Desejo Carnal
Quando você toca em alguém, recebe o mesmo toque; é uma assinatura carnal com proporções espirituais.🕊
um dia, voltarei a sentir o cheiro do sal
querendo te ter em cada prazer carnal,
enquanto isso ainda seja parte do seu encanto
e quero te mostrar que só o rosto parece ser de santo.
Duas coisas me levam a buscar agradá-lo: carência carnal ou loucura. Em suma, sou 99% irredutível e 1% animal.
Personalidade
Eu sou instinto, visceral
Eu sou impulsividade
Eu sou pele, carnal
Eu sou intempestividade
Eu sou fogo que arde
Eu sou chuva que sente molhar
Eu sou paz no fim de tarde
Eu sou luz que faz brilhar!
Eu sou consciência que te faz pensar
Eu sou amiga que te acolhe
Eu sou abrigo no abraçar
Eu sou genuína, pode acreditar!
Eu sou loucura para te alegrar
Eu sou brinquedo quando quero brincar
Eu sou responsabilidade sempre que precisar
Eu sou séria quando a vida me cobrar.
Eu sou mansa, basta não me provocar
Eu sou uma louca tempestade
Eu sou sossego, se você não me irritar
Eu sou bondade e não maldade!
Eu sou intensa, sou amor
Eu sou tranquila, não provoque minha ira!
Eu sou alegria, mas tambem posso ser dor
Muito prazer, eu sou Palmira!
O conhecimento nos liberta do inferno que são as ilusões criadas pela ideia carnal do amor e nos aprisiona no vazio que é a ausência de engano!
AMOR FATI
A existência do amor carnal, não está fundamentada na extrema necessidade da procriação. Essa existência, só fará sentido para a continuidade da raça humana, se for guiado pelo amor ao destino, pelo altruísmo e uma porção moderada de filáucia.
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Amor sentimental!... Amor carnal!... Não importa! O que realmente importa é que estejamos juntos, pois não somos fruto da frustração, mas sim livres para escolhermos o próprio caminho;
Vivamos sem recios de se arriscar... Entendamos a saudade para que não soframos em vão, pois o mundo podes ser nosso...
O que é belo certamente seduz... Eu sei! Mas o caráter encanta sem labirinto de ilusões para enfim enganar o coração;
Eroticamente a interação carnal de nossos corpos
É totalmente sem vergonha... Indecentemente nossos olhares
Se fazem sem pudor despindo os nossos medos
De escondem os desejos em pró;
Sem juízo lucidamente pela
Loucura aparente;
Para me entender arrisque-se no pecado carnal e aprenda a viver do prazer colhido
Compreenda-me que para me provocar precisa perder o medo de brincar com fogo
Só queira entrar em meu mundo se conseguir suportar as consequências
Pois das minhas indecências não há de fugir;
“Mais fácil é para o homem carnal, ser quem ele é, que deixar de ser assim. Porque para tornar-se espiritual, requer sacrifícios…”
Ney Paula B.
O CORPO DE JESUS À LUZ DO ESPIRITISMO:
A DISTINÇÃO ENTRE O CORPO CARNAL E O CORPO FLUÍDICO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A natureza do corpo de Jesus constitui um dos temas mais debatidos da história do Cristianismo e, igualmente, um dos mais importantes para a compreensão da Cristologia espírita. Em torno dessa questão, surgiram inúmeras interpretações que variam desde a concepção de um corpo puramente aparente até a afirmação de um organismo humano integralmente semelhante ao de qualquer homem.
À luz da Codificação Espírita, J. Herculano Pires retoma o método de Allan Kardec e oferece uma interpretação que preserva simultaneamente a racionalidade, a lógica doutrinária e a grandeza espiritual do Cristo. Sua análise afasta especulações místicas incompatíveis com o método kardequiano e procura compreender os fatos evangélicos segundo as leis naturais que regem a relação entre Espírito e matéria.
JESUS NASCEU COMO QUALQUER SER HUMANO.
Segundo Herculano Pires, a teoria espírita conduz a uma conclusão bastante clara: Jesus nasceu mediante os processos naturais da encarnação. Seu corpo possuía matéria orgânica semelhante à de todos os homens.
Essa compreensão está em perfeita consonância com o princípio fundamental estabelecido por Allan Kardec: a encarnação é uma lei universal para os Espíritos destinados a viverem na Terra. O Espiritismo não admite privilégios que contrariem as leis divinas, pois Deus governa o Universo através de leis imutáveis e universais.
Entretanto, afirmar que Jesus possuía um corpo humano não significa reduzi-lo espiritualmente. Ao contrário, sua superioridade residia precisamente no Espírito que animava esse organismo.
Seu corpo refletia o equilíbrio de um Espírito absolutamente puro. Se apresentava maior harmonia fisiológica, maior delicadeza ou excepcional domínio das funções orgânicas, isso decorria da supremacia espiritual exercida sobre a matéria.
Enquanto nós frequentemente nos deixamos dominar pelos impulsos do corpo, em Jesus ocorria o inverso: o Espírito governava plenamente o organismo físico.
Essa observação possui profundo alcance psicológico e filosófico. O corpo não era um obstáculo para Jesus, mas um instrumento perfeitamente subordinado à inteligência e à vontade moral.
A RESSURREIÇÃO E A TRANSFORMAÇÃO DO CORPO.
É precisamente após a crucificação que ocorre uma mudança essencial.
Herculano Pires observa que os próprios relatos evangélicos revelam uma realidade diferente daquela vivida antes da morte.
Maria Madalena inicialmente não o reconhece junto ao sepulcro.
Os discípulos de Emaús caminham longamente ao seu lado sem perceber quem era.
Nas aparições aos apóstolos, Jesus surge repentinamente em ambientes fechados e desaparece da mesma forma.
Esses acontecimentos indicam que já não se tratava do corpo carnal utilizado durante a vida terrestre.
Segundo a explicação espírita, após o desligamento definitivo do organismo físico, Jesus manifesta-se através de um corpo fluídico — formado pelos elementos do perispírito — capaz de assumir diferentes aparências e tornar-se visível ou invisível conforme as circunstâncias.
Assim, a ressurreição não representa o retorno do cadáver à vida, mas a manifestação consciente do Espírito mediante seu envoltório perispiritual.
Essa interpretação elimina dificuldades que, durante séculos, alimentaram debates teológicos acerca da natureza do corpo ressuscitado.
O MÉTODO KARDEQUIANO E A LUCIDEZ DOUTRINÁRIA.
Uma característica marcante da análise de Herculano Pires é sua absoluta fidelidade ao método estabelecido por Allan Kardec.
Não se recorre ao sobrenatural para explicar os acontecimentos.
Não se anulam as leis naturais.
Não se criam exceções incompatíveis com a justiça e a sabedoria divinas.
Ao contrário, compreende-se que as manifestações do Cristo ressuscitado pertencem ao campo das propriedades do perispírito, amplamente estudadas na Codificação Espírita.
Essa perspectiva preserva tanto a grandeza espiritual de Jesus quanto a coerência científica da Doutrina Espírita.
A SUPERIORIDADE DE JESUS NÃO ESTAVA NA MATÉRIA.
Um dos maiores ensinamentos dessa interpretação consiste em distinguir a perfeição espiritual da constituição material.
Jesus não era superior porque possuía um corpo milagroso.
Era superior porque seu Espírito alcançara a máxima elevação moral conhecida pela humanidade terrestre.
Seu organismo apenas refletia essa condição.
A verdadeira grandeza nunca pertence à matéria, mas ao Espírito que a dirige.
Essa distinção impede tanto o materialismo quanto o misticismo exagerado, conduzindo a uma compreensão equilibrada da missão do Cristo.
CONSIDERAÇÕES.
A análise apresentada por J. Herculano Pires demonstra que a Doutrina Espírita não diminui a figura de Jesus; ao contrário, engrandece-a por meio da razão.
O Cristo viveu plenamente a experiência humana durante sua existência terrena, submetendo-se às mesmas leis biológicas que regem toda encarnação. Após a desencarnação, porém, manifesta-se por intermédio do corpo fluídico, fenômeno compatível com as leis espirituais estudadas por Allan Kardec.
Essa interpretação harmoniza os relatos evangélicos com a lógica, preserva a universalidade das leis divinas e reafirma que o maior milagre realizado por Jesus não foi possuir um corpo diferente, mas revelar, por sua perfeição moral, o destino sublime reservado ao Espírito humano.
Fontes:
KARDEC, Allan. A Gênese, capítulo XV ("Os Milagres do Evangelho").
KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns, Segunda Parte, capítulos XIV e XV.
KARDEC, Allan. Revista Espírita (1858–1869), estudos sobre aparições e manifestações tangíveis.
PIRES, J. Herculano; ABREU FILHO, Júlio. O Verbo e a Carne.
"Francamente, já não me importo com os rumos que o homem carnal decide seguir. Não me prendo aos seus caminhos, nem aos trilhos que o mundo escolhe. O que arde em meu coração é um só clamor: que o Senhor se lembre de mim. Porque isso é o que realmente importa, só Ele pode me garantir o lar eterno, onde a alma descansa e o amor jamais tem fim. E isso… é suficiente.”
Amor Carnal
Nunca acreditei em amor a primeira vista, até conhecer você!
Fico me perguntando como um ser terrestre tem a capacidade de me seduzir de uma tal maneira que faz com que tudo que eu fale, que eu veja, ou até mesmo que eu cante me faça lembrar do teu lindo olhar. É tão difícil dizer que te amo, não consigo passar dez minutos se quer sem pensar em você, ando por aí colhendo sentimentos que me sirva de ponte para que eu possa chegar até a tua mente. Tua pele branca, teus cabelos macios, teu jeito de ser e uma anexão de coisas te faz um veneno que eu quero morrer bebendo todas as gotas.
Te amo!! E vou lutar por isso pois cada parte do seu corpo é como um imã que me leva até você, e nos leva ao polo norte, onde lá só teremos uma saída: ESQUENTAR NOSSOS CORPOS ENTRELAÇADOS UM SOBRE O OUTRO!!
Siilas Veloso
LETAL
A fidelidade jurada foi carnal,
Trair-te não me põe pecador.
Devaneios não causam mal.
Traio mais nego amor.
Pois se desejo, sou desejado.
Excetuando as trapalhadas
Não amo, nem sou amado,
És letal nos sussurros das gargalhadas.
Seguimos indiferentes na condição
Não é amor, apenas é bom.
É carne. Nunca será pão.
Outro deleite bem casual
Fitamos o universo a procurar.
Mero acaso, nada proposital.
“Aqui vos digo que se um casal achar que é a conjunção carnal que constitui a base de um relacionamento e é ela que os mantém juntos, essa relação conservar-se-á circunscrita e cairá. Pois o que constitui a base de um relacionamento forte, duradouro e louvável por toda a eternidade são o carinho e a confiança, e a dedicação e o entendimento mútuos entre ambos os Seres da Criação.”
Em teus braços eu sinto uma emoção incomparável, um prazer carnal jamais imaginável, sinto-me tão leve, uma vontade voraz de viver, em mim surgem calafrios cheios de sensações boas, me sinto tão segura, tão sua, tão eu. A verdade é que eu gostaria de morar no seu abraço.
