de comida crua, nem de cozinha étnica. Junkie food, tudo bem, desde que sem picles e catchup. Pizza? Margherita, superoriginal. Sobremesa? Não é chegada a doces.

A chata pra comer ao menos bebe. Se não bebesse, seria insuportável.

Mas ela não é insuportável: é gentil, espirituosa, culta, empreendedora, charmosa e, claro, sendo chatíssima pra comer, a desgraçada é magra.

Em um relacionamento, ninguém deve mudar pelo outro, devemos aceitar os defeitos alheios. Quem cede é fraco.

Muitos dos rituais e exercícios do Budismo ajudam as pessoas a terem disciplina, e disciplina é uma coisa fundamental na vida de todo o ser humano.

Quer mesmo ser um grande líder? Então esqueça você e dedique-se ao time!

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.

Martha Medeiros

Nota: Trecho da crônica "O Medo do Amor" de Martha Medeiros: Link