Desculpa se sou um pouco Cabeca Dura
Ultimamente, falo pouco. Ando escrevendo mais do que tentando falar algo. Talvez, ninguém mais agüenta escutar os mesmos assuntos de sempre, e talvez, os mesmos amores. Ninguém mais entende e ninguém mais agüenta esse amor que eu sinto por você. Se é que se pode chamar isso de amor. Ultimamente, eu não tenho mais nada a dizer. Prefiro ficar aqui, no meu quarto do que sair por aí, caçando aventuras e desilusões. Prefiro ficar no escuro, a ir lá fora e ver o sol. Não sei o que acontece. Não sei o que há de errado comigo. A chuva está mais forte. Paro, olho a janela. Gotas vão se formando, vão caindo. E eu me imagino com uma gota. Me formei, aos poucos caí, e agora fiquei no chão. É, por aí isso. Não quero ser dramática, nem ser uma atriz mexicana. Esse é o meu jeito. Eu sou assim. Com dramas e fases. Com dramas e textos. Mas não se importe mais. Não me importo mais com isso.
Em uma época em que se tem pouco, para se contentar com
esse pouco, o melhor a fazer é torná-lo muito
Da esperança não pouco se canta;
Mas dela se ouve que se deseja.
Vê-se gente sugar-lhe a seiva
No palavreado linguajar
E o que sobra
É coisa que meus olhos não vêem.
Mas esp’rança eu experimento
No perder meus sonhos
E na agonia de não ter como seguir em frente.
Quando falamos pouco, há duas alternativas de classificação para nossa fala. Ou somos perguiçosos ou inteligentes.
Na verdade, é tão pouco o que eu peço. Não quero demasiadas complicações, e muito menos toda a pluralidade de promessas; porque não é disso que eu vivo. Eu vivo somente do retorno, do receber em troca o que a ti foi dedicado.
Tudo é muito pouco para
o limite do silêncio insaciável
que se expande em cúpula
côncava e contínua a mim.
Silêncio
Tudo é muito pouco para
o limite do silêncio insaciável
que se expande em cúpula
côncava e contínua a mim.
O silêncio, como a solidão,
é um pano de fundo para
a presença de um duro roer
de murmúrios segredos
que se refletem bem mais
sutil na escuridão que na
pele da luz assim silente
que cai em límpido orvalho.
Mesmo agora, o silêncio
de meu olho é pura brasa
que se revigora ao sopro
de um violento sussurro.
" Como escrever algo de ti,
Se tão pouco sei de mim,
O seu amor por mim,
Nem mesmo posso explicar,
Que quanto mais longe,
Mais perto de mim estarás,
Sinto os seus braços em mim....envolver,
Pois sinto-me frágil e indefezo,
O que dar a ti?
Se de ti quero pedir-te!
Pela manhã,
Renova-me com o seu AMOR,
Assim terei sabedoria para descrever "Tu hó SENHOR"
Tenho vontade de mudar o erro de pessoas que falam que amam em tão pouco tempo alguem, por que o começo é paixão e prazer... Os anos vai monstrando o que se sente, somando histórias que provam se são almas gemeas de verdade.
ha pouco tempo atrás
nao sabia o que queria
o que fazia
o que dizia
nao sabia para onde ia
e de onde vinha
acreditava na verdadeira amizade
que naquele momento
era mais falsa que tudo
chamar a uma mentirosa
de melhor amiga mas...
felizmente tudo mudou
e tu apareceste
tu me fazes ver
o verdadeiro sentido da amizade
agora digo que posso acreditar
mesmo na verdadeira amizade,
Cris minha melhor amiga,
chegaste ao ponto central tao depressa
tu és única rapariga,
és 5*, amizade esta que jamais irei esquecer
a ti minha amiga nao quero perder nunca
adoro-te muito
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