Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Cada individualidade já é um universo a interpretações e ponderações, daí a cautela leveza do julgamento temerário.
O que sentes hoje vai-se tornar um ontem, e o ontem pode tornar-se um presente.
Já o futuro é praticar o ontem para acontecer.
Daí, pensa comigo: hoje estás mal porque aconteceu um “x”; amanhã vais estar bem e esquecer o “x”.
Mas esse “x” já é um problema que vem do passado — ou criar-se-á no futuro com isso.
O que eu quero dizer é: foca-te no presente e pensa que tudo o que passaste está escrito.
Todas as batalhas são escritas, e um dia vais rir do que já passaste.
Porque o problema do ser humano é o medo — o medo controla a nossa mente.
E o medo de errar, ou o medo de combater, é o que nos enfraquece.
Daí te digo: todos temos um propósito nesta vida.
©Apollex827Oficial
"Ó víbora, doce seja vossa voz
E belíssima sejas tu, para que
Se torne um anestésico do seu
Veneno, que corrompe e apodrece
Quem amas a ti"
AO POETA
Que se senta na grama
Descreve a beleza do amor
Que rouba um verso
Nas asas de um beija-flor.
A você que traz no olhar
A verdadeira magia
Olhando o pôr-do-Sol
Constrói uma poesia.
Ao poeta que abre caminhos
Que usa a sua criatividade
Um elo, entre sonho e realidade.
Aquele que tem a ousadia
De transformar a desamor
Num canteiro de amor.
Parabéns a todos os poetas pelo nosso dia.
Irá Rodrigues.
Ser mulher é carregar um mundo inteiro dentro do peito e ainda sorrir.
Não é sobre aparência, é sobre caráter, coragem e coração.
Vocês são a prova viva de que a alma feminina não quebra — ela floresce mesmo nas tempestades.
—Purificação
"Por ti o povo todo ouço despertar e há aquele urbano movimento onde nada há de se calar por um momento e onde eternamente, nós existiremos, juntos, ocupando a arte que é pública, tão nossa. No verso da folha de ordem de prisão, ainda sim versamos, resistimos, livres. Livres e selvagens."
"[...] o artista é um imigrante disruptivo invadindo as nações da burguesia com os crimes do pensamento crítico."
CORAÇÃO DE OCEANO
No delicado pescoço alvo e macio
Um colar de um profundo oceano
Uma história num azul soberano
Diamante de aliança com o frio.
Um amor forte vivido repentino,
Verdadeiro, presente, tão inebrio
Da saudade melancólica e o desafio
A bordo num navio, incerto destino.
Os mares gelados levaram o que restou,
Do amor envolvente uma eterna alma
Apaixonada, enlutada que muito amou.
Não tem dinheiro que apague trauma,
Nada compra um amor que afundou,
Colar valioso que a saudade se acalma.
A Ordem é uma engenheira, o Caos um acrobata; seu interstício, o despudorado rebento de uma noite de amor esquecível, é o Poeta.
O amor é a rainha das virtudes, como as pérolas se ligam por um fio, assim as virtudes, pelo amor. As pérolas se soltam e fogem quando se rompe o fio. Assim também as virtudes se desfazem afastando-se o amor. É preciso amar, amar e nada mais
Toda automação Tecnomimética é, antes de tudo, um espelho ético: ela reflete o melhor e o pior de quem a programa.
Seja o meu último amor, por favor. Não um pedido romântico, desses que a gente faz no auge da paixão. É uma súplica de quem já se cansou de começar do zero, de quem sente a alma pesada por recomeços que parecem ter sempre o mesmo fim.
Sejas o meu último amor, não por medo do futuro, mas pela exaustão do passado. Fui colecionador de "sempre", de "para sempre" e de juras que o tempo desfez como se nunca tivessem existido. Acreditei que se podia amar várias vezes, mas a cada nova tentativa, sinto que perco um pouco de mim. Já não sei o que é amar de verdade, ou se apenas me vicio na ideia de ter alguém.
A cada novo relacionamento, a rotina de apagar e reescrever se repete: novas lembranças para construir, novas lições para aprender e, principalmente, novos nomes carinhosos para inventar. Nomes que precisam ser únicos, para evitar a nostalgia dos apelidos antigos que, mesmo no silêncio, ainda ecoam. O cansaço é real. A cada novo "corpo" a que me adapto quimicamente, sinto que as cargas emocionais se misturam e o meu coração se sobrecarrega.
O ciclo é sempre o mesmo: a apresentação aos amigos, as promessas, e o inevitável fim. De quatro em quatro meses, parece que preciso aprender um novo idioma do amor. É uma apresentação de novos parceiros e histórias, que no fundo, sinto que ninguém mais aguenta ouvir.
Mas apesar de tudo, a minha esperança permanece: que sejas o meu último amor. Que venhas para me curar, para me fazer acreditar que ser um casal pode ser realmente bom. Eu vivi tantas conexões intensas, com finais em dor, ansiedade e tristeza, que a minha mente se tornou um arquivo de memórias a comparar qual amor foi o melhor, qual me marcou mais, e qual me feriu com a sua partida.
És tu a cura que busco para a dor que habita no meu coração e na minha mente. Aquele que me fará esquecer o que é a tristeza para me mostrar onde mora a felicidade.
Sejas o meu último amor... por favor...
#viral
Sem propósito, glória é ruído e fortuna é entulho; com propósito, tornam-se alavancas para um futuro coletivo melhor.
© 04 mai.1998 | Luís Filipe Ribães Monteiro
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