Despedida Alguém que Faleceu

Cerca de 47996 frases e pensamentos: Despedida Alguém que Faleceu

"A solidão não é apenas ausência de algo ou alguém. Pode ser um refúgio para o seu autoconhecimento e criatividade. Transformar teus momentos a sós te fortalece a resiliência e melhora sua autoestima. Aproveite o silêncio para ouvir a si mesmo, recarregar energias e encontrar inspiração de equilíbrio força e coragem. Que esta solitude te encaraja a liberdade ao seu santuário pessoal, não como punição, mais como sabedoria para vossa alma."


—By Coelhinha

"Ser canal da graça divina é o abraço invisível que damos em alguém quando estamos diante de Deus."


—By Coelhinha

"O tempo é a matéria-prima da vida. Quando desperdiçamos o tempo de alguém, desperdiçamos uma parte da sua história."


—By Coelhinha

“O tempo não é uma Ciência humanística exata. A espera de hoje por motivo de alguém, será a demora de amanhã por sua causa. Respeite com paciência."

—By Coelhinha

Você chegou na vida de alguém para lhe dar o que nunca teve, e ela te mostrou o que nunca recebeu.

Alguém já te julgou por enxergar em você a resolução de um problema do outro que, muitas vezes, nem é tão coitadinho assim. Embora se faça.

O facto de alguém o considerar seu inimigo não implica que essa pessoa seja, de facto, sua inimiga, tal como o facto de o considerar seu inimigo não significa que sejam, de facto, inimigos.

Amor não é evento, é hábito. Não espere o Dia dos Namorados para fazer alguém se sentir único. Quem ama, cultiva o sentimento todos os dias.

“O Cristo Interior não é alguém que precisamos encontrar.

É aquilo que deixamos de perceber quando nos afastamos de nós mesmos.”

A humanidade descobriu como se conectar com todos, mas desaprendeu como se relacionar com alguém. A liquidez das relações humanas está liquidando o próprio significado de ser humano.

COMO ENSINAR ALGUÉM A PENSAR SEM ENSINAR O QUE ELA DEVE PENSAR?

Existe uma contradição silenciosa em parte da educação.

Dizemos que queremos formar pessoas autônomas. Depois avaliamos autonomia pela capacidade de repetir corretamente aquilo que ensinamos.

Ensinar conteúdos é indispensável. Não existe pensamento complexo sem repertório.

Mas existe uma diferença entre oferecer instrumentos para pensar e entregar conclusões que não podem ser examinadas.

Uma educação voltada à autonomia precisa suportar uma possibilidade desconfortável: o aluno pode aprender a pensar e chegar a uma conclusão diferente da nossa.

Isso não significa que toda conclusão tenha a mesma qualidade. Autonomia não elimina critérios. Ao contrário.

Exige aprender a justificar, comparar evidências, reconhecer limites, revisar interpretações e atribuir pesos diferentes às fontes disponíveis.

É nesse sentido que tenho trabalhado uma Pedagogia do Discernimento.

Não como educação para ensinar pessoas a concordarem com determinadas respostas, mas como investigação sobre condições educacionais capazes de melhorar a maneira pela qual avaliamos aquilo que participa de nossas decisões.

O professor não desaparece. Sua autoridade muda de função.

Em vez de ser apenas fornecedor de respostas, torna-se também alguém capaz de ensinar o estudante a perguntar por que determinada resposta merece confiança.

Existe uma diferença profunda entre formar seguidores de ideias e formar autores de julgamento.

Educar alguém para pensar não é ensinar em que acreditar. É ajudá-lo a compreender por que acredita, quanto deveria acreditar e o que poderia fazê-lo revisar aquilo em que acredita.

Talvez a educação não tenha segredo.

Talvez o segredo continue estando na educação.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

POR QUE ESTAR CERTO PELOS MOTIVOS ERRADOS CONTINUA SENDO UM PROBLEMA?

Imagine alguém que faz uma previsão sem qualquer fundamento e acerta.

O resultado correto transforma o raciocínio em bom raciocínio?

Não necessariamente.

Podemos chegar à resposta certa por um caminho ruim.

Assim como podemos tomar uma decisão racionalmente defensável e, por acaso, obter um resultado ruim.

Essa distinção é importante porque costumamos avaliar decisões olhando para trás.

Se funcionou, acreditamos que decidimos bem. Se deu errado, concluímos que decidimos mal.

Mas resultado e qualidade do processo não são a mesma coisa.

Uma decisão precisa ser examinada considerando as informações disponíveis no momento em que foi tomada.

Caso contrário, transformamos acaso em competência e incerteza em culpa.

Discernimento também exige separar processo de resultado.

Perguntar: “Com aquilo que eu poderia saber naquele momento, quais informações deveriam ter recebido maior peso?”

Essa pergunta é muito mais exigente do que simplesmente perguntar se acertamos.

Porque alguém pode vencer apostando mal.

E perder decidindo bem.

Acertar não prova que pensamos corretamente. Errar não prova, sozinho, que pensamos mal.

O resultado encerra o acontecimento.

O discernimento investiga o processo.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

Educar não é colocar respostas dentro de alguém; é impedir que perguntas morram antes de aprenderem a nascer.

Carlos Eduardo Balcarse

Formar não deveria significar colocar alguém numa FORMA.

Carlos Eduardo Balcarse

COMO SABER QUANTO PESO DAR À OPINIÃO DE ALGUÉM?

Nem toda opinião merece o mesmo peso.

Mas também não deveríamos avaliar uma ideia apenas pelo prestígio de quem a pronuncia.

Especialistas podem saber mais.

Pessoas próximas podem conhecer melhor nosso contexto.

Experiências pessoais podem oferecer pistas.

E nenhuma dessas coisas transforma automaticamente uma opinião em verdade.

A pergunta madura não é simplesmente:

“Em quem devo acreditar?”

É:

“Quanto peso esta pessoa merece exercer sobre esta decisão específica e por quê?”

Autonomia não significa ignorar influências.

Significa aprender a regulá-las.

Porque pensar por si mesmo não é pensar sozinho.

É impedir que alguém pense definitivamente em nosso lugar.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

Suas palavras têm o poder de construir ou destruir.


Se não for para erguer alguém, o seu silêncio é a melhor escolha.

Quando alguém surge em nossa vida no exato instante em que o mundo parece desabar, é fácil chamarmos isso de serendipidade. Afinal, essa pessoa chega como quem acende uma luz em um quarto escuro, como um abrigo encontrado no meio da tempestade.


Mas o tempo tem suas próprias respostas. Quando os ventos se acalmam, quando as feridas deixam de sangrar e a vida volta ao seu ritmo, resta uma pergunta silenciosa: ela continua sendo?


Talvez a serendipidade não esteja apenas no encontro, mas na permanência. Porque o acaso pode unir dois caminhos por um instante, mas só o afeto faz com que eles continuem lado a lado.


E então descobrimos que algumas pessoas não foram apenas a melhor coisa que nos aconteceu em um momento difícil. Foram a melhor coisa que permaneceu quando a dificuldade já não existia.


O acaso escreveu o primeiro capítulo. O coração decidiu continuar a história.

Gostar de alguém é encontrar, na felicidade do outro, a própria felicidade. E quando eu estou com você, não paro de sorrir um minuto sequer.

Talvez chegue um momento em que a vida de alguém precise se tornar seu trabalho...

"Talvez exista um momento em que a vida de alguém passe a ser a sua missão,
seu trabalho."