Desconfiar de um Amigo
ELE é o teu GRANDE AMIGO
que até meio de uma tempestade
de mãos dadas contigo estará,
É só você querer que do seu
lado ELE para sempre caminhará.
Ninguém te ama depois de muito tempo ou lembra que é teu amigo(a) depois de muito tempo.
O cordial hostil tem espírito rasteiro, faz cerco contando com a tua distração e procura dar contornos para aquilo que nunca existiu, não existe e jamais existirá.
Fique atento aos sinais que transitam entre gestos, palavras de falsa amabilidade e palavras de falso clamor.
O cordial hostil sempre deixa rastros digitais para tentar constranger você e quem se encontra ao seu redor.
Como diz a minha Mãe que sempre recorda o adágio popular: "- Olho vivo que cavalo não desce escada.".
Quando um amigo te pedir ajuda, não arrume desculpas. Na sua vez, ele largou tudo que estava fazendo, só para lhe ajudar.
Judas era amigo
Judas era íntimo
Judas estava sempre por perto
Judas nunca será um desconhecido, sempre será um alguém tão próximo.
Emprestar dinheiro não quer dizer que você é amigo, eu mesmo já emprestei, já perdoei dividas, já até dei dinheiro. Ser amigo é muito mais que isso. É estar lá quando um precisar do outro, é se preocupar, saber se outro está bem, fazer questão da grandiosa presença no dia a dia, é ficar na torcida de uma conquista, corrigir quando tem que corrigir, só não seja de mentira, seja de verdade.
Aos que entristeceram por perder 𝗔𝗠𝗜𝗚𝗢𝗦 por causa da política: alegrem-se!? Ninguém perde um amigo que nunca teve.
Os que encontram um amigo, encontram um tesouro, mas quem encontra um irmão, encontra a chave do tesouro.
Quando você aprende a amar seus amigos e ser amigo dos seus inimigos a vida te ensinou alguma coisa.
AO SAUDOSO AMIGO RAIMUNDO DO GALETO:
O ano era 1964, na comunidade denominada Sitio Velho município de Esperança-PB, nascia Raimundo Fernandes dos Santos, sexto filho de uma família de dez, dos inesquecíveis, Paulo de Duda e sua esposa dona Luzia, aquele menino ainda franzino logo se destacara dos demais, como sendo um exímio comerciante, ao coordenar as vendas de leite da família, quase sempre entregues de bicicleta, incentivadas por seus pais, que percebendo o dom do garoto para lidar com aquela atividade, logo tratou de deixar a vida bucólica do campo, para fixar residência na sede do município, onde a principio, o inseriu na escola com o intuito de lhe oferecer uma melhor educação e, dotar- lhe de conhecimento que mais tarde viria lhe auxiliar na condução dos negócios da família.
Contudo, o menino já na pré- adolescência, não externava muita familiarização com as letras, seu forte, claro, rapidamente se evidenciou na habilidade patente com a manipulação comercial, ainda muito jovem, abortou as relações de negócios com seu genitor, pois almejava alçar voos com suas próprias asas, o qual havia lhe inserido na lida do mercado financeiro, pessoa agraciada com o carisma que tinha como peculiaridade, inicia uma saudável amizade com o senhor Romeu Eloy, gerente do banco do Brasil agencia local, responsável por sua ascensão comercial, com a cooperação oferecida pelo amigo mais recente à época, que na qualidade de gerente oferecera-lhe acesso a bons empréstimos, o que lhe proporcionou a criação do Aviário Bruna numa alusão a sua única filha à época, uma das maiores revendedoras de aves vivas da região, Raimundo, data vênia aos seus familiares, poderia eu chama-lo de um inveterado boêmio, porém, sempre externou ser um pai carinhoso e presente. Aviário Bruna crescia em escala estonteante era década de 1980, e o jovem empreendedor expandia seus negócios para outros estados como – Pernambuco e Rio Grande do Norte.
Nesse mesmo ano, preconizava uma nova amizade com o ilustre Teixeirinha, que vinha de uma celebre campanha eleitoral, na qual foi o deputado estadual mais votado da historia do município em termos proporcionais, daquela amizade, iniciava-se seu interesse pela vida pública, em seguida, apresentou e financiou a campanha de seu irmão Ronaldo do Galeto ao cargo de vereador, infelizmente, sem lograr êxito, mesmo assim, o simpático comerciante, não perdia seu apreço pelos movimentos políticos partidários, herdada de seus pais as boas amizades com políticos de renome no estado e sua inserção na vida politica, tinha sua casa visitada por varias autoridades publicas tais como – Gilbran Asfora, Robson Dutra, Ronaldo Cunha Lima, e o próprio ex vice governador, o saudoso Raimunda Asfora, que alimentava grande simpatia por nosso protagonista.
Todavia, a vida nos reserva não só boas como ruins surpresas, e o nosso dileto amigo Raimundo, não fugiu à regra, depois da bonança, o grande guerreiro amargava momentos de aflição, não só de cunho financeiro, como no plano emocional ao perder seu pai acometido de um CA, ainda relativamente moço , diante de toda essa provação, decide migrar para o estado de Rondônia onde permaneceu por uma década e também construiu um grande patrimônio. Ora! Não sei se por ironia do destino, ou acometido de saudade do seu torrão, retorna ao nosso convívio e de maneira abrupta, deixa esse plano terreno, e muita, muita, saudade a seus familiares e amigos.
Porém, deixa também um legado de boas amizades, simplicidade e humanidade, quando da adoção de um de seus três filhos que ficaram para dar seguimento a sua trajetória prematuramente interrompida. Quiçá, lá onde esteja, tenha convicção de nossa admiração.
Série: Minicontos
EU e EU
Ontem, proseava com um amigo fumante com o maço de cigarros ao lado. Olhou e perguntou: Ainda tem?
Apenas um!
Disse-me. Manda, o infeliz vai morrer!
Qual dos dois?
O Saci é meu amigo
e como reconhecido
Guardião da Floresta,
nós dois temos
um pacto antigo,
Comigo ele também
anda sem que por
você seja percebido.
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