Desculpas Amor Nao Correspondido
Ah, essa coisa de amor. Amor não se explica. Amor se aplica. Amor se descomplica e multiplica. Se lapida, se adequa, se rega e se roga. Amor não se implora. Amor aflora. Amor não se impõe. Amor propõe e não supõe. Amor tem certeza. Tem clareza. Tem nudeza. Amor tem beleza.
Amor não se empresta, se dá. Amar é desejar sempre o melhor para quem se ama, mesmo que o melhor seja a distância ou a separação. Amar é amar e não esperar nada em troca, nem mesmo o amor que se dá.
Não precisa de palavras ou atitudes para provar teu amor por mim , pois isto seria de um todo passageiro, apenas me envie a um lugar secreto do teu coração, dê me as chave para que eu possa entrar e o resto deixa comigo pois se for provado que me amas , será sentenciado a ficar comigo pra sempre...
E já que não somos eternos, que Deus nos permita viver o melhor da vida, amar o melhor do amor e ser feliz com as maiores alegrias!!! E que apesar de não sermos eternos, sejamos inesquecíveis ...
De beleza não se sustenta uma relação. É de amor, carinho e compreensão. A beleza um dia acaba. O amor, não!
Ao encontrar um amor, a gente não encontra a parte que nos faltava até então. A gente encontra a metade que fará falta a partir dali.
Paixão não é amor.
Paixão causa demência e tem prazo de validade. Quando acaba, dá espaço pro orgulho e vaidade.
Amor é racional e portanto, pode ser treinado, direcionado, mantendo as atitudes pensadas e controladas.
A paixão é cega, mas só no amor a gente enxerga os defeitos do outro e ainda assim escolhe ficar, porque enxerga também as virtudes (algo difícil quando a paixão finda), tendo pleno juízo e capacidade de ponderamento.
O problema é que muitas pessoas confundem seus sentimentos e se casam pelo motivo errado.
A paixão é uma força potente e avassaladora. Mas o amor é a única força transformadora e regeneradora que existe, o sentimento mais sublime.
Não pode ser amor um sentimento que causa dor. Se não trouxer paz, não será amor jamais.
O que dizer quando o amor está desistindo
Se o destino foi o juiz desta separação
Não basta seguir a esperança, se estás partindo
Nem ser único onde sempre foi um só no meu coração
Sempre lhe direi algo, além do tempo, além de ir ou estar vindo
Você nunca saiu da minha estação
Caio e tropeço, me sinto pequeno todo dia
Você também é parte, é um todo de boa recordação
Te peço perdão, por não ser a pessoa certa em sua alegria
Te digo com toda emoção:
- Pode desistir de mim, mas eu desistir de você a alma morreria
Pois de um amor igual, só se tem em canção
Podes estar em outros braços, mas teu coração comigo estaria
- Você é a minha afeição
E nenhum outro seria
Só se tem uma vez nas mãos uma rara flor
As tive um dia!
E peço ao fado novo olhar. Se ainda poderia me conceder
Sem nenhuma analogia:
- Repito, você é e será minha paixão no viver
Não precisa de clamar por
"Say something…"
Pois, te direi algo eternamente, onde eu for:
- você é o meu amor
Suzanne: Só faltava. Era a única coisa que ela ainda não tinha pego: amor.
Hipólito: Ninguém está imune.
Deixe livre as pessoas que ama, mas jamais às percam de vista. Não amarre o seu amor, porém nunca dê muita corda, ela pode se arrebentar e você não saberá onde o perdeu.
Não falta amor no mundo, faltam pessoas que saibam amar, mas não amar apenas com palavras e sim com atitudes!
DO AMOR
Não falo do amor romântico,
aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão,
paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,
e pensam que o amor é alguma coisa que pode ser definida,
explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto,
formatado, inteiro, antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto, para mim,
que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído,
inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?
Como percebê-lo?
Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?
Minha resposta?
O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores,
o amor será sempre o desconhecido,
a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido,
quer ser violado,
quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando, diante do seu labirinto,
decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,
e nós preferimos o leito de um rio,
com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.
Sua força se mistura com a minha e
nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu
como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha.
Como uma aurora colorida e misteriosa,
como um crepúsculo inundado de beleza e despedida,
o amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor,
se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a Vida é feita.
Ou melhor, só se Vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.
Acredito em interesse à primeira vista. Amor, não. Ele vem com o passar dos dias, com a convivência, com os segredos ao pé do ouvido, com as revelações diárias, com a aceitação do outro exatamente como ele é: imperfeito.
Amor não é algo que alguém é capaz de sentir ou não com base em alguma mágica. Alguma química. Isso é teatro. Amor é determinação. Amor é uma escolha que se faz.
O amor verdadeiro não deveria ser tão complicado.
