Desculpa mas Nao posso Retribuir seu Amor
No Médio Vale do Itajaí
a minha História de amor
está poeticamente escrita,
Floresceram os Brasiletos
aqui em Rodeio e a poesia,
Te inundei com amor e magia.
Magnífico Brasileto
beijando o horizonte
como você sempre beija
com amor a minha fronte
diante do cair da noite,
Não preciso ir longe
porque tenho tudo o quê
preciso em ti e que sempre
traz o quê me mantém
viva, intensa e livre de tudo
o quê não enleva em paz,
Sei que para nós juntos
não existe o limite jamais.
Um Chimarrão da Flor
mais doce e campeira
que é capaz de te cobrir
com todo o amor,
O teu coração não pensa
em outra coisa a não ser
em me seguir para onde eu for,
Porque só o meu calor
é capaz de te trazer serenidade,
você precisa de mim como
um pássaro que nasceu feito
para viver em total liberdade.
Um aroma gostoso
de Bolo de Maçã do amor
feito com todo capricho,
Para Santo Antônio de Lisboa
já está feito o pedido,
Agora só falta você
aparecer no meu caminho.
Noite de amor bonita
que podemos ver
as estrelas bem próximas
do Ipê-ovo-de-macuco,
Espero pelo teu amor
como o maior luxo
que alguém pode ter
neste mundo confuso,
porque de fato é.
É noite de Santo Antônio,
preparei um Chimarrão Ferradura
para ver se um amor eu encontro,
e se não acontecer não tem
problema a cada novo dia
sempre haverá um bom poema.
Na primeira mordida
se igual a festa que
faz a Maçã do amor,
É a minha poesia
junina para te inspirar
a festejar com sabor,
Não duvide que sou
brejeira e caipira
e para sempre na vida
serei quem eu sou.
Floresce a Ibirapita aqui
na Cidade de Rodeio
em pleno Médio Vale do Itajaí,
Amor sublime amor pleno
que me dá a certeza diária
que em ti sou laço que nada
e ninguém na vida desata.
Inesquecível Céu
total de amor
sul-mato-grossense
em esplendor
uma Cattleya nobilior
em tempo de flor,
Olhos coincidindo,
Poema mágico escrito
para que não seja
nunca esquecido,
em algum momento
para ser relido
com os olhos do coração,
inevitavelmente
para embalado
para ser por ti fortemente
sentido e por ambição
fazer-te ao amor apegado
e desejoso de doses
vertiginosas de paixão
em alta velocidade
pelas curvas misteriosas.
O meu poema é
Espírito-Santense,
é Ora-pro-nóbis
em floração,
é declaração
de amor bonito,
para quem está
surgindo amoroso
no meu caminho,
E que em breve
o meu nome dito
por ele será como
uma orquestra
para os meus ouvidos.
O Uirapuru posou
gentil na minha mão,
cantou uma canção
de amor e paixão
no ritmo do coração,
Algo tem me dito que
você se renderá a sedução.
Minha Pátria profunda,
eu te coloco no meu
amor mais absoluto,
No verdor das tuas
florestas eu tenho
o meu poético mundo,
No amarelo das tuas
riquezas tenho
a glória do destino,
No azul do teu Céu
tenho o abrigo
mais sublime e lindo,
E sob a proteção das tuas
vinte e sete alvas estrelas
confio na tua guarda
plena e altaneira
da nossa Independência
e deste peito de Sabiá-Laranjeira.
Surucuá-de-barriga-vermelha
é o pássaro da canção,
poema que me põe em flutuação,
Meu amor de loucura
e minha paixão única
que o meu completam ocupa.
O teu amor seja
no Céu ou na Terra
é mais valioso
do que ser coberta
por todas as pérolas
dos mares do Sul,
Não deixo nenhum
minuto de pensar
no teu sentir profundo
que coincide com o meu,
Como rito afetivo e lento
tenho ignorado o calendário,
porque o quê sinto optei
preservar e deixar pronto
para quando você chegar.
Quando o rio
do destino
se encontrar
com o mar
do nosso amor,
Olharemos
para o alto
e veremos
pérolas arroz
caindo sobre nós.
Sou filha do mar
espalhada nas ondas,
Mãe de muitas pérolas
e poesia de amor,
A sua madrepérola,
a inspiração e pendor.
Nas profundezas do oceano
Corais-cérebro decoram
a cena com nobreza,
O meu amor te levará à tona:
a respiração é o poema,
quem ama nunca aprisiona.
