Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Eu tenho medo de acabar contigo porque te perco. Mas tenho medo de te perder sem acabar ao mesmo tempo.
Desde que eu era jovem, já tinha uma boa noção de que eu era rejeitado pelo mundo. Mas, apesar do que eu sou, desde que eu tive a sorte de nascer, chegaria o momento em que eu seria capaz de ajudar alguém. Ou assim espero.
Aqueles com problemas devem ser tratados com bondade. E às vezes isso requer muita coragem.
Não quero cair, telha do telhado –
Quero morrer pouco a pouco.
Quero morrer observando
Como o corpo, gota a gota,
Se destaca da vida já cumprida.
Deixar que ela de mim se esvaia,
Como de uma peneira muito fina,
E – não tão logo – suspirar de alívio,
Por nada ver no fundo.
Falam muito, julgam mais do que deveriam e sabem pouco.
Sintomas comuns de uma patologia chamada ignorância.
Previna-se porque a única cura pra essa doença se chama bom senso e ele não é encontrado com facilidade.
Não seja idiota, não deixe isso se perder, virar poeira, virar nada. Daqui a pouco você vai crescer e achar tudo isso ridículo.
Essa...
Essa, que hoje se entrega aos meus braços escrava
olhos tontos do amor de que aos poucos me farto,
ontem... era a mulher ideal que eu procurava
que enchia a minha insônia a rondar o meu quarto...
Essa, que ao meu olhar parado e indiferente
há pouco se despiu - divinamente nua -,
já me ouviu murmurar em êxtase, fremente:
- Sou teu! ... E já me disse, a delirar: - Sou tua !
Essa, que encheu meus sonhos, meus receios vãos,
num tempo em que eram vãos meus sonhos, meus receios,
já transbordou de vida a ânsia das minhas mãos
com a beleza estonteante e morna dos seus seios !
Essa, que se vestiu... que saiu dos meus braços
e se foi... - para vir, quem sabe? uma outra vez.
- segui-a... e eu era a sombra dos seus próprios passos..
- amei-a... e eu era um louco quando a amei talvez...
Hoje, seu corpo é um livro aberto aos meus sentidos
já não guarda as surpresas de antes para mim...
(Não importa se há livros muita vez relidos
importa... é que afinal, todos eles têm fim...
Essa, a quem julguei Ter tanta afeição sincera
e hoje não enche mais a minha solidão,
simboliza a mulher que sempre a gente espera...
mas que chega, e se vai... como todas vão...
(Do livro - Amo – 1939)
E se nada me pertence, tão pouco preciso gastar meu tempo cuidando das coisas que não são minhas. Faça o mesmo.
Sou um palhaço de caneta na mão,
as vezes chorão, outras vezes bobão.
A vida é dura com a gente, pessoas por dentro nos matam,
mas outras nos abraçam.
Tem gente ingrata, mas tem gente que simplesmente
é uma graça.
Alguns te abandonam e outros te chamam,
te fazem sofrer e outros te fazem reviver.
Muitas vezes saudades, outras dias vontades,
tem dia de lembrança e também de esperança.
Temos dias de crer e outros sofrer,
mas o melhor de todos os dias,
é sorrir e viver!
Sergio Fornasari
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