Desabafo de um bom Marido
"O homem inventou o dinheiro para descobrir o quanto um homem valeria, não obteve êxito. Sem perceber, tornou-se escravo do próprio dinheiro e, desta vez sim, descobriu que sem o dinheiro, o homem não vale nada".
O lençol da Vizinha (vale a pena ler)
Um casal acabava de mudar para a nova casa. Tomavam juntos o primeiro café da manhã quando a esposa viu pela vidraça sua vizinha estendendo roupa:
- Veja, querido, o lençol está todo sujo. Ela está colocando para secar e nem lavou direito. Que desleixo!
- Deixe a moça, querida, cada um vive como quer...
No dia seguinte, a cena se repete:
- Querido, olha, de novo: os lençóis estão imundos! Devem ter caído no chão e ela os está pondo para secar. Não posso acreditar. Vou lá conversar com ela e dizer que isso está errado.
- Deixe a moça, querida, o lençol é dela e não devemos arrumar encrenca com vizinhos.
No café da manhã seguinte, o casal conversava quando, ao olhar pela vidraça, a esposa disse:
- Querido, veja! Os lençóis estão perfeitos hoje, brancos como o dia. Você conversou com ela? Chamou-lhe atenção?
O marido, com o olhar um pouco constrangido, explica:
- Não foi bem isso que aconteceu... Sabe, querida, a sujeira que você via não estava no lençol dela. Hoje eu acordei mais cedo e limpei a nossa vidraça.
(do livro Atitudes Vencedoras, de Carlos Hilsdorf)
A “vidraça” são as lentes da nossa percepção, através das quais vemos o mundo. Às vezes, insistimos em distorcer as coisas. Não as enxergamos como elas realmente são, mas como queremos que elas sejam. É mais fácil acreditar que estamos sempre certos, e que os outros é que estão errados. Cuidado: a distorção é muito usada quando queremos evitar realizar as mudanças que não estamos dispostos a realizar. É um dos maiores vilões da nossa percepção sobre a realidade.
E você? Com que lentes está vendo o mundo?
Um dia me zombaram na rua dizendo que eu escrevo coisas viajantes e que tudo que eu escrevia era ilusão. Respondi você nunca vai entender o que eu escrevo se não pode sentir o que eu sinto.
Ando um pouco doente. A garganta em flamas.
Tive um pouquinho de febre mas já passou.
As injeções só não me tiraram a tristeza.
Recorrências.
É assim mesmo. O mundo abarca a gente.
Ficamos prisioneiros.
Cativos das mesmices,
dos vórtices concêntricos
de nossa inexpugnável redoma.
O que você precisa não cabe nas minhas
palavras escritas.
Ademais foram duas viagens.
Uma mundo afora,
outra mundo adentro.
Eu tenho pequenos rabiscos apontados que
não dizem mais nada.
São recortes que ficaram perdidos no tempo.
Mas se você ainda quiser eu te contarei
lembranças.
Imagens que resistiram aos anos,
aromas fugazes, sobreviventes a tantos outros.
...
Um dia antes da morte.
Ou mesmo quando seu destino
se aproximar do meu.
Tenho pelos livros um amor carnal. Trato-os como se deve tratar aquela mulher amada, de quem jamais esqueceremos a primeira vez que sentimos seu cheiro, o toque e o calor da pele, o esvoaçar dos cabelos sedosos, os lábios sussurrando promessas... Os livros são mulheres que se doam por inteiro. E de nós... só esperam sonhos.
Um dia a gente cansa ,e diz esta tudo bem, um dia a gente não aguenta mais e solta o controle e diz...ta bom assim,e ai tudo fica bem ,tudo fica melhor,tudo fica do jeito que tem que ficar!
Mais um dia ,mais uma possibilidade,mais um caminho a trilhar,mais um desafio pra acertar ou não?,mais e mais e mais...sempre será ,sempre acontecerá algo,sempre onde há vida o inesperado esta no ar!
Que aconteça ,que se faça presente,que seja um dia realizador para todos!LFB.
Amor in finito.
Lembra aquele Amor,
de ontem,
Infinito?
Foi só ver um outro hoje,
que o de ontem,
finito foi-se!
Tenha más intimidade com as dificuldades,converse com elas e faça um acordo com o Nosso Mestre,verá que aos poucos tudo fica mais fácil!
Á vida opera milagres em cada um de nós diariamente!
Lilián Freire Bechi
✿•¨•ઇઉ•¨`•✿.
Avalizar um sentimento verdadeiro,
Somente um coração disposto a recomeçar...
Isso é amor!
♥•ઇઉ•¨`•✿✿•¨`•ઇઉ•¨`•✿✿•¨`•ઇઉ•¨`•✿✿•¨`•ઇઉ♥
▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Paulo Ursaia
Quando amo meu proximo, com um amor genuino, eu o perdoo, não permitindo q nada interfira ou seja maior do q o amor, com exeção ao amor por Deus q tem q exeder tudo e todos...a paz do nosso Sr. Jesus esteja sobre todos.
By C.R.F.
Quando vejo a fidelidade de um cão em relação ao homem, concluo: alguns anjos não têm asas!
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP. Crearte Editora, 2013)
Que palavras podem descrever a beleza de um pôr de sol, o perfume de uma flor, o farfalhar de uma árvore? Nenhuma. Uma lágrima, talvez.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP, 2013)
Abro um e-mail que traz uma sequência de fotos de um soldado que foi à guerra e voltou com os braços e pernas parcialmente mutilados. Sua esposa, que na perfeição do corpo dele parecia amá-lo, na aparente tragédia demonstra amá-lo ainda mais. Admirado, não posso deixar de pensar e perguntar, no meu íntimo: que amor é este, que dá as mãos a quem não as tem e caminha, lado a lado, de quem deixa pegadas invisíveis? E a resposta, trazida pelo suave sopro de um vento invisível, me fala: é o amor de quem vê e sente... a alma da pessoa amada.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Um pequeno gesto de gentileza, seguido de uma reação em cadeia de outros pequenos gestos, me fez imaginar um deserto totalmente inóspito, onde, de repente, um vento ameno impele o caravaneiro desgarrado ao oásis refrescante. Esse é o "Vento da Solidariedade", que, soprando pra todos os lados, constrói o “Castelo da Fraternidade”.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Um vídeo, mostrando jovens pichando muros, sob a imediata reação de raiva e tristeza do dono, sob a vista também de outra criança, e, a partir desta, subsequentes cenas de solidariedade, evocou-me a imagem do rastilho, que, uma vez que a ele se ateie fogo, segue o seu curso, implacavelmente, até a explosão final. E, semelhante ao terrível rastilho, assim também é a violência de cada dia. Até o momento em que alguém, movido por um sentimento que aparentemente parece perdido no recôndito de alguns seres humanos, interrompe esse circuito destrutivo. Esse sutil sentimento, a que chamamos solidariedade, também ele se faz um rastilho, mas que, em vez de embebido na pólvora, que destrói, se faz imerso na fraternidade que levanta, que consola, que constrói. E, nesse momento, em que uma reação em cadeia do Bem se produz, não posso deixar de associar o Criador a um simpático velhinho de barba longa, sentado em seu portentoso trono, no qual, ao ver uma cena dessas, dá um largo sorriso de criança travessa, que deu a outra criança um balde de tinta com as cores do arco-íris, para que ela pintasse, novamente, todas as paredes pichadas do mundo.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
De vez em quando um anjo se faz pessoa, pessoinha. E desce à Terra. E qual zeloso jardineiro, vem regar nossas almas com o orvalho de seu amor.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
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