Desejo Morte

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Perante a vida e a morte, tornamo-nos ensimesmados.⁠

O cristão se glorifica na morte de um pagão, porque por ela Cristo mesmo é glorificado.

Existe apenas uma fonte de paz revelada na Escritura, que é o sacrifício da morte de Cristo, e a expiação que Ele fez pelo pecado naquela morte sofrida na cruz. Para obter uma porção dessa grande paz, nós precisamos apenas “olhar”, pela fé, para Jesus, como nosso Substituto e Redentor, carregando os nossos pecados em Seu próprio corpo, e lançando todo o peso de nossas almas Nele. Para aproveitar essa paz habitualmente, nós temos que “diariamente olhar para trás”, para o mesmo ponto assombroso do qual começamos, diariamente trazendo toda nossa iniqüidade a Ele, e diariamente lembrando que “o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.” (Isaías 53:6). Isto, eu me atrevo a dizer, é o caminho Bíblico para a paz.

⁠As coisas pelas quais está vivendo valem a morte de Cristo?

Entre a morte de meus olhos.
Estão meus pesares por sua despedida.
Clamo entre os imortais..
Minhas lágrimas veladas pela angústia de viver entre eras numa escuridão sem fim.
A luz calida em minha memória tornasse uma obsessão na monotonia.
Sonsa luz que atormenta minhas ilusões...em tempo de alegrias minha alma cantava para seu espírito nas linhas da eternidade.
Austera voz que me condena simplesmente por existir.
Ser o que sou diante o firmamento do amor.

“As chaves da vida e da morte estão em uma única mão: se tiver de escolher uma, peço a Deus a morte dos meus pecados para viver a vida eterna.”

Não me importo com a hora da morte, pois a sepultura jamais conseguirá tirar um minuto da minha eternidade com Deus.

SERENIDADE DE SÓCRATES QUE ANTECEDE A COVARDIA DA CICUTA HUMANA.
"A morte de Sócrates não foi derrota. Foi consagração de uma existência autêntica. Ele não se acovardou diante dos deuses, nem dos homens, tampouco de si mesmo. Sua serenidade ao beber a cicuta rompeu as máscaras da moralidade hipócrita de Atenas, revelando uma filosofia viva, íntima, incorruptível.
Hoje, diante de tantas vozes, o Oráculo de Delfos continua sussurrando — como um espelho antigo que insiste em mostrar o que há por trás do semblante. Sócrates ainda nos interpela, com olhos serenos e voz firme: 'Antes de julgar o mundo, olha para dentro. Antes de calçar as sandálias de alguém faça a mesma caminhada. "

⁠Uma vida passiva e inativa é a imagem da morte, e o abandono da vida; é antecipar o nada antes que ele chegue.
sfj,reflexões

⁠Não é terrível a morte e sim a morte vergonhosa.
aforismos vol. 1

⁠C.Baudelaire, seu funeral foi pouco concorrido. Faltaram até amigos. Sua morte só foi sentida pelas publicações literárias.
sfj,caracteres

⁠O vencedor de nenhum modo sofrerá dano da segunda morte.
sfj,reflexões bíblicas

A ambição de Calvino foi satisfeita, mas após sua morte.
sfj,caracteres⁠

⁠Toda injustiça é pecado, e há pecado não para morte.
sfj,reflexões bíblicas

A morte é coisa terrível para Cícero, , desagradável para Catão, indiferente para Sócrates.
sfj,caracteres⁠

Sede amigos da verdade até a morte, e não sejais apóstolos da intolerância.
sfj,pensamentos⁠

Alguém, folheando meu caderno de notas, revelou algo que eu deseja se fizesse depois de minha morte.
sfj,caracteres⁠

O homem natural não está preparado para aceitar a morte;
porque todos nós trazemos no interior
a essência da vida eterna.

A cruz não foi apenas um instrumento de morte, mas o lugar de máxima humilhação. No mundo romano, morrer crucificado era ser colocado como um espetáculo de vergonha, despido, exposto, rejeitado e amaldiçoado diante da sociedade. A crucificação não buscava apenas tirar a vida, mas também destruir a honra da pessoa.

Terei uma Entrevista com a Morte

Terei uma entrevista com a Morte
em certa barricada em que se lute,
quando com suas sombras murmurantes
de novo a Primavera regressar
e as flores da macieira encherem o ar...
Terei uma entrevista com a Morte,
quando trouxer de novo a Primavera
os dias azulados e brilhantes.

Talvez ela me tome pela mão
e me conduza para a escuridão
do seu país, feche meus olhos, corte
minha respiração... Talvez eu passe
no lado dela silenciosamente.
Terei uma entrevista com a Morte
tia escarpa recoberta de feridas
de uma colina destroçada, quando
este ano a Primavera vier chegando
e abrir nos prados as primeiras flores.

Fora melhor estar entre perfumes
e almofadas de seda mergulhado,
onde o Amor vibra em seu sono encantado,
numa só pulsação, num só respiro,
de que é tão grato o suave despertar...
Mas tenho uma entrevista com a Morte
numa cidade em fogo, à meia-noite,
ao ir a Primavera para o norte;
serei fiel à palavra que empenhei:
jamais a essa entrevista faltarei.