Depoimento para uma Garota que eu Amo
Marcas de um amor
Eu estou aqui a contemplar as flores
A água que escorre da cachoeira
Sem que tu saibas das minhas dores
Da saudade do amor a nossa maneira.
Percorro por lugares lindos em busca de esquecer
O que o amor trouxe e tão depressa levou
Porém, cada detalhe tem um pedaço do teu ser
A brisa, as flores e o perfume que teu corpo deixou.
Sentir que o teu olhar e o teu sorriso estão em mim
Perseguindo-me, sem dar tréguas, sem dar opção.
Porque tudo tem o cheiro da tua boca de carmim
E tua alma está plantada dentro do meu coração.
Queria que esse amor fosse como o vento
Que tudo leva, por onde passa, tirando-me essa dor
Tempestade que causa profundo sentimento
Marcas deixadas pelos encantos de um amor.
Essa avalanche de sentimentos, que o fogo reascende.
A cada dia, a cada minuto, a dor da saudade.
De momentos inesquecíveis, tudo prescinde.
Amor que não se apaga, falta a felicidade.
Meu coração navega em tua direção
Sem sentido, busca o que não mais existe.
Dentro da tua alma, flor morta, sem emoção,
Partiste o meu coração deixando-me nesta ilha triste!
EU TE ENCONTREI!
O teu olhar tomou conta do meu ser,
O meu coração balançou na musica do amor,
Que sem pedir licença, invadiu o meu viver.
No querer, sentir da tua boca, o sabor.
Deste amor que encontrei, sem procurar.
Talvez; o destino, a força do acaso, eu não sei!
Apenas sei que o teu sorriso levou a bailar,
O meu coração da forma que jamais pensei.
Sinto que devo cultuar a tua dança,
Observar os teus passos, delicados...
De mulher que fez do homem, criança,
Que sonha com teus lábios encantados.
Eu posso aprender contigo a dança do amor,
Porque não sei dançar da forma que danças,
Mas, posso seguir o teu ritmo, e sentir o calor,
De viver este amor de sonhos e esperanças!
Mulher, delicada, de tom aveludado, no intimo,
Na tua dança quero viver o que promete a vida!
O abraço, o calor humano, o amor do teu ritmo,
Capaz de me fazer flutuar contigo, mulher escolhida.
A vida é uma bela dança que eleva os sentidos,
Que faz o ser levitar, sem orgulho ou vaidade,
Para alimentar sonhos, desejos e sentimentos incontidos...
De um encontro ao acaso nasceu este amor de verdade!
Ronaldo Balbacch
São Paulo-SP, 28 de dezembro de 2.013.
Lá norte, no nordeste,
Falaram de um caba da peste,
Que eu não quis nem conhecer
Mas, te conto , se quer saber.
Esse caba conhecido
Famoso pra muita gente
Agora já é falecido
Ajudava, os mais carentes,
Os sem casa e sem comida.
Ajudou tanta gente,
Que esqueceu-se da vida.
Dia desses me falaram,
Que o sujeito era benevolente,
Tão bom, que até a sua mulher,
Ele doava a quem não tinha.
Um caba desse merece viver no paraíso,
Dizem que a mulher era linda,
Eu mesmo não conheci,
Era magrinha e carnuda,
Olhando de frente era vip,
Por traz era especial.
Eu sei que o sujeito vivia,
De que ninguém sabia nem eu,
Só se deram conta disso.
Depois que o caba morreu.
EU APRENDI A TE ESQUECER!
Deixaste que o amor desaparecesse do coração
Depois de plantar na minha alma a tua flor...
O sol que aos poucos acaba por sumir na imensidão
Também aos poucos a solidão tomou conta do amor.
Feito vendaval que passou pela minha vida
Arrancando as raízes fincadas na terra do coração
Porque deixaste o amor florescer em feridas
Impossível colher uma flor desse teu duro chão.
Não há doçura nos teus lábios de amor adormecido
Mórbida é a emoção, de quem não sabe amar.
Aos poucos, o meu amor por ti, já vai esquecido.
Deixado as margens de um lago que corre para o mar.
Solitário e revolto em ondas de pura emoção
Da corredeira fui jogado na praia deserta...
Sem poder colher os frutos que plantei no coração
Preciso te esquecer para buscar o amor que desperta.
A beleza que a vida contém para ser vivida...
É crível que erguerei os braços para agradecer
Um dia, a oportunidade de deixar-me, viver a vida.
Longe deste corpo, que faz o homem enlouquecer.
Agora sinto novo brilho, em meus olhos, o sorriso.
Vou ao encontro da mulher, flor rubra, doce e pura.
Que me ensinou a te esquecer, e buscar o paraíso.
Que há no corpo de uma mulher que me leva a loucura!
Prestes a morrer o afortunado disse a sua loira esposa: Eu estou morrendo e gostaria de dizer onde guardei o dinheiro e gostaria que repartisse a metade com os mais pobres. A mulher toda bonitona ainda quando o marido estava quente no cemitério, chama todos os vizinhos e cada um com uma tesoura recortaram todo dinheiro em duas partes iguais.
Eu optei por ser feliz, optei por não ir contra a minha sensibilidade em viver nesse mundo. Não importa o que eu faça ou o que eu seja, eu não preciso assumir nada, mas negar um amor que avassala dentro de sí, é terrível, pois o tempo vai passar... E as lembranças apenas ficam no lugar de quem deveria estar.
Eu não vejo a hora de parar de escrever sobre o amor, estou me sentindo tão cheia e farta desse sentimento.
Quero escrever sobre ficção... Esse sim, é o meu verdadeiro lado.
Vejo-te
e sentimentos mais puros enobrecem meu coração.
Olho-te
e sinto coisas que eu ainda não nomeei.
Penso em ti, de uma forma complexadamente romântica.
Em lugares nos vejo.
Na minha mente visualizo a ação e em nenhum momento eu penso nela como efêmera.
Penso nas possibilidades, nos pós e nos contra da nossa possível junção.
Penso;
Constantemente;
Subconscientemente;
Sem parar.
E às vezes, é quase inevitável sorrir, enquanto eu penso em ti.
Vocês por acaso vão ao supermercado e compram as coisas pelo pacote?! Eu compro pelo conteúdo , isso e como as mulheres não se ama por fora mas Sim por dentro
Se eu preciso de ti? Eu sou mulher, garoto! Não guria. Eu acordo às 06h da manhã de segunda a sábado, 12h por dia, 4h de aula, 5h de sono. Eu não preciso pedir tua permissão para pagar minhas contas, nem te informar o dia do pagamento do meu aluguel. Aprendi a me virar cedo, a sair da barra da saia da mamãe. Tu não sabes nada da vida e tampouco entendes de amor. Eu sei que não li mais de dois livros do Mário Quintana, desconheço as citações de Shakespeare e que mal sei falar inglês. Não sou chiquetosa como essas piranhas que te ligam de seus iPhones no meio da madrugada te chamando para sair. Talvez eu não seja a mulher ideal. No entanto, eu me amo, sabe? Ando de ônibus, me visto como posso e vou até onde o dinheiro dá. Eu sei do meu valor e também conheço vários que sabem, também. É só eu estalar os dedos e consigo uma carona para São Paulo e volto dirigindo uma Land Rover. Mas, eu não sou mulher de interesses, sou de negócios. Eu negocio o carinho e em troca tu me ofereces o abrigo dos teus abraços e me alugas o teu coração. O que achas? Se ainda preferires, eu posso reservar algum tempo no meu horário de almoço, a fim de pedir uma ajudinha à Ana Maria Braga e te fazer um bolo, café, aquele cafuné. E ah, em questão de arrumar um tempo para nos amarmos, deixa comigo. Eu sou boa em dar jeitos e péssima em arranjar desculpas.
Se por ventura não tenha eu, ainda nos tempos de outrora, deixado saber os teus ouvidos
sobre os regalos que o teu protagonismo
trouxe a mim; tão logo abriram-se as cortinas
para o nosso ato, justifico com um tão popular clichê "A Vida é um espetáculo teatral". Enquanto
em cena o "blackout" das luzes leva consigo
o desfecho do ato para que outro comece, no palco
de uma vida a luz que ilumina cada ato também
ascende toda a história, a minha história."
Eu penso que viver compreende harmonizar cada uma dessas luzes de forma que o meu "eu" autor
jamais as perca de vista. Pois ainda hoje claramente acho em mim fragmentos inéditos, por você ofertados quando ainda não fora eu sabedor destes tais tesouros.
(Andy Souza)
"No dia que eu deixar de ser aprendiz aqui nesse mundo é porque já não estarei mais aqui.
Apesar de reconhecer, dentro de mim, verdades absolutas, sei que existem muitos mistérios e que cada nova fase exige um novo aprendizado.
Hoje vejo a vida como uma estrada bifurcada e ambas possuem a mão do destino."
TORPEDO POÉTICO
Só sei que de alguma coisa eu sei
*é sempre mais difícil ancorar um navio no espaço
Sem amarras
sem espias
sem cais
você corre
esconde a fala-resposta
apaga meus torpedos de desespero
desliga o celular
Fico sem ponto de atracação
sem cumplicidade
sem beijo
Roupa pendurada no varal da ventania
garrafa quebrada pela incompreensão
corpo vazio
Uma onda morde meu sonho
engole minha gravidez
Seus lábios tipo A
têm medo da minha boca tipo AB
* Ana Cristina Cesar
do meu livro Substantivo Desvairado-Sedutor
Nessa noite fria,o coração erudita
e intensa vontade de prazer e satisfação.
Sendo eu tão singelo,sem besteiras,sem asneiras
Consigo enxergar até onde se desacredita duma pura ilusão!
Meu corpo alado, com estrias e cansaços
tenta um pouco mais nessa imensa diversão!
O amor se torna algo tão comum.
que as vezes é necessário pensar sozinho
aguentar o espinho do que tentar o amor com alguém
sem necessidade e sem emoção!
Mais no meio do caminho...
caminho,
por longos dias tentando encontrar um alguém
que me fizesse o bem que sempre pensei
e então caminho ao seu lado
as vezes meio calado
outras vezes distribuindo beijos e sorrisos conviteiros
para uma intensa viagem na felicidade do nosso mundinho
que me faz meu mundo e desmonta tudo, e reconstroi o sentimento bom
Ahh menina, ahhh mulher, você vai me ganhando, ganhando
que um dia talvez eu arrisque tudo por essa paixão!
Quando sorri pra mim, não há tristeza que eu sinta
que não fosse embora agora todo esse sentimento vã.
Minha imaginação é fértil, sempre estamos bem!
sempre bem intencionados, quase nunca parados
querendo descobrir novas formas de curtir a vida
com total inovação!
e tudo isso pela certeza
certeza
você tem certeza disso?
vou te mostrar meu outro lado
aquele bem fechado, humano
dos problemas compartilhados
te ouvirei mais tentarei ajudar
Quero caminhar no tempo certo
pra que tudo aconteça como deve acontecer
e eu venha sorrir em dobro, sorrir com emoção!
Ai, ai....
rsrs
...
.
