Descrição do Amor
“Carpe diem...”
Já amei por acreditar na reciprocidade do amor...
Hoje, amo sem precisar de certezas...
Não tenho medo do talvez... Nada espero, nem mesmo amor...
Amo simplesmente porque me faz bem te amar...
Não importa que eu nunca desvende o mistério do teu silêncio,
O que há em mim é maior que eu, maior que minhas próprias crenças...
Como não dizer que te amo?
Eu te amo! E como te amo...
E a este amor incerto, pelo silêncio que nele habita
E não por outro motivo qualquer,
Quero deixar a clareza do que sinto,
E a certeza que nada espero, marcando em mim,
Na minha pele, o eterno...
E se um dia, tudo ou nada nos acontecer,
Não importa...
Não importa que tenha sido ilusão...
Eu vivi...
Estou viva!
Por isso, meu pequeno grande amor...
Nada precisas me dizer...
Estás em mim...
E eu, eternamente dentro de você,
E nós, mesclados...
Dentro de um coração,
“Carpe Diem...”
O meu amor não se esquece ele apenas adormece, até que apareça um novo amor e o faça reviver mais forte; sempre esperando que desta vez seja por alguém que o merece...
Oi, eu não vou mais insistir em algo só. Não é questão de desistir de amor, é desistir da dor. Às vezes temos que tomar atitudes que não queríamos tomar. Por vezes insistimos em algo que já não mais vale a pena. E não é que o amor não vale a pena, é a dor que não compensa carregar no peito por longos períodos. O amor é bom quando é reciproco, pois quando só uma parte ama, a dor é inevitável. Eu não desistir do amor, eu desistir de te amar.
Estranhamento
Estranho
que depois dos 40
esteja aprendendo
o que é o amor.
Que tolo então eu era
achando
que já sabia tudo de cor
pensando
que nesta matéria
não sentiria mais dor
pois dor e alegria me abalam
e humilde
- reaprendo quem sou.
Talvez pensasse
já ter resolvido a questão
quando na adolescência
morto de amor
vivi a ressurreição.
Mas o amor revém
com seu mistério sobre o homem
que em breve
será velho. Revém
e me humilha. Me humilha
e glorifica
me deixa doce perplexo
enquanto minha carne
se estremece
- e maravilha.
[ O Amor ]
O tempo nos trás e leva várias coisas, uma delas é o amor. Quem em algum momento da vida amou, mas não foi amado? Não existe aquela pessoa, feita especialmente para você, sob medida. Mas sim, pessoas que nos dão uma chance e nos compreendem. Nós aprendemos a amar essas pessoas como são e a entendê-las. São essas pessoas que merecem de alguma forma realmente serem amadas e terem uma chance assim como fizeram conosco. São aquelas pessoas, que olham bem nos seus olhos e sentem o que se passa no fundo do seu coração. As que enchergam em um simples olhar, uma chance de amar. E para essas pessoas, são as coisas mais simples como um simples abraço que são as mais importantes.
Quando você perde alguém que você ama, e esse amor - essa pessoa - continua vivo, há então uma morte anormal. O nunca mais de não ter quem se ama torna-se tão irremediável quanto não ter nunca mais quem morreu. E dói mais fundo- porque se poderia ter, já que está vivo.
Por mais que eu queira insistir
Nosso tempo acabou
Eu tenho que admitir
Isso não é mais amor
Tarde da noite você não é mais
A mesma pessoa
Que eu amei acima de tudo
E nada disso foi à toa
Durma bem, amor! Bons sonhos! Estou com muitas saudades, mas a semana já está quase acabando e logo vamos estar juntos outra vez. Estou contando os dias! Te amo muito!
Carol, Minha Filha
Meu sorriso se perdeu no seu.
Meu amor está vivo em você.
Hoje sei o que se quer dizer quando se diz que o amor nunca morre.
É porque ele se renova nos amores que tu hás de viver.
E a juventude que não mais me pertence é tua hoje.
Assim se faz a roda da vida pois assim foi é e sempre será...
Desse jeito é que nunca se envelhece, nunca se morre e o amor nunca se acaba...
Não há nada mais moderno do que o amor, não há nada mais desvalorizado do que o amor. Não existe nada, se não existe amor.
"Lá pode ter um novo amor pra eu viver. Quem sabe uma nova dor pra eu sentir. A droga certa pra fazer te esquecer e apagar a tua marca de mim. Tudo pode estar lá."
Amor não é só primavera é passar por todas as estações, sem deixar que as flores morram dentro de nós.
