Depoimentos Doce Menina
Moça teu cheiro, teu vicio, teu doce feitiço
O doce feitiço do teu vicio, tem cheiro de moça
O doce da moça, o cheiro do feitiço, quero ser teu vicio
No vicio do teu cheiro de Feitiço, me torno o doce da moça...( Patife)
Demorou pra eu entender,
que eu gosto do doce,
por causa do açúcar,
do salgado,
por causa do sal
e da natureza,
por causa de DEUS!
O que eu espero do amor? Eu espero que ele seja doce como pudim, que seja leve como a brisa do mar ou o vento que sopra meus cabelos.
Com o toque do céu no mais doce abraço.
Deus foi quem uniu nossos passos no tempo,
Costurando promessas com amor e alento.
Nosso amor não é só sentimento ou calor,
É aliança selada pelo Autor do amor.
É escolha diária, é servir e crescer,
É sorrir juntos e também aprender.
É o doce amigo fiel,
que diz: "Filha (o), eu estou com você!"
Não busque só sentir,
busque se encher por inteiro.
O Espírito não é um vento,
é Deus vivendo por inteiro.
Tua voz é doce como brisa suave,
Teu olhar me envolve, me guia, me invade.
Não há outro bem que eu deseje além,
Do Teu amor puro, fiel e amém.
As nações verão o brilho do céu,
Refletido em mim como um doce véu.
Não por orgulho, mas por Tua mão,
Que firma os passos do meu coração.
O Espírito Santo — doce amigo fiel,
Nos guia com graça vinda do Céu.
Quando a fé parece se apagar,
Ele sussurra: “Estou aqui, pode confiar.”
Hoje é o dia da salvação. Não deixe para amanhã. Ouça a doce voz do Espírito te chamando. Volte. Jesus te ama. Ele é o caminho, a verdade e a vida.
Ore comigo:
"Senhor Jesus, eu reconheço que preciso de Ti. Perdoa os meus pecados, entra no meu coração. Eu creio que Tu morreste por mim e ressuscitaste. Hoje eu te recebo como meu Salvador e Senhor. Escreve meu nome no Livro da Vida. Em nome de Jesus, amém."
Fortaleza e poesia
em exagero sou eu,
a aorta a inspiração
do teu doce coração
que deseja trocar
o teu peito pelo meu.
Sentida embora
para muitos ainda
considerada sem
algum significado,
segredo de amor
que foi ocultado.
Vista da Fortaleza
de Santo Antônio
de Ratones entre
as pedras da ilha
e dos amores mais
ingênuos o enigma.
Declamada quase
sempre por quem
diz não se importar,
no entanto é água
batendo na orla:
(fortaleza para falar
do que transborda).
Manual de reinvenção
e diária sobrevivência
desta solidão inquieta
neste mundo de gente
triste e complexa,
como Lua em rebeldia
na palma da tua mão:
(o amor que chegou
sem dar explicação).
Foi o céu que trouxe
o beijo algodão-doce
e o nosso divino amor,
Um sempre irá
para onde o outro for.
O sabor do destino
não tem sido doce
para nenhum de nós
na Pátria do Condor,
Para muitos ainda
o ar está faltando,
Dos presos da revolta
e dos presos que
derrubaram o golpe
maldito na Bolívia,
já deveriam
ter recebido anistia.
Só quem é do povo
sabe o quê é
viver sem notícias,
com privações,
ser por falta de apoio
morto na Colômbia
por ser ativista,
E pela consciência
suportar as prisões.
Do General preso
injustificadamente
nada se sabe,
Do velho tupamaro
preso nada se sabe,
Da tropa e outros
presos de consciência igualmente.
Sigo em círculos
na mente até a última libertação,
não se pode tornar convenção
viver eternamente na escuridão,
Precisamos de uma divina
luz para o nosso continente.
Água Doce
A energia dos ventos
dos Campos de Palmas
me levam por um instante
a bravura da tua memória
inscrita no vale verdejante.
De Entradas e Bandeiras
e dos teus heróis anônimos
da Guerra do Contestado,
À Água doce eu devoto
mais de um poema apaixonado.
Do dia que se ergue
e da noite que se eleva
deste Meio Oeste a gentileza
da tua amável gente
o coração jamais se esquece.
Um castelo de bons ais,
Tão doce de [gemidos,
Doces acordes sonoros,
Agradando os [ouvidos.
Invasão e terno afago,
Maciez do meu agrado,
Enfeitando os sonhos,
E agradando os olhos...
Voltas sempre para mim,
Porque só eu faço assim,
Amas o meu par de [pernas,
Carícias tu não me [negas.
A poesia é travessa...,
Sensualmente não mente,
Para te amar imensamente,
E te agradar eternamente...
Convencida dos teus [desejos,
Ultrajando todos os [medos,
Agarrando-me às tuas [manias;
Escancaro-me às tuas [alegrias.
Não sei o quê fazer com você,
E nem com a lembrança doce;
Que me fez gostar sem querer
Do olhar que me fez endoidecer.
Tua serei sempre que quiser,
E do jeito que ordenar...,
Não há nem como negar
Sob o domínio do teu olhar,
Não há como não esquecer
Do manso bem-me-quer
Vindo de um beijo estelar
- Primeiro e derradeiro -
Que fez o meu corpo te querer
- inteiro -
Sendo eu poesia última,
Juro-te como o meu amor
- verdadeiro -
Guardado estás no meu peito.
Não sei o quê fazer com amor,
E nem com todo este encanto...
Quando não é verso, ele é pranto
É melhor eu fixar no meu canto.
Jura que irá voltar para mim!
Não encontro melhor fim,
Por isso resolvi me recolher
Para eternizar em versos
- tudo -
O que o coração não consegue
- apagar -
E o que o meu corpo espera
- se alimentar -
Do universo feito de você
E deste amor que não consigo
- esquecer -
Porque nascermos para nos repletar.
Não sei o quê fazer com o tempo,
E nem com a distância...
Que os meus versos sejam o breviário,
E a saudade de mim se torne estância.
A chama da vela
- marca -
A doce silhueta
- insinuante -
Ao cair do poente
- brota -
A abóbada silente
- brilhante -
À iluminar o corpo
- dos amantes -
A saborear celeste
- sorrateira -
A cena picante
- extasiante
A chama da vela,
- revela -
A coreografia bailante
- de joelhos;
Capaz de escandalizar
Os mais sensuais espelhos.
A chama da vela,
- capaz -
De trazer a paz,
Para dois que querem mais;
Estimulados à enfrentar a horas,
Carregar auroras e desmaiar poentes
Nas linhas mais erógenas - amar;
Juntos cultivando sementes
Para sempre um novo raiar.
A chama da vela,
Derrete a cera,
Como o seu olhar,
Faz com o meu corpo,
Sem pudor e sem dó,
Envolvendo-me como um nó
- exato -
Verso perverso e inefável,
Que me prende, aperta e segura,
Na delícia que não passa,
Numa poesia incurável,
Glória aos céus,
Por esta loucura!...
A tua doce liberdade,
Nunca se [ausenta
De mim,
A tua forte [presença
Em mim,
Provoca algo,
Sem fim.
Quando você vem
Para mim.
As asas do teu [ser
São só de amor,
Lindo é o teu [ser
Todo em esplendor;
Tens toda a [luz,
Que seduz sem pena,
Aquece porque é plena.
A tua lida guerreira
Dominando mares,
Desbravando terras,
Faz de mim inteira;
Vivo só de saudades,
E você com os marines,
Suspirando com mil vontades,
Que tu voltes só por mim
Celebrando mil felicidades!
Gera em mim mais uma vez,
Esse doce outono discreto,
Não nego jamais,
Eu te espero,
Ao passar de cada segundo,
Longe, mas não alheia;
O teu amor é a minha teia.
Girassol em flor,
Inigualável amor,
Adorado sem tabu, e sem pudor.
Riscam no horizonte,
Os primeiros raios,
São as tuas luzes,
Amor em verso,
Namoro em prosa,
Amor em chama.
Sábios são os teus poemas,
Chamamento celestial,
Horas em valsa,
Maré de contentamento,
Indissociável sentimento,
Tesouro do tempo,
Trazendo você para mim...
Sempre me supreendendo,
Carinhosamente,
Esculpindo a poesia,
- adormecida
Feito a duna ainda em grãos,
Aromas marinhos,
Do mar e do vento bailando,
- revolucionando
Um amor em construção.
A minha palavra é ninho,
Vivo a te proteger,
Vou te colocar no trilho...
Doce desafio,
Doce arrepio,
Gato arredio.
A minha insistência é boa,
Não desiste, sempre rebrota,
Quero fazer amor a toda hora.
Gato safado,
Gato arrepiado,
Doce e atiçado.
A minha poesia é arte,
Faz charme,
Faz de tudo para ser a tua melhor parte.
Perco-me de tanto contentamento,
Entre o teu aroma e o meu,
Doce confusão,
Que só faz bem ao coração...
Encontro-me com você,
Escondo-me de você,
Para ocultar a paixão,
Faz parte da dança da sedução.
Venero o que vem de você,
Arrumo cada significado,
Dou à entender,
Que o meu respirar é apaixonado.
Sim, o meu respirar e todo o meu ser,
Namoram o que vem de você,
Até debaixo d'água,
Não deixo lembrar o meu pertencer.
Frondosa como uma árvore em floração,
É o nosso amor brotado em chama,
Nascido de versos,
Vamos além da cama - assim espero.
Bate poeticamente o sentimento,
Entre o teu e o meu,
Doce manifestação,
Que bom que o amor nasceu!...
