Desculpas Amor Nao Correspondido
Quando não há mais nada que possamos fazer para tentar modificar algumas circunstâncias, o que existe de mais confortável no mundo é a liberdade da entrega e a coragem da aceitação de que as coisas possam ser simplesmente como são.
O outono derrubou minhas pétalas, porém não destrui meu aroma,e na primavera vindoura terei minhas pétalas de volta, e ti enviari antes que outro outono venha e as leve.
Amar não é apenas dizer “eu te amo”, mas deixar que os gestos falem por si só.
É querer estar sempre por perto, mesmo no momento mais incerto.
Não é xingar, humilhar, ofender, mas sim , cuidar, amparar, proteger...
É querer expressar o nobre sentimento que invade o coração e às vezes até machuca, sufoca, dói de tal forma que muitas vezes parece que será impossível suportar tamanha dor.
Como é estranho esse bicho chamado amor!
Ele pode ser massacrado, sufocado, até esmagado, mas é forte o suficiente para seguir em frente e ressurgir do chão e passar por cima de tudo, perdoar o que for, esquecer tudo o que for necessário, mesmo que todos digam para que se faça ao contrário.
O amor não é vingativo.
É nobre, sublime, terno.
É um sentimento que, quando é verdadeiro, é para sempre.
É eterno.
Não sou eu quem descrevo. Eu sou a tela
E oculta mão colora alguém em mim.
Pus a alma no nexo de perdê-la
E o meu princípio floresceu em Fim.
Que a sua arrogância não lhe tire um amigo.
Que a sua arma não tire uma vida.
Que as suas palavras não destruam um sonho.
Que a sua ambição não acabe com o mundo.
Me contraria a idéia de não arriscar, de aceitar o conveniente e desperdiçar o improvável!
Se existe mesmo o livre arbítrio, de que me interessam as regras, se posso criar as minhas próprias?
O meu maior delito é complicar o sentido das coisas...E quanto maior a minha bagunça, maior é a minha compreensão da vida.
Afinal, viver consiste em aprender e não em passar uma vida inteira fazendo o que já se foi feito!
Podem me tirar tudo que tenho
Só não podem me tirar as coisas boas que eu já fiz pra quem eu amo
E eu sou feliz e canto e o universo é uma canção e eu vou que vou
Inacessível
Como explicar ao mundo que me tornei inacessível?
Que não foi escolha, nem arrogância — foi autodefesa.
Foi o único jeito que encontrei de sobreviver às feridas que me causaram, de não me perder de vez tentando ser tudo para todos.
Como explicar que, quando finalmente deixo alguém se aproximar, essa pessoa se torna única, mesmo sem saber?
Ou que, às vezes, ela até é a única, mas não consegue corresponder?
E como dizer isso sem parecer ingratidão, sem que sofra o peso do mal-entendido de quem nunca sentiu o que é se esgotar por dentro?
As cobranças externas já são duras, mas nenhuma é mais cruel que a minha própria.
A autocobrança me corrói essa necessidade de perfeição, de acertar e estar sempre presente, de ser sempre o amparo, mesmo quando sou eu quem mais precisa de colo.
Guardei tantas vezes a minha dor no bolso para cuidar da dor dos outros que agora ela já não cabe mais.
E mesmo assim, sigo tentando.
Tentando conter o transbordar, tentando ser funcional, tentando dar conta de tudo, mesmo quando não já não tenho dado conta de mim.
E é aí que percebo: não é que eu tenha desistido do mundo.
É que o mundo desistiu de ouvir o silêncio.
Então me desfaço em partículas.
O medo é a maior arma, nas mãos das pessoas sem caráter usada para manipular outras pessoas, não importa qual seja a instituição.
A existência de Deus, embora não seja tecnicamente descartável, é muito, mas muito improvável mesmo.
"Não sei onde nasce o arco-íris mas sei onde estão todas as cores que harmonizam e alegram minha vida."
Não espere o dia em que as pessoas mais importantes de sua vida serão tiradas de você, para poder demonstrar o quanto elas significam em sua vida.
Não espere que outros realizem seus desejos, seus sonhos, suas metas. Você é o único responsável por cada página da sua história.
Por que não consigo te esquecer?
Por que eu quero te querer?
Por que preciso de você?
Por que tem que doer?
Por que sofrer?
Por que viver?
Por que amar?
Por que você?
Por que eu?
Por quê?
