Desculpas Amor Nao Correspondido
Me encontre novamente depois do anoitecer e eu te abraçarei. Eu não sou nada além da vontade de te ver de novo, e talvez esta noite, nós voaremos pra bem longe. Nos perderemos antes do amanhecer.
O mundo está repleto de ouro. Ouro no solo. Ouro no mar. Ouro nos cofres. Mas o ouro não resolve o problema da miséria.
Se não fizer a sua melhor amiga entender que este relacionamento é importante, então acho que não temos um relacionamento.
Entre o cansaço e a reinvenção
Há momentos em que tudo parece parar.
O corpo não reage, a mente pesa, e o coração se cala.
Mas antes desse vazio, vieram os dias de luta,
os de sobrecarga, de resistência, de pura tentativa.
Vieram os tempos em que foi preciso sobreviver —
reinventar-se, aprender o que nunca se imaginou,
buscar um novo rumo, mesmo quando o chão faltava.
E, sem perceber, fomos adoecendo.
Talvez não de febre, mas de esgotamento.
De tentar ser fortes o tempo todo.
A vida é isso: um constante sobreviver.
É cair, e mesmo sem forças, tentar levantar.
É seguir com os pedaços que sobraram,
e fazer deles uma nova forma de ser.
Eu tenho vivido assim: lutando,
mesmo quando o cansaço me visita.
Porque entre o desgaste e a esperança,
ainda há um fio de fé que me faz continuar.
E no meio do caos, eu me reinvento —
vez após vez,
vida após vida,
em mim mesma.
Mas, às vezes, sinto falta da mulher que fui.
Daquela que sonhava sem medo,
que acreditava no novo, que se lançava inteira.
Sinto falta da energia que me fazia criar,
das madrugadas acesas por ideias,
das vontades que me moviam.
Quem sabe seja tempo de voltar —
não à dor, não ao peso,
mas ao fogo que me acendia por dentro.
De reencontrar em mim o brilho da busca,
a alegria do recomeço,
a coragem de tentar outra vez.
Talvez esse seja o meu novo recomeço:
reavivar o que um dia me fez viva.
Mas por hoje, por agora,
apenas revisito essa eu do passado
em uma galeria lotada de momentos,
de construção, de vivências, de trabalho,
de luta, de sonhos —
imagens arquivadas, jamais vistas,
que hoje revisito pouco a pouco
e sinto falta,
mas não me encontro lá.
Despedindo-me em Silêncios
Há dias em que me percebo partindo sem sair do lugar.
Não é fuga, é cansaço de permanecer inteira.
Vou me desfazendo devagar,
como quem solta o ar e deixa o corpo repousar no intervalo.
Já não há pressa em resistir.
A resistência virou hábito, quase uma oração muda,
dessas que não se aprendem, apenas se sentem.
Deixo pedaços meus em cada esquina do dia
um pouco na roupa pendurada,
outro no copo que esqueci de lavar,
e tantos nos silêncios que deixei falando por mim.
Não há ruído na minha ausência;
há um eco que insiste em sussurrar: “ainda estou aqui”.
Mas estar tem me custado caro,
como se cada gesto cobrasse uma parte da alma.
Não quero piedade, nem perguntas.
Quero apenas o direito de ser brisa,
de existir em fragmentos,
de não precisar me reconstruir hoje.
Se um dia eu me dissolver inteira,
não busquem culpados,
apenas saibam que eu tentei.
E que, em cada fragmento que deixei,
havia uma tentativa de ficar.
Hoje não
Eu luto contra esse dia todos os dias, exaustivamente.
Antes era um dia de cada vez, um dia por vez.
Hoje é uma frase que me acompanha todos os dias.
Hoje não. Não será hoje.
Mas, de forma consciente, venho me fragmentando.
Deixando pedacinhos de mim soltos.
Em tudo que faço, silencio, ouço ou digo.
Onde escrevo, onde publico.
Pedacinhos.
Talvez parte de um quebra-cabeça que não faça sentido
para quem olha hoje...
Caso, em algum momento, essa exaustão me vença,
tudo isso ganhará uma clareza e deixará de ser invisível a olhos nus.
Tudo que é invisível hoje fará sentido na minha ausência,
no momento em que todos aprenderem a ver com o coração
cada pedacinho solto de mim deixado por aí.
E isso só será possível na minha ausência.
Hoje não.
Hoje só me fragmento mais um tiquinho...
Mulheres não são joias!
Deus as fez raras, maravilhosas, abençoadas... Ao contrário das joias, que são simples metais ou minerais, cujo valor é nada perto da magnitude da beleza da mulher. Joias são coisas inanimadas, mas as mulheres são cheias de vida. As joias não enfeitam as mulheres, são as mulheres que enfeitam as joias. O que seria das joias se não houvesse as mulheres para lhes emprestarem vida e beleza?
Mulheres não são joias! Estão muito acima disso. O gênero humano é a coroa da criação de Deus e a mulher é a coroa do homem. É justamente por isso que Deus deixou registrado o texto de Provérbios 31:10: “Mulher virtuosa; quem a encontrará? O seu valor excede ao das mais finas joias.”
Mulher, parabéns pelo seu dia e que Deus a abençoe sempre, com bênçãos sem limites!
Eu sou mesmo assim...Um emaranhado de incógnitas que não suporta se curvar ao domínio das dúvidas, das obrigações, do tem que ser, do deve ser! Não são essas certezas infundadas que me dão tesão em descobrir quem sou eu de verdade...E como sei que sou um vulcão em erupção, prefiro me desvendar aos poucos, lentamente, para não me ferir e não ferir ninguém...Essa é uma das únicas certezas que tenho! Talvez infundada também...
Não há abrigos seguros onde alguém possa esconder-se.
Ao meu redor, nada mais que escuridão, e desespero. A luz que vejo, não é a do túnel feliz, muito menos de uma boa alma carregando qualquer lanterna. A luz que vejo, ela simplesmente não existe. Nada mais, nada menos que ilusão. Talvez por ter tanta vontade de ve-la e poder enfim segui-la...
Valorize a pessoa que te ama , por que há um mero ditado quem não valoriza sozinho a pessoa fica e sim chorando pelo cantos por não ter dado valor quando obteve oportunidade de fazer a pessoa feliz , pense nisso o mundo da volta e grande e sim o que é pra ser será basta cuidar o que você tem Deus coloca pessoa especiais em nossa vida pra nós fazer sorrir e sim muito importante pense nisso pessoas que é uma raridade é pouco de se encontrar nesse mundo que vivemos então se ela faz você sorrir faça ela sorrir Também .
E as ovelhinhas que supostamente são acusadas de negras, às vezes não sabem que são as mais belas entre as ovelhas.
"Os homens que não perdoam às mulheres suas pequenas falhas, nunca desfrutarão de
Suas grandes virtudes."
E quando chega o fim você percebe que não foi exatamente o planejado, e que tem certas coisas que já não podem ser modificadas. É ai que você entende que uma vida não pode ser julgada pelo seu fim e sim por todos os contextos que fizeram chegar até ali. Alguns são injustificáveis, por tanto aceitos, pois nada é por acaso.
