Deserto

Cerca de 2220 frases e pensamentos: Deserto

⁠Você vê a sombra em que descanso, mas não vê o deserto que atravessei.

Inserida por Valdecir

Onde você vê deserto, Eu vejo processo
Onde você sente dor, Eu vejo experiência

Maria Marçal

Nota: Trecho da música Deixa.

Inserida por pensador

⁠As vezes perto é distante
As vezes distante é perto
As vezes sou viajante
Fugindo para o deserto

Inserida por salomao8

Se alguma vez na vida você se achar perdido no
deserto da indecisão, então pare, este é o tempo de reflexão.

Inserida por celso_augusto_soares

⁠Acredito, incontestavelmente que nós seres humanos, em sermos semelhantes a um deserto, todos providos psico mentalmente de diversas miragens.
Substanciais ilusões temporárias ou permanentes.
Até porque o universo é mental.

Inserida por dalainilton

⁠Sabe porque Deus te leva para o deserto..?
Porque Ele sabe que lá ninguém vai aparecer.
- Ana Paula Paschoal

(⁠◍⁠•⁠ᴗ⁠•⁠◍⁠)⁠❤ Você e Deus e mais ninguém

Inserida por PaulaPaschoal

⁠Deus trará chuva ao seu deserto e plantará uma flor-de-amor no teu jardim.

Inserida por SalatielASantos

⁠O que Jesus, Moisés e até Maomé tiveram em comum? Ambos passaram pelo deserto sozinhos para entender o seu papel nesse mundo. Na minha cabeça, eu tenho que passar por algo parecido para entender!

Inserida por Pedro_Gabriel77

⁠O nosso amor era um jardim, mas você o transformou em um deserto.

Inserida por Cmonteiro219

⁠Eu posso passar pelo deserto, mas não morar nele.

Inserida por Igrejaipab_oficial

O mar é como o deserto: tem suas próprias miragens.

Hoda Barakat
O arador das águas. Rio de Janeiro: Tabla, 2022.
Inserida por pensador

Algumas pessoas vivem em um deserto, enquanto outras são um deserto.

Joyce Meyer
Campo de batalha da mente (2009).
Inserida por SuziAdriano

⁠estou no deserto
e não vejo nada por perto
não consigo mais andar
a sede veio me buscar.
estou no calor
sentindo enorme dor
aqui no coração
fico olhando a imensidão.
estou aqui deitado
permaneço calado
não bebi, quebrei a taça
nesse sono me abraça.

Inserida por warleiantunes

⁠O clamor nos livra das mãos de faraó
A murmuração nos mantém no deserto
E a obediência nos leva para a terra da promessa.

Inserida por samclever

⁠Me orgulho de quem me tornei!Cresci entre espinhos de discussões, floresci em deserto de sentimentos, e fui regado, com o amargo fel do desprezo.

Inserida por Vsr

⁠O Deserto é um campo de treinamento
Onde o sedento bebe ensinamento

Inserida por Diego_Sukuri_

⁠Estou nesse deserto por um propósito.

Inserida por FernandaMatias

A MULHER
(A C…)
A mulher sem amor é como o inverno,
Como a luz das antélias no deserto,
Como espinheiro de isoladas fragas,
Como das ondas o caminho incerto.
A mulher sem amor é mancenilha
Das ermas plagas sobre o chão crescida,
Basta-lhe à sombra repousar um’hora
Que seu veneno nos corrompe a vida.
De eivado seio no profundo abismo
Paixões repousam num sudário eterno…
Não há canto nem flor, não há perfumes,
A mulher sem amor é como o inverno.
Su’alma é um alaúde desmontado
Onde embalde o cantor procura um hino;
Flor sem aromas, sensitiva morta,
Batel nas ondas a vagar sem tino.
Mas, se um raio do sol tremendo deixa
Do céu nublado a condensada treva,
A mulher amorosa é mais que um anjo,
É um sopro de Deus que tudo eleva!
Como o árabe ardente e sequioso
Que a tenda deixa pela noite escura
E vai no seio de orvalhado lírio
Lamber a medo a divinal frescura,
O poeta a venera no silêncio,
Bebe o pranto celeste que ela chora,
Ouve-lhe os cantos, lhe perfuma a vida…
– A mulher amorosa é como a aurora.
S. Paulo – 1861⁠

Inserida por marcosarmuzel

TRISTEZA
Minh’alma é como o deserto
De dúbia areia coberto,
Batido pelo tufão;
É como a rocha isolada,
Pelas espumas banhada,
Dos mares na solidão.
Nem uma luz de esperança,
Nem um sopro de bonança
Na fronte sinto passar!
Os invernos me despiram
E as ilusões que fugiram
Nunca mais hão de voltar!
Roem-me atrozes idéias,
A febre me queima as veias;
A vertigem me tortura!…
Oh! por Deus! quero dormir,
Deixem-me os braços abrir
Ao sono da sepultura!
Despem-se as matas frondosas,
Caem as flores mimosas
Da morte na palidez,
Tudo, tudo vai passando…
Mas eu pergunto chorando:
Quando virá minha vez?
Vem, oh virgem descorada,
Com a fronte pálida ornada
De cipreste funerário,
Vem! oh! quero nos meus braços
Cerrar-te em meigos abraços
Sobre o leito mortuário!
Vem, oh morte! a turba imunda
Em sua miséria profunda
Te odeia, te calunia…
– Pobre noiva tão formosa
Que nos espera amorosa
No termo da romaria.
Quero morrer, que este mundo
Com seu sarcasmo profundo
Manchou-me de lodo e fel,
Porque meu seio gastou-se,
Meu talento evaporou-se
Dos martírios ao tropel!
Quero morrer: não é crime
O fardo que me comprime
Dos ombros lançar ao chão,
Do pó desprender-me rindo
E as asas brancas abrindo
Lançar-me pela amplidão!
Oh! quantas louras crianças
Coroadas de esperanças
Descem da campa à friez!…
Os vivos vão repousando;
Mas eu pergunto chorando:
– Quando virá minha vez?
Minh’alma é triste, pendida,
Como a palmeira batida
Pela fúria do tufão.
É como a praia que alveja,
Como a planta que viceja
Nos muros de uma prisão!
S. Paulo – 1861.⁠

Inserida por marcosarmuzel

⁠Aonde há flores há espinhos
E aonde há deserto pode nascer flores

Inserida por Plattinno