Desculpa mas Nao posso Retribuir seu Amor
Ela diz: "Mãe eu sei que ele é um zumbi, mas finalmente encontrei alguém que está interessado no meu cérebro e não no meu corpo."
O Céu estava tão azul, o sol iluminava aquela tarde toda tranquila, 1 hora foi o bastante para que uma nuvem negra surgisse do nada acabando com o aquela tarde.
PS: Veio em meu pensamento nosso romance.
O corpo (precisou)se levantou ,saiu de pé por inteiro,
mas a alma ficou lá, ainda chorando de joelhos.
"...E saber que a pessoa que vai te amar a vida inteira (do jeito que você é) também está por aí esperando para te encontrar."
Se você parar e pensar,
vai notar,
que a gente vai falando por falar.
No fim de tudo,
o que Deus resolver escutar,
é lucro.
na vida temos que aprender a fazer as melhores escolhas e para isso precisamos dobra nossos joelhos e pergunta a DEUS qual a melhor decisão
Sinto.
Sinto tanto.
Sinto muito.
Sinto sempre.
Da calmaria da alma ao desespero do coração.
Sinto da melodia, sinto da alegria.
Sinto do abraço apertado e do beijo sentido.
Sinto da lágrima quente que escorre, da boca
que confessa, do suspiro que não morre.
Sinto do lado a lado.
Sinto do gesto distante.
Aceita meu amor, sem palavras complicadas,
aceita o meu amor?
É que sempre fui eu, do outro lado da ponte, chorando, encolhida, abraçada no travesseiro, controlando meu próprio choro para não acordar ninguém. É estranho ter malas nas mãos, quando o costume era tê-las sobre os olhos. É estranho eu confortar, dizer que vai ficar tudo bem. Ok. Sei que essas palavras são mais para mim que para qualquer um, mas isso não atenua a estranha sensação que essas palavras trazem a boca, quando ditas.
Ela está sempre à beira de dizer o nome dele. Mas recua no último segundo, como um animal selvagem, com medo. É quase como um medo mutuo. Eu sempre, em qualquer palavra, assunto, circunstância, estou à beira de dizer sobre ele. Sinto em minha língua o gosto aterrorizante do nome dele, brincando, perversamente, dentro da minha boca, sentindo-se dono. Em conversas, eu posso sentir que ele está presente, quase entrando no recinto e flutuando junto das palavras despejadas pela boca. É como se ele, escutando a conversa como um intruso, estivesse atrás da porta. Uma presença estranhamente perto, perpetua. E lateja aonde quer que eu esteja.
É como se cada frase, implorasse para que o nome dele fosse implantado, fundido ao sentindo, mesmo ficando sem sentido.
