Depois
a pessoas que ama na verdade sente o disprezo,mas vai achar falta depois que perdeu aquela pessoa que perdeu
" Depois não diga pra te esquecer...ja não consigo...ao te beijar minha alma se prendeu a sua...me acorrentou a nosso viver...sou prisioneiro...prisioneiro do amor."💞
"Cai uma gota e depois outra...
É a primeira chuva sobre as primeiras rosas...
As rosas se arrepiam,tremem entristecidas...
Mas suas cores logo se avivam e seu perfume torna-se mais delicioso...
Minha amada, assim são as tuas primeiras lágrimas sobre o nosso amor."💕💖💕
Era uma vez?... não, foram várias vezes. ! Depois de eu ter largado meu cunhado com os dois bois, tinha certeza que ele iria aprontar comigo. Só não sabia como e quando.
--Um sábado de manhã eu estava atendendo no balcão da mercearia, quando chegou um homem me procurando, Fui até ele, achando que fosse alguém querendo alguma informação, não, não era nada de informação, a coisa era mais seria, muito mais. Ele se apresentou como irmão da Margarete. Bem, Margarete era uma moça que trabalhava num bar, que existia em frente da mercearia, garçonete. Era ela quem atendia os jogadores de snooker, servindo bebida e salgados para os jogadores. Meu cunhado sempre, à noite, ia jogar e eu, como sempre, junto com ele.Eu acho que ele me viu olhando para a Margarete, coisas de adolescentes. Naquela época eu tinha uns quatorze anos e a Margarete uns vinte., mas tudo bem, na cabeça dele estava existindo alguma coisa e ele iria tirar proveito daquilo. O rapaz que se apresentou, que se dizia irmão da Margarete, tinha vindo de outra cidade para resolver um problema muito serio. --"minha irmã está gravida e ela falou que você é o pai-"., ah, já falei com o juizado de menores. Quero resolver este assunto rápido-"Na sequencia me chamaram no telefone. Era do juizado de menores. Eu conhecia a pessoa que estava no telefone e de fato ele era, não o juiz, mas comissário de menores. Quando atendi ele foi me questionado se era verdade, se de fato o filho era meu.? Meu Deus! Larguei o telefone e fui em busca do meu cunhado, mas ele tinha saído, Fui, então, em busca da minha irmã, Ela, sim, estava em casa. Contei a história, ela nem deu tempo, me arrastou pelos braços e fomos até o bar, onde a Margarete trabalhava. A coitada da Margarete estava trabalhando e nem teve tempo de saber do que se tratava. Minha irmã foi falando um monte de besteira para ela, Disse que eu era criança e que ela a Margarete, já era uma moça formada, etc, e que jamais ela ia permitir que eu cassasse, e falou mais umas palavras impublicáveis.
Me puxou de volta para nossa casa. Pegou uma mala, jogou umas peças de roupas dentro e disse: vou te mandar para Santa Mariana, --Vamos! se arruma. Só volte aqui depois que as coisa se acalmarem, melhor, eu vou te buscar.
Ela não me deixava falar nada. --"Vai despedir do Ney(meu cunhado) e não diga nada, depois eu explico para ele." Saí procurando pelo meu cunhado. Logo encontrei ele. ele e mais umas quatro pessoas, bebendo e rindo. Olhavam para mim e riram mais ainda. Foi aí que eu vi quem eram os outros três. Um era o cara que se disse irmão da Margarete, o outro, o Macaé, comissário de menores e o terceiro, irmão do meu cunhado. Voltei para minha casa contei para minha irmã e lá fomos nós novamente conversar com a Margarete. Depois de muitas explicações e desculpas, etc. ficamos esperando o causador daquilo tudo. Minha irmã é bem pequena perto dele, mas naquele dia ela parecia um gigante Deu a maior dura nele.
Depois de uns tempos, estávamos no bar, novamente. Ele jogando e eu olhando, agora sim, com uns olhares lânguidos para a Margarete, que depois do ocorrido, dava uns sorrisos bem gostosos.. /i
Histórias que vão construindo uma vida. II
Depois de ficar uns três meses parado, gastando muito e não ganhando nada, surgiu uma possibilidade de eu voltar a trabalhar na área energética. Foi assim: Um dia conversando com um amigo, que trabalhava em uma empresa de equipamentos de segurança e que tinha como clientes empresas do setor energético, ele me falou sobre uma firma de São Bernardo do Campo, fabricante de escadas para a área energética, com pretensões de entrar no mercado de linha viva;.minha área. Meio ressabiado e ainda com a decepção da última empresa, não botei muita fé, mas considerando que eu precisava urgentemente voltar a trabalhar, fui conversar com o dono da empresa, Era um senhor de mais ou menos 60 anos, cheio de ideias mas pouco capital para o empreendimento. Os equipamentos de linha viva, o melhor, o maquinário para a fabricação das ferramentas era caríssimo e pior, não era fabricado no Brasil. Passamos algumas horas conversando. Ele me mostrou a fábrica, aliás, duas fábricas. Junto à de escadas, grudado, tinha um outo galpão enorme onde era fabricado escadas doméstica e tabua de passar roupas, linha voltada mais para setor doméstico. Como eu estava parado, sem trabalhar há algum tempo,fizemos um acordo de experiência no setor elétrico/telefônico. O salário era bem inferior ao da última empresa, mas a situação não era para regatear. Iniciei com um trabalho de divulgação das escadas junto às cias. Elétricas. Como eu havia trabalhado muito tempo com esses clientes ficou fácil de desenvolver o trabalho. Na sequência fui para o setor telefônico.
A pedido das empresas do setor elétrico desenvolvemos algumas escadas especiais, montadas sobre veículos e com esse tipo de equipamento eu voltei a viajar, claro, muito menos do que antes. Com o tempo, e com a dispensa de um gerente da área doméstica eu acabei assumindo a parte comercial das duas fábricas. Um dia eu estava na minha sala conversando com minha esposa quando o senhor João, dono da empresa, entrou e ouviu parte da conversa. A minha sogra estava muito doente, internada num hospital em Osasco. A preocupação era muito grande com o estado de saúde dela e para piorar, o hospital de Osasco era muito ruim, Minha sogra estava piorando dia a dia. Quando ele ficou sabendo da história, ligou para o hospital de São Caetano, e falou com o diretor do hospital, seu amigo e relatou a situação da minha sogra amigo --"Qual o nome da sua sogra e qual hospital ela está internada? Passou os dados para o amigo dele e me falou: vamos tirar ela de lá"". E assim foi feito. Durante 30 dias ela ficou internada no Hospital de São Caetano. Saiu curada, super bem. --E a conta Sr.João?? Como vamos pagar? -- "Não se preocupe. Na hora que chegar damos um jeito nela, me disse ele.--" Um dia a conta chegou . Eu nunca soube o valor. Ele não me deixou ver.. Fiquei sabendo que ele ligou para o Hospital, conversou com o diretor e em seguida carregou um caminhão com uma grande quantidade de tabuas de passar roupas, banco escada, escada metálica e escada de alumínio, mandou tudo para o bazar beneficente do Hospital. O tempo foi passando e continuávamos nosso dia a dia. Vez ou outra Viajávamos juntos para visitar clientes, principalmente para o Rio Grande do Sul. Ele adorava Caxias do Sul.
Um dia a telefonista me passou uma ligação. Era o diretor de uma firma que trabalhava para a Cesp. Centrais Elétricas de São. um empreiteiro. Dr. Rubens era o nome dele. Atendi. Ele me disse que era um assunto confidencial e se eu podia estar com ele no dia seguinte. Conversei com Sr João, falei que uma empresa tinha me contatado e que queria conversar comigo, mas eu não sabia do que se tratava. Na manhã seguinte fui direto conversar com o Dr. Rubens. Chegando na portaria da empreiteira, me identifiquei e pedi para falar com a pessoa que estava me esperando. O porteiro me disse: --não tem nenhum Dr. Rubens, aqui. "Claro que tem, ele marcou uma reunião comigo, disse eu. Nisso ligaram para o porteiro, pelo telefone interno. Depois de atender, ele me falou que tinha se enganado, disse: ele vai te atender. Na conversa que tive com o diretor, Dr. Rubens, naquele dia, ficou claro, para mim, que havia alguém querendo me contratar, mas não era ele. De dez palavras que ele falava, oito era sobre a Munck. (A Munck foi a maior fábrica de guindaste da América do Sul.) A fábrica era em São Paulo. Possuía filiais no México e na Argentina. Distribuidores em todos os países da América do Sul e uma operação em Londres que atendia o Oriente Médio. Uma grande fábrica. Bem, depois de uma conversa informal, sem compromisso, deixei claro que não me interessava a proposta, mas dado a insistência lhe disse que eu ia pensar e daria um retorno no outro dia. Sai dali e me dirigi para o meu serviço. No caminho concluí que, quem estava querendo me contratar era a Munck e não aquela empreiteira. Do meu serviço, liguei para a Munck e pedi para falar com o dr. Rubens. a telefonista perguntou quem queria falar eu me identifiquei, depois de alguns segundos ele me atendeu. Não falou nada, só me perguntou quando que eu poderia passar na fábrica da Munck. Aí mudei de vida, novamente. A história segue qq hora. /i
Um doce de vó.
Minha vó morava perto do campo de futebol. Era comum, depois de brincarmos no campo que ficava no local onde é o colégio hoje, passar na casa dela. Uma vez, eu e mais um amigo, achamos uma bola de capotão furada e com o couro bem desgastado. Demoramos um tempão para arrumá-la e poder brincar. Fomos, então, até a casa da minha vó, onde existia um quintal bastante grande. Marcamos o gol com nossas camisetas e começamos a "chute em gol". Bate três e depois troca o batedor. Na troca de jogador, minha vó apareceu no nosso campinho com uma faca nas mãos, pegou a bola e furou umas dez vezes a coitadinha., sem antes dar uns cloques na minha cabeça com seus dedos duros. . Acabou com a festa. Passados uns dias eu encontrei a bola que ela havia"matado". Estava jogada debaixo do assoalho da casa dela. Ressuscitei aquele pedaço de couro..Chamei meu amigo, de "bater falta", fizemos um enxerto, agora com areia,e a colocávamos num ponto estratégico da rua, onde existia mais alguns meninos e fingíamos que estávamos jogando. Logo aparecia alguém querendo mostrar suas habilidades em "faltas" e chutava a bola. Aquilo era tudo que queríamos, nós e os outros meninos que já conheciam aquela brincadeira. Um dia, um menino bem maior do que nós, depois de quase torcer o pé, deus uns tapas nos menores, incluindo ali, eu e meu amigo batedor de faltas, pior, ainda levou nossa bola de areia embora. /i
De vez em quando me bate uma saudade que carrego de mim..
Em 1965 depois de não conseguir servir o exército, voltei para Santa Mariana. Como tinha alguns conhecimentos com trabalho em açougue, logo m empreguei . No açougue atendia no balcão, fazia a limpeza, fazia entrega etc. Estava indo bem, mas recebi uma proposta um pouco melhor de um outro açougue , um pouco mais vantajosa . . Basicamente o serviço era o mesmo, só não tinha que fazer as entregas; serviço que não me agradava muito. Sentia vergonha .Naquela época eu estava namorando uma menina , de um nível financeiro muito diferente do meu, que era quase zero. A gente namorava escondidos. O pai dela não poderia saber de jeito algum. Então, depois de um tempo trabalhando no açougue orientado pela minha namorada voltei a estudar (comecei a fazer o curso ginasial). Uma vez ela me perguntou porque que eu não arrumava um serviço num banco, mas o problema era que eu não tinha nenhum conhecimento para aquela mudança radical, sabia um pouco de datilografia, mas só, mas ela ficou insistindo e através de uma amiga dela, consegui fazer um teste no Banco América do Sul., Claro que não passei, mas comecei a me interessar pela área. Naquela época tinha uma indústria de óleo na cidade e o dono era filho da minha madrinha. Minha mãe, sabedora do meu interesse, falou com minha madrinha que falou com o filho dela e pronto , fui trabalhar na indústria de óleo- No inicio meu serviço consistia em varrer o escritório, fazer café e atender na venda de sabão no varejo. Nada de escritório. Eu era esforçado. Minha varrição era a melhor. Eu iniciava Jogando um pouco de água no piso de cimento antes de iniciar o serviço, para não levantar poeira, limpava as mesas, arrumava os papéis, depois fazia café, ah, também atendia as pessoas que vinham comprar sabão. Essas pessoas eram bem humildes. Às vezes o dono da indústria pedia para eu não cobrar daquelas pessoas mais pobres. E assim as coisas iam correndo. No do escritório éramos em quatro pessoas, mas havia uma especial que começou a me ensinar a preencher umas fichinhas da contabilidade. Elas eram preenchidas na máquina de escrever. Me ensinou, também, a fazer o registro de funcionários nas carteiras profissionais e a cuidar do relógio de pontos . --A Industria, nesse tempo, estava a todo vapor. Chegavam caminhões e mais caminhões de matéria prima e saiam outro tanto com as entregas de sabão das vendas para outros estados. Era serviço que não acabava mais. Havia um funcionário só para fazer o faturamento e eu curioso que era ficava por ali olhando ele fazer o serviço. Depois de emitir as notas ele me emprestava sua lambreta e eu ia até o posto fiscal, no centro da cidade, carimbar as notas. Uma vez ele me perguntou se eu queria aprender fazer aquele serviço, até porque ele tinha outros afazeres, eu disse que sim,
claro que sim! . Em pouco tempo eu tinha mais uma função e aí, com tanto trabalho, o dono da indústria me pediu para arrumar um outro menino para ficar no meu lugar, que era vendedor de sabão e serviços gerais, e assim foi feito. Pois então, mesmo com toda minha "ascensão profissional" não consegui convencer o pai da minha namorada que eu era uma pessoa do bem. Ele nunca aceitou nosso namoro. Uma pena. //Ivo Terra de Mattos
Vamos sair
Depois da meia noite
Pra ver como é la fora.
Sentir a brisa da madrugada.
O som assombroso noturno
Que tal bebermos?
Que tal dirigimos pra lugar nenhum?
Sem celulares
Sem hora
Sem rumo
Sem tristeza
Só nós, o mundo.
E a noite.
Depois de várias curvas e cruzamentos
Depois de noites e drinques
Hoje, tu és a dose diária
Hoje, tu és meu controle de sanidade
Tu és meu oásis.
Todos são especialistas em segurança pública, até ouvir o primeiro tiro, depois só ficam os policiais.
FASES
Na vida existem caminhos e momentos distintos: o antes e o depois.
O saber falar é uma coisa, o saber se expressar é outra.
A lua é a mesma em cenários diferentes, mas os cenários vão dar atenção diferente a ela... todos podem ver a mesma lua brilhar, mas nem todos terão o mesmo olhar.
a lua vai passar por 4 diferentes momentos, mas ainda assim será sempre e pra sempre a LUA!
Por muito tempo deixei outras pessoas me sacudirem para cá e para lá. Depois de alguns abusos, percebi que não sou um fantoche que pode ser levado a dançar desse ou daquele jeito só porque preciso de ajuda. Devo estar no controle e não ser controlada por minhas emoções.
Quando eu li aquelas palavras, a princípio eu pensei que fosse uma brincadeira e depois que percebi que não era, eu pensei que perderia o controle, mas o que eu perdi foi o interesse.
Você não sabe tudo sobre o outro. Há o que pensamos ser verdadeiro em certo momento e depois podemos perceber que não. Então é possível fazer diferente, talvez exista algo que possa mudar nossa opinião.
- Relacionados
- Você Merece Ser Feliz
- Frases para o Mentiroso
- Frases sobre sonhos que alimentam a esperança e a fé
- Frases sobre esperança que falam sobre a importância desse sentimento
- Frases fofas de amor para o boy: depois que te conheci...
- Depois Que Perdemos Damos Valor
- Depois dos 30: reflexões sobre a maturidade e a vida adulta
