Desculpas Amor Nao Correspondido

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Será que minha vida tem a mistura de amor e dor?
Sinto o calor que enobrece meu coração seguido de uma frustração.
O meu pensamento é inocente como o dia sem o sol e misteriosamente traz-me sensações desejadas por um sentimento que acredita na esperança.
Palavras carinhosas e verdadeiras enchem meus momentos de alegrias e ansiedades dos seus detalhes.

Sem você me sinto fraco e minha casa cai derre-pente, pois eu sei que o amor que sinto por você é mais que imperecível;
Você continuará intacta em meus pensamentos, no meu coração e na minha cabeça confusa;
Com você enxergo melhor, pois o meu horizonte com os seus olhos se faz mais belo;
Com você minha vida tem mais razão com a cura das cicatrizes em meu coração;
Sei que sou imprevisível e acredito que mesmo você sendo intocável meu amor é totalmente imperecível;

Ao mesmo valor que o homem tem a violência... A mulher tem ao amor... Tem a rosa e a feminilidade incumbindo à serenidade buscada pela paz...
Ó homens que pensam em ferir! Dar-ser o momento hereditário para que não tenha o tempo inválido sem sorrisos ou arrependimento...
Ah mulher és a esperança com o teu cheiro, teu perfume... Carregando em teu ventre a esperança da paz... Do amor para tanto acabar com a dor...

Mudei as minhas atitudes e comecei a plantar o amor próprio
Para que quando florescesse pudesse colher e envolver
O meu coração com positividade e ser feliz;

O coração é o bobo da corte
Cortejando Sua Majestade, amor!

⁠Fui privado de viver um grande amor
mas estou disposto à lutar por cada
centímetro...

Toda forma de amor é necessária para reerguer vidas.

Sou feliz apenas por existir, e se fosse julgado, seria absolvido por excesso de amor à vida

O amor é meu advogado, e a esperança, meu juiz.

O Amor jamais acaba, o cotidiano pode desgastá-lo, mas adicionar novas rotinas podem curá-lo, as mudanças tornam-o maduro e mais intenso que outrora.

"O amor é algo inexplicável, se manifesta de diversas formas, é a única realidade confiável, o restante é pura ilusão"

Por maior que seja a distância e a altura, o amor é o único sentimento real e insuperável.

O Amor passa por fases, ao cultiva-lo, ele se renova, transforma-se e floresce, jamais acaba, trata-se da maturação, pois sua restauração é contínua.

A paixão é fogo ardente,
consome-se rapidamente,
o Amor também é fogo,
porém dosado, por isso
é duradouro.

Aprendi com Nietzsche, em
"Ecce Homo", o Amor Fati,
amor à vida, o que passa
em seu decorrer e aceitação.

O amor aos saberes é a essência que distingue os indivíduos entre "pensador e rebanho".

O "amor" é o chão que
permite, finalmente, a
plenitude do ser.

- Por favor, me " vê " uma porção de Amor estupenda..
Com Humor de acompanhamento...
E um litro de Felicidade "sem" gelo...

- Pra viagem senhor?

- Não, pra o " Sempre" !!!!!

A ARQUITETURA DO AFETO E A ASCENSÃO DO AMOR.
Marcelo Caetano Monteiro .
Há uma ordem íntima que rege as experiências humanas mais profundas. Não se trata de convenção social nem de mera construção psicológica passageira, mas de um encadeamento quase ontológico das disposições da alma. Criar afeto não é um gesto superficial. É um labor silencioso, progressivo, que começa no reconhecimento do outro como valor em si mesmo.
O afeto, em sua gênese, é cultivo. Não surge acabado. Desenvolve-se como quem prepara um terreno antigo, respeitando o ritmo da terra e a paciência das estações. Nesse processo, o ser não apenas oferece algo ao outro, mas reorganiza a si mesmo. Há uma transformação interior inevitável. Quem cria afeto, reforma-se.
Ser feliz, então, não é o ponto de partida. É consequência. A felicidade, quando autêntica, não nasce do desejo de possuí-la, mas do exercício constante de fazer o bem, de estabelecer vínculos sinceros, de sustentar uma presença que não exige, mas oferece. O afeto bem cultivado gera uma reciprocidade natural, não forçada, que devolve ao indivíduo uma sensação de plenitude serena.
Fazer feliz é ainda mais elevado. Porque exige descentralização. Exige que o eu deixe de ser o eixo absoluto. Nesse estágio, a criatura já compreende que a alegria do outro não é instrumento, mas finalidade. E ao promover essa alegria, paradoxalmente, encontra uma forma mais pura e estável de satisfação interior.
Somente após essa longa disciplina do sentir é que se pode falar em amor em sua culminância. Amor, aqui, não como emoção instável, mas como estado consolidado da consciência. Um estado em que o querer bem já não depende de circunstâncias, respostas ou garantias. É permanência. É decisão contínua. É síntese.
Invertê-la seria violentar a própria estrutura da experiência humana. Pretender alcançar o amor sem ter passado pelo afeto é desejar o fruto sem aceitar o tempo da árvore. É buscar o ápice sem compreender o caminho.
E é no respeito a essa ordem que a existência encontra sua forma mais elevada de sentido. Porque somente quem aprendeu a criar, a sustentar e a expandir o afeto, torna-se capaz de habitar o amor não como um instante, mas como uma condição duradoura da própria alma.

O DESERTO QUE BROTA NO PEITO.
Clamamos por amor nas longas estradas.
Entre sombras, esperas e jornadas.
Erguemos as mãos ao céu desmedido.
Perguntando por que o coração segue ferido.
Mas o amor que suplicamos em oração.
Talvez tenha partido de nossa própria mão.
Talvez tenha morrido na palavra negada.
Ou na ternura esquecida e nunca semeada.
Queremos jardins floridos ao amanhecer.
Sem lançar uma semente sequer.
Ansiamos pelo abrigo, pelo calor e pela luz.
Mas recusamos o peso da própria cruz.
Pedimos afeto às portas do destino.
Como quem exige água sem cavar o caminho.
Esperamos colheitas em vasta amplidão.
Onde jamais trabalhou nossa dedicação.
O coração humano é campo profundo.
Que fecunda ou devasta seu próprio mundo.
Quem distribui bondade em cada estação.
Constrói silenciosamente a própria habitação.
Nenhum rio alcança o mar de repente.
Nenhuma estrela resplandece ausente.
Toda grandeza nasce em discreta ação.
Todo amor regressa ao seu ponto de emissão.
Se a alma se fecha em rigor e frieza.
Receberá de volta a mesma aspereza.
Mas se espalha perfume pelas veredas da dor.
Encontrará flores onde antes havia dissabor.
Não é o universo que nos esquece.
Nem a providência que desfalece.
Muitas vezes a carência que nos consome.
É o eco do bem que jamais tomou nome.
Assim segue o homem pela vastidão.
Procurando fora a própria redenção.
Sem perceber que a fonte procurada.
Nasce da água que foi compartilhada.
Reflexão
Muitas vezes lamentamos a ausência do amor, sem notar que ele obedece à mesma lei das sementes. Ninguém colhe aquilo que nunca plantou. O afeto que oferecemos, a compreensão que distribuímos e a misericórdia que exercitamos tornam-se forças que retornam, cedo ou tarde, ao encontro de nossa própria existência. O amor que nos falta, não raro, é justamente aquele que ainda aguardava nascer através de nós.