Despedida da Empresa
Carta de despedida: Nosso mundo encantado
Querida,
Hoje, ao ver uma foto sua,
um álbum inteiro se abriu diante de mim —
não de imagens, mas de memórias inventadas,
histórias que criei e roteiros que escrevi
acreditando que seriam nossos.
Projetei um enredo,
acreditei no roteiro que escrevi sozinho.
E quando o silêncio chegou,
percebi que o eco não era ausência tua —
era excesso meu.
Nesse excesso, construí um mundo só nosso,
mas apenas eu tinha acesso.
Olho com carinho para tudo que senti.
Não acabou.
É apenas o primeiro dia fora do nosso mundo encantado.
Um mundo criado por mim,
mas que, em essência, pertencia a nós dois.
O que doeu não foi perder alguém —
foi perder o personagem que inventei,
aquele que você talvez nunca tenha conhecido.
Descobri que o amor idealizado
tem o brilho exato do pôr do sol:
belo, mas breve, e feito de despedida.
Me vejo como um belo arquiteto,
mas um péssimo projetista.
Criei estruturas lindas,
dignas de um conto de fadas.
E hoje, de fora,
observo o “nosso mundo perfeito”,
sem saber se você o acharia perfeito também.
Entendi que a decepção
é só a luz acendendo no cinema,
revelando que o filme era projeção.
E no escuro que fica depois,
a vida me convida a assistir de novo —
dessa vez, com os olhos abertos.
Das cenas que mais gosto são os créditos.
Porque, mesmo sendo o único colaborador físico dessa criação,
todas as cores e formas vieram de você.
Lhe agradeço por ter sido inspiração,
mesmo sem saber.
Nunca haverá mágoas
em um mundo onde só um coração pulsava.
E mesmo que esse mundo tenha sido só meu,
ele foi feito com amor —
e por isso, ele sempre será bonito.
Com carinho,
Luis
Cada dia é uma pequena despedida, um adeus silencioso para quem respira e sente.
Reconhecer o milagre da vida é um gesto de gratidão que ilumina o coração.
Seja compassivo consigo mesmo, pois a ternura interior é a raiz da coragem.
Celebre cada centelha de existência, abrace cada faísca da vida como quem recolhe estrelas no caminho.
Agradeça com alegria, mesmo nas simplicidades, e caminhe com dignidade, sustentado pela força serena da esperança...
A última despedida
Você já sabia que partiria,
Mas mostrou força e sutileza;
Você já sabia que partiria,
Mas ofereceu afeto e sorrisos.
Você já sabia que partiria,
Mas viveu como se tivesse a vida toda;
Você já sabia que partiria,
Mas deixou seu último abraço, beijo e despedida.
Você já sabia que partiria,
Mas éramos pequenos demais para entender;
Você já sabia que partiria,
Mas não sabia que levaria meu coração com você.
Dedicado a minha querida e amada Mãe.
IVONETE FERREIRA DE LIMA 1967 ✝️ 2002
Entre o medo e o ir — a hora da despedida
É na dor vivenciada ao longo da vida que aprendemos a nos reconstruir.
Na existência, muitas vezes somos atravessados por fases tão desafiadoras que chegamos a pensar que não resistiremos. Isso acontece porque, por vezes, esquecemos que o verdadeiro intuito do existir é justamente viver, e vivenciar a travessia e seus processos.
Nos últimos dias, experimentei uma das fases mais desafiadoras deste tempo: a despedida da minha matriarca, sobretudo pela incumbência que me foi atribuída, a de instruí-la no caminho de volta para casa, ensinando-a a livrar-se da bagagem do medo de seguir.
Foram dias tão complexos que confesso: até me esqueci de que outrora o fiz com maestria, quando o desígnio era menor e não requeria tanto sentimento envolvido. No entanto, estar vestida da própria pele — sendo eu agora a filha, e ela, a mãe — quase me fez trepidar. Quero dizer: cheguei a desejar sair da roda e transferir tanto o papel quanto a responsabilidade a outrem.
Porém, aquele momento que parecia interminável fundiu-se de mãos dadas ao crepúsculo, hora tão reverenciada por aquela mulher aguerrida durante os cultos realizados diariamente, desde que encontrou seu maior refúgio: a consciência do existir.
Finalizada a travessia dela, sentei-me na pedra posicionada aqui dentro de mim, à esquerda do peito, e chorei. Não pela sensação de dever cumprido, mas pela saudade imensa das lembranças de tudo o que vivemos — impressas em mim desde que este meu mundo é mundo.
A gente nunca sabe o dia da nossa despedida, então capriche com suaPresença , esteja por inteiro em todo lugar que você estiver , pois você não ficará só nas lembranças, mas ficará pra sempre nos corações.
Frases do vini
o silêncio se tornou mais cruel do que qualquer palavra.
Não houve grito, não houve despedida — apenas o peso da ausência,
um corte invisível que sangrava dentro de mim.
Simplesmente se virou contra mim,
como quem fecha uma porta sem olhar para trás,
como quem apaga uma chama sem se importar com o frio que virá.
E eu, perdido
descobri que tudo o que sabia, tudo o que ofereci,
não foi o bastante.
O que restou de mim não é parte dela.
Restou-me apenas a força de continuar,
a coragem de transformar dor em poesia,
a certeza de que até o amor mais devastador se foi.
Porque amar é também perder,
e perder é também aprender a renascer.
E se um dia ela lembrar de mim,
não será do homem que ficou para trás,
mas do fogo que ardeu tão intensamente
que nem o tempo conseguiu apagar.
Despedida, por que me persegues?
Despedida, minha alma grita para te manter longe de mim.
Despedida, eu não quero te ter para mim.
Despedida, vai embora e leva o que me faz mal para ti.
Em ti, tudo é convite e despedida,
Um abraço que aquece, um amor que arde,
Explode o desejo, apaga a noite fria,
E ao amanhecer, incendeia a alma e a tarde.
Teu amor é um fogo que me consome,
Me entrego a ti, sem medo, sem receio,
Pois sei que em teus braços, eu me sinto em casa,
E que a saudade é o preço do amor que sentimos.
Mas se a despedida habita nossos dias,
É porque o amor que sentimos é verdadeiro,
E que mesmo na dor, há uma alegria,
Que só o amor pode trazer, sem igual.
E assim, me entrego a ti, sem medo, sem dor,
Pois sei que em ti, meu amor, eu sempre estou em um eterno deleite.
(Saul Beleza)
essa é a tradução daquele meu cantar depois do prazer, e fico nos teus braços murmurando...gostou?
Há bênçãos que chegam disfarçadas de fim. São recomeços em forma de despedida, promessas que a gente só entende depois. Deus tem um jeito bonito de reescrever histórias no exato ponto em que achamos que acabou
Sinto a urgência de dizer as coisas antes que se percam.
A vida me parece uma despedida escrita em movimento,
capítulo após capítulo, sem rascunho definitivo.
Posso crer no que quiser — eternidade, alma, paraísos.
Mas, de concreto, só me foi dada esta travessia:
começo, meio e um único desfecho.
É o limite que torna tudo raro.
Existir uma vez exige atenção às muitas chances do agora.
Por isso, não deposito fé cega na promessa do amanhã.
Trocar o presente por uma possibilidade futura
é um investimento frágil demais para algo tão sério quanto viver.
Não adio palavras necessárias.
Digo meus “sins”, sustento meus “nãos”.
Cuido do que merece memória
e deixo o resto ir sem alarde.
Arrisco-me.
Lanço meus dados diariamente.
Escrevo-me, risco-me, reescrevo-me —
até que a carta, enfim, encontre seu ponto final.
Uma Palavra Chamada Saudade.
Saudade é a alma lembrando
que o amor não termina na despedida.
É o espírito tocando o tempo
para dizer que nada foi em vão.
Saudade é quando o invisível se faz presença
e o coração escuta o que os olhos não veem.
É sentir alguém perto
mesmo quando o corpo já não está.
Saudade nasce do encontro das almas,
não do acaso das despedidas.
Ela é ponte entre dois mundos,
fio de luz que não se rompe.
É oração sem palavras,
é conversa em pensamento,
é abraço que acontece no silêncio
e chega como paz ou como lágrima.
Existe saudade de quem partiu
e saudade de quem ainda virá.
Saudade de outras vidas,
de laços que o tempo não explica.
Ela dói, mas consola.
Machuca, mas ensina.
Porque só sente saudade
quem ama além da matéria.
E quando a saudade aperta demais,
não é castigo — é sinal.
Sinal de que o amor foi verdadeiro,
de que a alma reconheceu outra alma.
A saudade não separa.
Ela prepara o reencontro.
Não apaga histórias,
apenas as guarda em luz.
Ela nos lembra que ninguém é perdido,
que os vínculos não morrem,
que o adeus é só uma pausa
numa conversa eterna.
Por isso, quando a saudade vier,
não a expulse.
Acolha.
Ela é o amor dizendo baixinho:
eu continuo aqui.
As lágrimas rolam pelos amigos,
Se foram para nunca mais voltar,
Sem um adeus, sem uma despedida,
O que fazer com as minhas feridas?
Difícil viver um luto sem fim,
Lembro deles, e os imagino sorrindo entre as nuvens para mim.
Despedida é vento leve,
que sopra sem se prender.
Você quer respostas breves,
mas sem perguntas não há porquê.
O silêncio guarda segredos,
o coração tenta entender.
Não há verdade nos enredos,
se não se escuta pra valer.
Adeus que não é ausência,
é só pausa pra refletir.
Na pergunta há a essência,
na resposta, o repartir.
Bom dia Mônica
É com dor, mas com amor, que lhe peço licença para a despedida. Ontem, você virou souvenir. Flexionei os joelhos e implorei misericórdia a Deus. Hoje a dor está mais amena, quase imperceptível. Venho aqui despedir-me de um amor e também despedir-me de mim. Porque acordei vivo, aquele Jeremias que em mim habitava morreu ontem junto com a dor que o consumia. Hoje arremato uma história que, ao fim, chego externamente, mesmo não concordando, mas é preciso sair de dentro de mim. Porque está me matando pouco a pouco,
Ontem fui ao encontro da buzina do trem várias vezes em pensamento , mas uma luz emanou derrepente, minha filha nunca liga depois da meia noite e acredite ligou e falamos muito . Foi Deus que a mandou como anjo e não mais tive coragem de fazer o que estava nos planos . Vou mudar minha vida. Não estou me despedindo como ontem, hoje estou como homem. E não pensa que foi fácil tomar essa decisão, mas tudo tem começo meio e fim , a vida continua e terei gratidão para vida toda!
Obrigado por tudo, e a amizade continua e a divida também.
Despeço-me com o coração despedaçado, mas tenha certeza, nas minhas orações você sempre estará no pedido de paz, amor, saúde e felicidade.
Que sua vida, seu amor, seja eterno, juro que quero que você seja feliz com o atual. Não mais me importarei, afinal sou homem maduro, tenho que respeitar os limites para ser respeitado. E seguir se o amor morreu em você.
A existência humana é marcada por ciclos, e a frase "não há recomeço sem despedida" encapsula uma verdade profunda. Para que o novo possa germinar, é necessário que o antigo encontre seu término. Esta despedida pode assumir diversas formas: o fim de um relacionamento, a perda de um ente querido, o abandono de um ideal ou simplesmente a passagem do tempo. Essas rupturas, embora frequentemente dolorosas, são os únicos portais autênticos para a renovação. Elas criam o espaço vazio e fértil onde as sementes do futuro podem ser plantadas. A espiritualidade de diversas tradições reconhece este processo como uma lei natural. Aceitar a impermanência e honrar o que se vai, com gratidão e não apenas com pesar, é o que permite caminhar em direção ao recomeço com o coração aberto. A despedida, assim, não é um fim em si, mas um ato de coragem que precede o renascimento.
Menino criado com vó
Que a despedida seja nosso derradeiro anseio. Que dedicatórias e saudades não sejam nunca ensaiadas. Que os olhares não mirem lembranças ou lugares lembrando de alguém, e que a minha robusta linguagem seja tímida se um dia precisar falar de adeus com você.
Não tenho poemas tristes sobre você. A minha vida e a vida dos outros são todas vidas de dentro de você. Tu sabes que eu sei dizer e arrumar em palavras as mais consoladoras e convincentes. Só as nego e negarei dizer a todos qualquer coisa que explique um dia a tua ausência, porque “até logo” ou “até um dia” eu até diria, porém adeus jamais lhe daria.
E num verso em que foge a rima e o português rebuscado, digo-te até um pouco bravo, não com a braveza de um desorientado, mas falo da bravura de um filho de nordestino, cabra arretado, te proibindo que desta vida se retires antes que eu veja em vida os filhos dos meus filhos, para terem também a sorte, assim como eu tive, de ser menino criado com vó.
Quiçá todo mundo pudesse ter sido, como eu fui na infância, querido; hora outra chamado de neto preferido; comigo sempre repartindo os doces recebidos. Sorte na tua casa ter vivido, e da tua vida me foi feito abrigo, como até hoje e ainda em breve será.
Pois com pressa só tratamos a saúde. O que não for saudade pode esperar!
Não existe amor à primeira vista
O amor se revela na última despedida
É no "fica mais um pouco", que o amor se eterniza.
A pior parte de um término não é a despedida final, e sim a consciência de que aquela rotina — o telefonema matinal de "bom dia" e "eu te amo" — não se repetirá mais. Contudo, o tempo é o fator essencial para o nosso amadurecimento.
Final rima com breu, solidão e partida
Rima com falta de abraço e também com despedida
Final rima com ternura que deixou de existir
Rima com planos desfeitos e com chão a se abrir
Final rima com vazio que aperta, que dá nó
E rima com o antigo "nós" que agora ficou só.
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