Desculpas Amor Nao Correspondido
Lana: Então, por que não ficamos juntos?
Clark: É complicado.
Lana: Não devia ser. Não quando se ama alguém.
... a alcançada
maturidade comprova que
o primordial da vida não é vencer -
porém,criar lastros de amorosidade e
autodomínio que nosjustifiquem
diante 'Daquele' que nos
concedeu achance de
viver!
Talvez não passe um dia sem que você pense em desistir de um sonho, de um plano, de um objetivo. É exaustivo construir, pedra por pedra, levantando nosso castelo aos poucos. É desgastante observar tantos buscando atalhos, sendo desonestos, prosperando à custa dos outros. É árduo fazer por nós mesmos o que ninguém mais pode fazer. E quando o cansaço chega, nosso inconsciente imediatamente tenta nos persuadir a recuar, a desistir. Digo com a certeza de alguém que muitas vezes acordou querendo parar, mas foi dormir sabendo que estava no caminho certo: continue. Não permita que as adversidades exteriores apaguem a chama de esperança no seu coração. Não se trata apenas de vencer, mas de construir uma base sólida. Realmente, é cansativo, eu sei, mas é recompensador. Vai valer a pena. Confie. Edgard Abbehusen
O indelével é aquilo que não pode ser apagado. Quando uma experiência atinge esse nível, ela deixa de ser algo que você se lembra e se torna algo que você é.
Promete que veremos logo,
Promete que isso não vai ficar assim,
E que toda essa distância
Não vai roubar você de mim
Ainda que a vida lhe cause dor, não abandone seu sorriso, pois ele é a marca da superação e o caminho para o recomeço.
Passei a maior parte da vida protegendo meu coração. Protegi tão bem que me comportava como se não tivesse um. Mesmo agora, é uma coisa mequetrefe, comida de traças e escabrosa. Mas é seu.
Todos os caminhos nascem da escolha, até o instante em que você para e percebe: não escolher também é um caminho.
"Se não conhece, não julgue. Erros e variações na informação do falso testemunho, deriva ao bullying da língua no pecado da fofoca.
A retalhação da alma débil."
Às vezes o telefone soa na madrugada
Mas não são as madrugadas de sonhos
Que se perderam noutras madrugadas
Este deserto é um camelo perdido em mim mesmo
Um dromedário que não entende
De cartas astrológicas ou astrolábios
O telefone toca; eu sei mas ninguém mais sabe
Ninguém mais ouve é tudo um deserto galopando
Na insensatez quadrúpede
Que não me deixa sonhar.
Ainda suspira, inda soluça, sussurra uma esperança
O deserto empoeirado cala a madrugada
E eu não ouço o poema,
Eu não ouço as promessas, as juras
O telefone toca, eu sei que toca, mas só eu sei
O deserto continua seu galope,
O silencio é tão intenso que este buraco negro
é amnésia desse pretérito mais que Perfeito
então às vezes, só às vezes soa o telefone na madrugada
Meu Eu Que Sobrou.
A minha mente fala comigo,
mas já não sei se é comigo que ela fala.
Ela diz que há um Eu…
um que sobreviveu ao naufrágio,
que não se afogou com os outros eus
que criei pra não doer tanto.
Já fui tanta coisa que não era,
pra caber em lugares onde ninguém me queria por inteiro.
Me desfiz em pedaços pequenos,
só pra alguém me aceitar
e me perdi de mim.
A verdade?
Nem sei mais se esse Eu verdadeiro ainda existe,
ou se é só mais uma ilusão
tentando me manter de pé.
Minha mente está cansada…
cansada de lutar contra o vazio que ela mesma criou.
Cansada de prometer que vai passar,
quando tudo só se repete — mais frio, mais fundo,
mais só.
Se esse Eu que sobrou ainda vive,
ele não grita.
Ele chora baixo.
Ele sente tudo calado,
como quem sabe
que nem o próprio coração
escuta mais.
O tempo cura as dores e as queixas, porque nós nos modificamos, não somos sempre a mesma pessoa. Nem o ofensor, nem o ofendido, são os mesmos.
O que eu sou?!?!?!
Sou a única estrela de um céu estrelado que não brilhou...
Sou a única flor de um jardim florido que murchou...
Sou a única palavra de um poema que não rimou...
Sou a mulher que nunca beijou...
O homem que nunca amou...
A esposa que nunca engravidou...
O sonho que não se realizou...
O que eu sou????
Sou o único erro em uma centena de acertos...
Sou o único idoso que dançou...
A única gestante que rebolou...
A esperança que restou...
Sou o único defeito, o único erro...
O que estragou — é o que sou...
Sou a poesia não terminada...
A fantasia não realizada...
A matéria que não passei...
A roupa que não usei...
A louça que não lavei...
A planta que não plantei...
De tudo...
Sou o que não sei...
Não é desabafo, nem depressão...
É como nos veem...
É a nossa impressão...
Somos o lado ruim da questão...
O que fazemos de bom, de perfeito — ninguém vê...
Vamos olhar o céu estrelado...
Vamos agradecer pelo jardim florido...
Pelo que no poema foi dito...
Temos que aprender a falar de coisas boas,
A elogiar,
A dizer o quanto amamos...
Que tipo de pessoa só enxerga a perfeição?
Que diminui o outro por puro prazer?!
E não pelo tanto que cada um tem a oferecer...?!
Sou mais que a estrela que não brilhou...
Sou mais do que a flor que murchou...
Sou mais... sou mais...
E sei o meu valor.
