Desculpa mas Nao posso Retribuir seu Amor
Há um lugar dentro de mim que não tem nome.
Não é sombra nem luz — é um silêncio que pulsa, como se guardasse o segredo de todas as respostas que nunca tive coragem de perguntar.
Ali, as memórias não se mostram em ordem, mas em fragmentos que se repetem como ondas. Cada lembrança traz um peso diferente, e cada peso molda um pouco mais quem sou. É um território onde o tempo não existe, mas onde cada instante tem o peso de uma eternidade.
Não é um lugar para visitas apressadas.
É preciso entrar devagar, com a respiração contida, aceitando que algumas verdades não se dizem — apenas se sentem.
Ali, o choro não é tristeza, é purificação. A dor não é inimiga, é guia. E a solidão não é ausência, é presença ampliada de si.
Talvez, no fundo, essa profundidade seja o que me mantém viva.
Porque é ali que encontro a mim mesma antes que o mundo me peça para ser outra.
A anedonia é como um apagão silencioso dentro de mim.
Não leva embora apenas a alegria — ela leva o brilho, o impulso, o gosto das coisas que antes me moviam.
É estranho existir assim: lembrar do que um dia me fez sorrir e, ao mesmo tempo, não sentir mais nada.
É como tocar uma memória com as mãos, mas não conseguir alcançar o sentimento que deveria acompanhá-la.
Por fora, tudo parece igual.
Por dentro, é como se alguém tivesse apertado um botão e desligado a parte da alma que reage, vibra, celebra.
Não é falta de vontade.
Não é frescura.
É não conseguir sentir.
É olhar para momentos que deveriam me encantar… e não sentir absolutamente nada.
É querer participar da vida e, ao mesmo tempo, se perceber distante, apagada, desligada do próprio corpo.
A anedonia não rouba só o sorriso.
Ela rouba o caminho que leva até ele.
E é dessa prisão silenciosa que, todos os dias, eu tento me libertar.
Quem não está se ocupando em viver, está necessariamente se ocupando em morrer.
Eu nunca conheci uma pessoa que não tivesse problemas de algum tipo. É por isso que precisamos do encorajamento um do outro.
Não sei o que há de errado comigo. É como se tudo o que pudesse fazer é escrever esse palavreado para evitar a depressão.
Meu alicerce não foi erguido sobre o artificio da superficialidade.
Minha morada é no mais profundo das coisas.
"Marx foi o único que compreendeu que uma religião que não invoca a transcendência deveria ser chamada de política. . .".
As bombas podem matar os famintos, os doentes, os ignorantes, mas não podem matar a fome, as doenças, a ignorância.
Muitas vezes, a dor vem para nos ensinar. Não vem para nos embrutecer, mas para nos fortalecer e elevar, para aperfeiçoar nossa alma com o difícil aprendizado da aceitação e da superação.
- Você não confia nas pessoas, né?
- Nem você confiaria se soubesse que a pessoa que você mais ama te traiu. E te jogou fora pra sempre.
A paciência consiste em não perder a calma, mas em suportar a ignorância e a debilidade das pessoas.
Não faço mais dieta! Afinal, a baleia bebe só água e é gorda, o peixe faz natação o dia inteiro e é gordo, o elefante só come verduras e é gordo. Viva a batata frita e a coca-cola. Se eu tenho pneus? Lógico, todo avião tem.
Resiliência é aquela capacidade de não desisto do meu propósito. A vida é cheia de obstáculos, de dificuldades e a grande bênção é que a gente não desiste dela. Eu não preciso lutar com o outro, eu não preciso matar o outro. Eu preciso encontrar o caminho de chegar até lá. Que salto eu tenho que dar?
Sempre me sinto depressivo, eu não encontro a felicidade, mas onde ela deveria estar, eu simplesmente não sou o seu lugar.
Deus não me deu Neston e Pampers,
Não me quis universitário,
Deu uma mãe faxineira pra eu ser REVOLUCIONÁRIO.
A vida é curta, o tempo é absurdamente valioso e não volta.
Viva, ame mais, seja grato e principalmente seja feliz!
