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Desculpa mas Nao posso Retribuir seu Amor

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Ao contrário. Se era assim, podia ser, e se fosse assim, seria; mas como não é, não é. Isto é lógico!

Ele é um bobo, que faz caretas e piadas e que ri de tudo. Não sei o que ele é pra você, mas pra mim ele é perfeito.

Ahh! o Mundo Dá Voltas..., eu Não preciso que o mundo de uma Volta para perceber que eu te amo, mas, você precisa que o mundo de uma volta para perceber que nem sempre estarei aqui.

Quando você é ferido, consegue dormir tranquilo. Quando você fere, não.

Ninguém se sacrifica por fazer o que gosta.
Sofrer é fazer o que não se quer.
Para quem faz o que não quer, até uma flor é pesada.

Não é o que você tem, ou quem você é, ou onde você está, ou o que você está fazendo que o faz feliz ou infeliz. É o que você pensa sobre.

Não há dor maior do que, descobrir ser a segunda opção de alguém que você sempre considerou sua prioridade!

Não quero amar mais é preciso, quero você, mas é impossível, então me diga vida cruel, o que faço agora? Se o que quero é apenas pensar em você.

Eu não me preocupo com a ação, e sim com a falta dela.

A mamãe
não me bota mais no colo,
não bota mais,
não me embala mais o sono,
não embala mais,
não canta pra eu dormir...
não canta mais...
não bota mais,
não embala mais,
não canta mais...

Eu bem sei que já faz tempo
que ela ainda me embalava,
mas me lembro muito bem,
era assim que ela cantava:

"Dorme, dorme, filhinho,
meu anjinho inocente,
dorme, meu queridinho,
que a mamãe está contente..."

Mas o tempo passou,
passou, passou,
e a cantiga calou,
calou, calou...
e o menino foi crescendo,
crescendo, cresceu, cresceu,
mas aquela voz ficou.
ficou, ficou...

Eu agora já sou grande,
tenho quase a altura dela.
Vai chegar a minha vez
de poder cantar para ela...

Pedro Bandeira
BANDEIRA, P., Cavalgando o Arco-íris. São Paulo, Moderna, 1985

Se as coisas são inatingiveis... ora! Não é motivo para não querê-las.

Mario Quintana

Nota: Trecho adaptado do livro "Espelho Mágico", de Mario Quintana. Link

Oie, não quero te incomodar, mas preciso te desejar um ótimo dia, que você passe ele com muita alegria, que seu sorriso hoje brilhe com intensidade, que o seu coração não pense nenhuma maldade e que todos os seus sonhos se tornem realidade. Também quero te pedir não lembre de me esquecer e nem esqueça de lembrar de mim.

Não existe maquiagem que supere a beleza natural do sorriso de uma mulher.

Você pode não parecer com meu jeito de ser, mas você é muito especial.

Você não sabe nada, Jon Snow.

Não tenha medo de arriscar, mas lembre-se de sonhar com os dois pés no chão. Não tenha medo de dizer o que sente, mas não espere compreensão. Não desista facilmente, isso é o que todo mundo faz... seja diferente.

O que torna a ingenuidade tão graciosa é que ela não foi feita para durar.

A determinação não é medida pelo que você faz quando tem vontade, mas pelo que faz quando não tem vontade.

Faça alguém feliz. Irradie simplicidade, simpatia, energia e não se espante se a pessoa mais feliz for você!

A perfeição é horrível, ela não pode ter filhos.
Fria como o hálito da neve, ela tapa o útero

Onde os teixos inflam como hidras,
A árvore da vida e a árvore da vida.

Desprendendo suas luas, mês após mês,
sem nenhum objetivo.

O jorro de sangue é o jorro do amor,
O sacrifício absoluto.

Quer dizer: mais nenhum ídolo, só eu
Eu e você.

Assim, com sua beleza sulfúrica, com seus
sorrisos

Esses manequins se inclinam esta noite
Em Munique, necrotério entre Roma e Paris,

Nus e carecas em seus casacos de pele,
Pirulitos de laranja com hastes de prata

Insuportáveis, sem cérebro.
A neve pinga seus pedaços de escuridão.

Ninguém por perto. Nos hotéis
Mãos vão abrir portas e deixar

Sapatos no chão para uma mão de graxa
Onde dedos largos vão entrar amanhã.

Ah, essas domésticas janelas,
As rendinhas de bebê, as folhas verdes de confeito,

Os alemães dormindo, espessos, no seu insondável desprezo.
E nos ganchos, os telefones pretos

Cintilando
Cintilando e digerindo

A mudez. A neve não tem voz.

Sylvia Plath
in Jornal Verve, número 14 ( p.8). Rio de Janeiro: 1988.

Nota: Poema "Os Manequins de Munique" (tradução de Claudia Roquette-Pinto).

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