Desculpas Amor Nao Correspondido
A ARTE DE AMAR
A arte de amar está nas simples ações
No jeito que teus olhos brilham quando
Veem aquela pessoa que ama.
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga todo o amor.
A arte de amar está naquele simples filme clichê
O qual se emociona quando vê
No peito grita minh'alma, que transborda quando canto. Entrego-me visceral, sem amarras, à partilha. Meus amores, meus prantos, meus calores, meus encantos. Errante, meu coração é aberto, queima e não cicatriza.
o que é o tempo?
o que é a distância?
Quem ama é nada
É tudo
É uma foto na tela
É um toque na mão
E uma lembrança
É um presente
É buscar
É querer estar
É ficar triste
É sorrir de alegria
Amar é você
Amar sou eu
Amar é te olhar com olhos da alma
É tocar com a ponta do dedo
Amar é ver seus olhos
Saudade é
Saudade sou
Saudade sempre
Amar é nós
Amor é isso
Uma escolha por nós
Uma saudade que rasga
É esperar te ver
Amar
Enquanto sua inveja disfarçada de critica em desejar o mal alheio lhe faz perder seu tempo. O desapego auxilia aquele que usa seu tempo para cuidar de si próprio e aceitar seus erros aos invés de culpar. Assim, adquiri a verdade que o tempo que não se perde, lhe faz progredir. Jose Meireles
ARRÍTMICO (soneto)
Amar você foi coisa de espaço
A sofrência é mais que uma dor
Foi tão bom ser teu, o teu laço
Trançado ao teu querer, amor!
Aqui num silêncio, falta pedaço
Pouco me resta do que foi, calor
Também falta! Falta o compasso
Abraços, afagos teus, aquela flor!
E aqui neste poetar derramado
A morte é menos que a saudade
E pelos olhos o pesar é vazado...
E ao ver o teu cheiro na solidão
Então, vejo que sou só metade
E arrítmico o matuto coração...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
10/07/2020, 14’35” – Triângulo Mineiro
Eterno, forte e bom
Hoje te vi ao olhar para o quintal.
Sentada com a gente a prosear,
Com uma cana a saborear,
No meio do canavial.
Dia desses minha mãe indagou:
- Você tem visto ela?
- Briguenta, mas gosto dela.
Sorri e ela viu que meu olhar brilhou.
Olhos pro local da fogueira
E penso em nós,
Nas nossas bobeiras,
De passar a noite ouvindo um som,
Rindo feito duas crianças,
Num sentimento eterno, forte e bom.
INVERSOS
A chuva chove lá fora,
Meus olhos chovem em lágrimas,
Queria chuva de meteoros,
Estrelas cadentes,
Faiscando no céu escuro...
Pra que raios e trovões?
Pra que vendaval?
Pra que tormentas?
E furacões?
Quero a brisa leve,
Que bate no rosto,
Esvoaçam os cabelos...
Quero voar ao vento,
Voar pensamentos,
Pairar nas nuvens...
ESPERA...
Bruxa, fada, princesa...
Do meu castelo suntuoso,
Nas janelas altas da torre,
Te busco no horizonte,
Sou bruxa,
Minha porção do amor fervilha,
Não te vejo...
Sou fada, tenho asas para voar até você,
Mas não sei por onde andarás,
Sou princesa,
Da alta torre jogo as tranças,
Espero que em cavalo branco chegue amante,
Pelas minhas tranças chegarás até mim,
E entregar-te-ei todo o meu amor...
