Depoimentos Doce Menina
Um coração doce
Faz o sangue fluir
L e. n t. a m. e. n t e...
Levando suavidade
Para toda a nossa Essência
E deixando em paz
E em harmonia
A nossa Consciência...
Porque sentimos fluir
Dentro de nós
Um amor infinito
Abundante
E que nos leva
Sempre a sorrir
Experimentar
Experiênciar
A beleza do universo
Da criação
Dentro de nós
Pulsando
Deslizando
Escorrendo
E nos fazendo ver
Perceber
Essa pura energia
Em nosso ser
Essa vibração
Onda
Ondulação
Que nos envolve
Nos Abraça
Nos chama para viver
Experimentar
Sentir
A beleza
Da nossa existência
Da sua existência
Porque o que corre
Dentro de mim
Vibra em você
Anima você
E tudo isso
Nos aproxima
Nos torna uno
Com tudo
Com o todo
O que nos leva
A acreditar
Na beleza da vida
No amor
Por isso se ame
Se dê valor
Doe amor
E entre nessa vibração
Nessa onda de gratidão
E junto comigo
Vamos experimentar
Vivenciar
A nossa vida
Nessa vida:
Abundantemente
E fazer com que todos
Compartilhem
E conosco sintam
Essa grande realização
Em vossos corações
Em vossas consciências...
Se ame de verdade
Felicidades
Paz no coração, ❤️🇵🇹🇧🇷
Se a vida te dá limões, monte uma startup que faz doce de limão sem limão, e guarde o que a vida te deu de lembrança, porque normalmente, ela não nos dá nada
o doce das flores seduzem as abelhas.
O amor dos pássaros atraem o perigo.
A paixão dos felinos persuadem suas presas e o gostar do eu-lírico alicia ainda mais seu amor por escrever.
Luz do Amor no Olhar
Vejo a luz do amor no seu olhar,
um brilho doce que tenta escapar,
mas, distraído, você não vê
que essa luz é todo o meu querer.
Ela dança suave, sem você notar,
feito um segredo no ar a vibrar.
É como um raio, uma chama serena,
que ilumina o mundo e dissolve a pena.
Mas você passa, como se nada,
sem saber da beleza guardada,
do amor que transborda e em ti faz morada,
num olhar que insiste em dizer… quase nada.
Ah, se pudesse sentir o que vejo,
talvez ouviria o som do desejo,
e compreenderia, enfim, a verdade:
no seu olhar encontro eternidade.
SimoneCruvinel
Assim não se acaba.
Minha boca rejeita o amargo
Desde que provei do seu doce olhar
Minha boca rejeita o amargo
Do inesperavel ele surge novamente
Mas a minha boca rejeita o amargo
De pouco a pouco o meu amargo rejeita a minha boca
De choro em choro o meu rejeito amarga a minha boca
Fui neto de uma Avó -
Fui neto de uma Avó doce e inocente
tão branca como a neve pura
que muito amou a todos, humildemente,
e deixou em mim uma saudade que perdura.
Fui neto de uma Avó frágil e piedosa
cheia de verdade no coração e tanta gente
que as suas mãos a cada hora
ajudaram, sem pensar, cristãmente ...
Fui neto de uma Avó que já não tenho
e que alegria quando a tinha, que contente,
agora, procuro-a, ando, vou e venho ...
Fui neto de uma Avó que choro intensamente
e nessas lágrimas ponho todo o meu empenho
porque a vida é p'ra mim já indiferente!
Para a minha queridissima Avó Clarisse.
Flor de pétalas escuras,
Noite de penumbra.
Voz doce, palavras apimentadas,
Olhar gentil, boca sedutora.
Sob a noite estrelada, lembranças são criadas,
Amor proibido, destino incerto.
Nas vozes ofegantes, promessas trocadas,
Entre suspiros e carícias, o amor retorna.
Nos cantos escuros e claros, os amantes se olham.
E nas sombras dançam, o desejo proibido que os tocou, não acabou.
"A vida, doce e sublime, é um palco de bênçãos e encantos. Que nenhuma sombra de tristeza, por mais densa, tenha o poder de velar o brilho inefável desta dádiva divina, pois até na dor há poesia, e na luta, um propósito a ser descoberto."
O Tempo que Não Volta
Eu sou a memória que dança no vento,
um eco de risos, um doce lamento.
Sou a criança que correu no quintal,
com os pés descalços, num mundo imortal.
Eu vi nos olhos dos homens de bem,
a força do caráter, o amor que se tem.
Vi nas virtudes, tão simples e puras,
a luz que curava as dores mais duras.
Eu brinquei com o tempo, sem medo de errar,
construí castelos que o vento levou.
Pulei amarelinha, subi em árvores altas,
e nas noites de lua, contei tantas estrelas.
Eu sou a alegria que não se repete,
o abraço apertado, o doce biscoito.
Sou a inocência que o tempo levou,
mas que em meu peito ainda vive, ainda dói.
Eu vejo agora, com olhos de gente,
que o tempo não volta, que o tempo não mente.
Mas guardo comigo, no fundo do ser,
os valores que ensinam a gente a viver.
Eu sou a criança, o adulto, o passado,
o futuro que espera, o sonho guardado.
E mesmo que o tempo não queira voltar,
Guardo minhas virtudes, pra nunca parar.
quando estou contigo
tanto amor me invade
que dói o peito viver
tão doce realidade
mas quando te vais
invade-me a dor da saudade
a dor de tua ausência
com toda a sua crueldade
não hei de reclamá-la
pois sei em verdade
que é a forma de te ter
na minha soledade
cada instante
e em cada pensamento
a dor é também um jeito
de te ter por dentro
Ponte para o paraíso
Quando eu era doce
Ensinaram-me a ser amargo
Foi isso que a vida me trouxe
E eu aceitei de bom grado.
Lembro-me tão bem como se fosse hoje
No final da praça existia um lago
Tentaram afogar-me para que eu fosse
para um lugar bem longe
Isso causou muitos estrago
Ao cair da noite
Ninguém ouve, ninguém ouve
O que houve comigo, o que houve comigo
Ninguém ouve, ninguém ouve
O que houve comigo, o que houve comigo
Acabou-se o meu chorinco
Sobrepos-se o meu sorriso
Podem ver no horizonte
É chamada de ponte para o paraíso
O meu gesto de carinho
Tentaram afogar-me para que eu fosse
para um lugar bem longe
Isso causou muitos estragos
Ao cair da noite
Ninguém ouve, ninguém ouve
O que houve comigo, o que houve comigo
Ninguém ouve, ninguém ouve
O que houve comigo, o que houve comigo
'' A o amor ''
O amor é aquele que não tem data nem hora, um dia pode ser como mel doce, no outro pode ser como uma facada.
ferindo profundamente quem acreditou, deixando só o vazio, um burraco no peito que nunca serra fechado.
Tão meiga, tão doce;
Seu sorriso é como o amanhecer.
Você é a melodia que eu ouço;
Um refúgio onde posso ser eu mesmo.
Uma estrada chamada felicidade.
Era noite de junho,
Já é manhã de fevereiro.
Era doce,
Agora é azedo.
Foi vivo,
Mas não há luz no corredor.
Era poesia,
Deixaram papéis na pia.
Declarações de amor feitas às pressas com guardanapos usados.
Nem a maçã de Eva continha tamanha maldição.
Vinho vira vinagre,
Me armo com o que sobrou dos abraços,
Inevitável clamar um milagre,
Por que ainda ouço seus passos?
Era entrega,
Hoje é punição.
Foram poucas horas,
E eu não sei quantas mais ficarei aprisionada no eterno talvez fracassado.
Era uma corrida contra o tempo
E hoje suplico para que a ampulheta cesse sem embaraço o fluxo dos grãos.
Um dia foi vida,
Hoje melancolicamente é poesia.
Um dia fui eu e você,
Hoje sou eu e alguém que estou usando para te esquecer.
Era Brasil, hoje é Estocolmo.
- De Brasil a Estocolmo
Cansada, com tudo que me atravessa
Emoções, pensamentos, certezas incertas.
Segurança, oh doce ilusão,
Controle flui como furacão.
Esperança, doce espera,
Daquilo que um dia foi, daquilo que um dia era.
Ó mãe divina, percebo o chamado para a nova era,
Mas é tão difícil soltar o que eu era.
Medo, excitação, se jogar no desconhecido é pura emoção.
Ciclos se fecham, ciclos se vão,
Mas só com amor é possível florescer o coração.
Karina Megiato
26/02/25 03:35
Corra, liberte-se. Pois o hoje é o doce e puro presente, mas o amanhã é incerto. O hoje depende de tu e o amanhã da vontade do Universo. Os sentimentos do verde e do vermelho regem este lugar, mas somente Deus rege o tempo, somente a dor fica guardada no pensamento, e a vontade sozinha nada mais é do que sombria ilusão. A vida. O tempo. A dor. O relativo que não pode ser controlado, mas precisa ser apreciado e sentido o devido proveito. O momento que só pode marcar o verdadeiro presente. E a força de vontade que iluminam o mais forte possível, a mente.
Pela janela do quarto
Ouço o som do canto dos pássaros;
Faz lembrar da doce liberdade;
Sentir as vibrações e a compor recordações;
A vida por mais que desperte feridas;
Vejo-me encontrando cura a cada nova inspiração.
A vida dança no compasso perfeito do que precisa ser — ora doce, ora amarga — e só aquele que acolhe cada passo, sem resistência, descobre que viver é confiar na sabedoria invisível do que acontece.
