Depoimentos para meu Amigo Chato
𝙿𝙾𝙴𝙼𝙰: O Príncipe das Terras Altas.
Torço, em meu quintal,
para te ver no meu céu.
Fiel às nuvens, e a elas
afirmo contigo, pleno,
um eterno sonho real.
Meu povoado está cansado.
Eles me observam toda vez
com um olhar no meu encalço;
céticos, do dia até o entardecer.
Boatos afirmam sua boa pessoa,
isso eu já não tenho como saber.
Talvez você seja um príncipe Hamlet,
ou talvez um príncipe como Luís XIV.
Me torne sua mais nova aquisição
e eu me comprometo a te mostrar:
Vou ser o seu mais longo reinado,
não importa qual terra você pisar.
Seja no barco ou em avião
esteja a pé ou de bicicleta...
Você podia vir aqui me visitar, sabia?
Pra mim seria uma alegria completa.
É engraçado como as palavras aqui
se encaixam com mais facilidade agora.
Sinto que algo dentro de mim floresceu;
Por isso, venho me confessar:
Você se iguala a um sonho,
disso tenho que concordar.
Não tive o prazer de te conhecer,
nem mesmo acho que vou poder,
porém, isso já era de se esperar.
Nunca tive sorte no amor
e isso é tudo o que eu posso afirmar.
Escrito e idealizado por César Hioli.
27/03/2026.
Conheci alguém que era como uma estrela, me iluminava, encatava meus olhos e aquecida meu peito.
Agora que ela se foi sou um planeta perdido vagando pelo espaço, frio, escuro e sem rumo.
O ditado diz que cada um oferece o que tem, pois eu quero oferecer o meu melhor, quero ser ponte onde houver discórdia, quero ser paz onde houver conflitos, quero ser alegria onde houver tristeza, quero simplesmente ser um instrumento nas mãos do Senhor e poder testemunhar o quão maravilhoso é ser filho de DEUS! (Priscilla Rodighiero)
"Lá fora o silêncio paira em meio a lua e as estrelas, enquanto que aqui dentro meu conturbado coração dispara toda vez em que eu olho para você.
Nesse momento surge uma respiração profunda e demorada que se inicia dentro de mim e se espalha por todo o meu corpo me deixando em êxtase na mesma sintonia que um arrepio toma conta do meu ser me fazendo te querer o mais rápido e breve possível."
"Ainda que caia a chuva;
Ainda que o frio tome conta do meu ser;
Ainda que o dia seja trocado pela noite ou à noite pelo dia... Nada se compara ao calor que eu sinto toda vez em que eu olho para você."
Os meus olhos, através do meu coração, estão aprendendo a realidade, que você é uma das pessoas mais belas do mundo, a mais bela para mim - Amor Verdadeiro é assim, ele não nos engana como paixões, ele abre os nossos olhos de uma maneira nova, que nos faz sentir e ver além...
Não consigo dormir, pois minha alma está acordada, pensando em Ti, que meu amor transborde em Tua Presença, para sempre, que meu coração Te louve, meu Deus, que minha vida seja o estrado da Tua Glória, que meu ser cante apaixonado por Ti, Jesus...
Só sei uma coisa: onde eu estou, faço o meu trabalho com excelência, categoria e inteligência 🪬🧠 Além disso, trago energia para o ambiente, o que somente, os sábios iram notar.
Só sei de una coisa: onde eu estou, eu faço o meu trabalho com excelência, categoria e inteligência 🪬🧠
O meu feitiço virou contra o feiticeiro, quis torná-la escrava do meu amor, mas o seu amor me escravizou primeiro.
Amor
Te escrevo os mais belos versos, Sob o brilho das estrelas do meu olhar apaixonado.
Te canto melodias inéditas, Que apenas teus ouvidos merecem ouvir.
Te abraço com todo o meu ser, Pois cada passo ao teu lado é entrar no paraíso.
Ao teu lado, encontro o sonho, Onde tudo se torna perfeito.
Não há guerra, nem medo, Apenas paz e amor infinito.
Você é minha força esquecida, Minha razão de ser.
Luzia Delmondes
By Luzia Dellmon
Tinha comigo a melhor das rosas,
A mais linda das flores.
Junto ao meu corpo, conduzia um regador.
Regava-a até o seu florescer.
A rosa, ainda tímida, encolhia-se quando via perigo.
Contudo, levantava as pétalas quando via seu amigo.
Faça Sol, faça chuva, ele sempre estava lá para a regar.
Quando a tristeza batia, a flor, de sua mão, nunca saía.
Ela dava-lhe o seu olhar.
A lua cheia daquele mês avisou da sua chegada;
O rapaz - com ânimo excepcional - beijou-lhe a mão para irem ao encontro da convidada.
A flor aceitou com um grande pulo de alegria, chocando assim os olhos daquele que lhe propôs o divertido encontro.
A flor e o rapaz correram pelo vale campestre e escorregaram no campo.
A moça - comovida com tudo aquilo - gargalhou um canto.
O rapaz - com os olhos presos ao fio que a prendia - sorria para a situação.
Ela levou-lhe sua mão; ele beijou-lhe mais amavelmente que antes.
Eles dançavam,
Eles se amavam,
Eles riam,
Eles se viam.
A noite se foi como o sopro de uma forte ventania;
Os dias - carregados por um coche - não paravam para deixar seus cavalos aspirarem o ar, que lhes dava energia.
A moça não o via mais com tanta frequência;
O rapaz - tomado por um ato de desespero - pedia-lhe a mão para correr pelo céu.
Ela não o respondia da mesma maneira.
Ele enviava-lhe cartas recheadas, mas, de sua querida, recebia meia dúzia de letras.
Os pássaros pararam de gorjear, mantiveram-se quietos em respeito à lucidez daquele que, com sua voz, ajudava-lhes a cantar das mais diversas canções.
As árvores - cuidadas e podadas todo ano por ele - encontravam-se turvas, em luto por aquele que lhes dedicava tanto zelo; suas folhas murcharam e destacam-se dos galhos que lhes davam sustentação.
O campo - que costumava ser rodeado e cuidado pelos lindos animais e pela cadeia alimentar destes - perdeu suas gramíneas, sua vivacidade e aquilo que mais temia: aqueles que, em seu solo, desfrutaram da mais bela benção que o ser humano é capaz de ser presenteado; em compasso com os outros, observava o rapaz e o lia.
O jovem - em prantos com a vida que levava - prostrou-se no chão e suplicava a Deus com a mão no coração.
“Por que me deste aquilo que tanto Te pedi para que, com uma frieza cruel, tirar-me?”
O cenário convergia sua visão àquele que implorava por respostas. A partir deste momento, tudo estava íngreme.
“Por que quando experimento da felicidade dada pelas Tuas mãos, tu a tiras de mim? Então, Pai Celestial, meu Deus, por que me concedeste a dádiva do amor se tinha em Tuas mãos, Pai, um fio amarrado em Teu mindinho para puxá-la de volta a Ti?”
As aves - com as penas caídas e descoloridas - aconchegaram-se no rapaz, que, naquele instante, com as lágrimas na mão e regando o chão com elas, era dominado pela mais intensa sanha.
Ele batia contra o chão; o campo soltava um gemido doloroso a cada vez que sofria, mas não se importava, pois aquele que mais lhe regou se sentia desconexo com aquele que lhe deu a vida.
“Diga-me, Senhor dos Céus, com qual objetivo Tu me sopraste com a vida? Fora para teres o luxo de me ver o sofrimento alheio?”
“Por qual razão, Deus, Tu, com um arsenal infinito de força, fazes da minha vida um grande paraíso para o Diabo?”
O campo, as aves e as árvores, todo o meio campestre derramava o gelo derretido de suas faces.
O jovem - ainda prostrado - prosseguiu com um longo silêncio.
Ele estava sem meio,
Enxugando as lágrimas, caminhou para longe.
Não se sabe em qual sege adentrou, mas que a razão não é mais aquilo que o tange.
Ele desmoronou sua estrutura no campo;
Este - gentilmente - enrolou-o num grande cobertor que lhe protegeria do frio que ali costumava a castigar.
As aves lhe beijaram o lábio;
As árvores, suor que escorria em seu olhar;
O campo, o braço que costumava regar.
O céu, cansado de tanto azul, se esvaiu.
Não tenho político de estimação. Meu voto não se compra com siglas nem bandeiras. Só respeito quem prova, na prática, ser honesto e trabalhador. A minha admiração não depende do partido em que é filiado, mas da sua conduta diante do povo.
Benê Morais
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