Desejo Morte
tudo tudo poder ser escuro,
a morte sempre é desejo profundo,
não sei mais viver entre eles,
minha está morta para todos,
nunca pedi para viver,
mesmo assim estou vivo,
meu coração negro sangra,
nos maiores momento tento chorar
mais coisa consigo fazer é gritar,
ninguém sabe da dor que carrego,
mesmo assim os olhares sempre
me penalizam em sentido destrutivo,
então me sinto numa escuridão sem fim,
tudo muito escuro deixei tudo para trás,
nada me anima meus sentimentos tão mortos,
para eternidade guardo meus sentimentos,
mas, já encontrei que tanto desejo,
mesmo que seja ultima coisa que deseje,
meus sonhos estão mortos no momento
que deixei ir para eternidade dos teus desejos
minhas magoas se refletem numa mar de solidão,
paro olho o horizonte sinto não perdi nada,
pois todos momentos foram vividos,
agora não quero mais viver tantas coisas,
que me deixaram ferido magoado, sentido.
dizem sempre haverá um amanhã
morri no ontem não sinto mais vontade de viver.
Não desejo morte de outrem.
Mais o mundo sem morte como seria ?
Morte mestre, morte professor digo eu
Pois ele ensina-me a valorizar a vida
alma fria coração sem afio
momento turbulento
dores sem fim,
morte pura solidão,
desejo meu coração,
preludio meu amor.
Nosso desejo deveria ser o de ter em nós a característica nobre e bela da morte, isto é, atingir a todos, acolher a todos, procurar a todos sem preconceito ou distinção.
amor eterno julgo bem querer
afio desejo anoitecer...
ao brilho da morte
meu amor sempre vou querer te amar.
Sinto a morte nos teus lábios
como o eterno desejo
a morte pode ser tão doce
me entreguei de corpo alma
meu sangue parte da tua alma
perdidas em ilusões
sempre diga a todos
quanto amei
sinta morte no meu sangue
sensações perdida na minha alma
clamando por teu nome
nessa obscuridade
que digas que coração parte de um sonho...
saiba que nossas vidas estão perdidas
em sonhos que foram abandonados
tudo pode ser uma surpresa...
A MORTE É UM DESEJO
Intermitente de tantos valores
sentimentos improváveis...
sois um todo dentro do nada...
passivo como a um necromante,
partilha de mil senil até infinito,
possível descrever, indescrevível
entre muitas sentença...
apenas imparcialidade....
mesmo sendo fugitivo,
temeras sem escapatória...
o pavor será somente parte do sabor...
todas sentença são compridas
sem direitos ou punidos...
menos ou mais tempo,
sempre valiosa...
intermitente coração sem fim.
por celso roberto nadilo
A morte,ritual mero sobre linha do inferno
desejo profundo em todos sentimentos,
entre os frutos da criação...
Mero sentido mulher!
diga tudo mais nunca será belo amor.
morte desejo obscuro terror do meu coração
desperdício almejado sobras de um teor
esquecido banhado por mais uma
mansão de espelhos
virtuosa sobre mar de maldades,
saborida por demais assolada
ressentida astros de mármore,
de bem querer o gosto da da noite,
passado pelo qual desdenho
monumentos são irreais as falhas
no por-do-sol entre o brilho olhar
distante nada cálida de um anjo,
respirar pode ser um sonho
daqueles que são humanista,
detêm as dobras ardis,
pois sois mero aprendiz
velado na supremacia...
de um céu feliz...
nas sombras obscuras
zelo matutos sejam ateus,
que maravilhas da alma
de poem se diante o belo e o caos,
não digas que não há amor,
que a tradução se prediz
como uma opera de rios poluídos
por demais mesclados,
na morte existe vida,
que a declare nos mais dias escuros,
chuva acida,
extrema tristeza esquecida em poucas citações,
noite entre a madrugada calmaria,
vulgo meu ser, passivos num olhar.
aprecio a cálida voraz
consumida do meu coração,
então reflito na morte,
longo desejo imponente,
tudo segue mesmo destino
nessa pureza o frio doce
tão convidativo mesmo tempo
acedente das profundezas
me abro no resquício
do anoitecer ao nunca te amei tanto,
atroz minha tristeza.
Viver sem você é a pior morte, não desejo isso nem pro meu pior inimigo. E eu to cansado de morrer todos os dias ao fechar os olhos e tentar dormir.
sois meu desejo e minha morte,
sois meu sangue e minha vida,
desespero que me afoga
sentimento sem fim
quando falei com você a primeira vez,
disse que lhe queria conhecer mais,
sua resposta foi um dia sobre a eternidade.
Sobriedade
sob a morte o desejo
tudo revela um momento translucido,
voz se cala na solidão,
num ecoo desperta sensações...
para o qual involuntariamente
prejulgo o tal sentido que desdem ao profundo
sentimento de balelas se dão no desfrute...
Sou.
viver entre a vida e a morte
desejo sem fim,
lamentos... num movimento
alucinações...
docemente o profundo
sonho interrupto,
me faz querer arrancar olhos,
a pele ferve em cortes profundos,
sensações inexplicáveis,
virtuoso, dilema que arranca do coração...
sentimentos na nudez até discrepância,
dos dizeres de amor no profundo da alma...
as estrelas são apenas solitude...
arrebanha o desejo infindável,
seus lábios sangram...
enquanto a escuridão toma forma sutil
ninguém compreende mar tocando o céus,
quando o horizonte está purpura...
sua voz me clama entre os ventos,
a semente da saudade é implacável...
então mundo queima em tua paixão,
a mesma nostalgia floresce no qual desespero,
ouvi - se no estante que seus braços mostram...
que sou a luz que trouxe a vida.
cantei para seu coração
ele sangra com desejo
dormi o sono da morte,
ainda que sinta a vida,
somos criaturas da noite,
seus olhos refletem minha vida
que terminou quando morreu
para esse mundo...
Do além que resplandece outras auroras,
pura morte que desdenho,
por teu amor que tanto desejo,
seus beijos no infinito te amo.
