Depoimento para uma Garota que eu Amo
Nunca diga,eu não posso
Antes de tentar,antes
De cair,pra depois se levantar
Você pode,você vai conseguir
É só não desistir!
A vida vem com dores mais pra essas dores eu trago flores e espalho as pétalas de alegria ao vento.
Amor, eu não paro de pensar em você, tudo o que eu vejo me lembra o teu olhar, a chuva, as flores e principalmente o mar.
É indescritível a felicidade
Que sinto aos meus pés eu colocar
Na mais pura e perfeita comunidade
Que fervorosamente me faz cantar
Amigos tornam-se irmãos
Pastores tornam-se pais
Palavras tornam-se bênçãos
E os cantos tornam-se essenciais
Jamais vou me esquecer
Da indescritível paz
E da enorme vontade de transparecer
Todo o amor que for capaz
A saudade no meu peito é forte
Mas eu faço uma comemoração solene
Para a minha bússola, meu norte
O meu grupo kecharitomene
As vezes paro pra pensar
Bem na verdade não paro pra pensar
As vezes eu paro pra não pensar.
Penso sobre uma garota que conheci
Quando eu tinha meus 16 anos
Ela era linda, era divertida
E tinha um beijo quente e agradável
Penso em como as coisas poderiam
Ter sido diferentes.
Naquela época meu desejo de amar era intenso
Eu não podia aceitar que não a amava
Afinal ela era tudo o que sempre idealizei
Mas não é possível forçar nosso coração
A sentir algo que não existe
Durou 3 meses
Nos afastamos Progressivamente
O tempo passou
Ela encontrou um príncipe
E eu uma taça de vinho tinto
Boa noite! Só de lembrar do seu sorriso, eu já fico bem. Boa noite para a pessoa mais especial da minha vida! Que a noite traga inspiração em nome do amor, da vontade, da coragem de viver e de sentir.
"Eu não preciso tirar você do meu campo de visão para testar a minha resistência, pra provar que te esqueci...Eu deixo você na minha estante, apenas te olho mas meu coração não te enxerga mais..."
Se eu tivesse que responder à seguinte pergunta: O que é a escravatura? e respondesse sem hesitar: É o assassinato, o meu pensamento ficaria perfeitamente expresso. Não precisarei de fazer um grande discurso para mostrar que o poder de privar o homem do pensamento, da vontade e da personalidade, é um poder de vida e morte e que fazer de um homem escravo equivale a assassiná-lo. Por que, então, a essa outra pergunta: O que é a propriedade? não posso responder simplesmente: É o roubo, ficando com a certeza de que me entendem, embora esta segunda proposição não seja mais que a primeira, transformada?
Logo que eu souber qual o tamanho do estrago te aviso
Não pretendo mais ser teu abrigo
A princípio não pensei direito sobre o perigo
De me envolver de novo
Então me lancei na água turva de desejo do teu corpo
Mesmo conhecendo o teu jeito torto
Tive que provar mais uma vez o gosto
Do desgosto
Eu sou as estrelas suaves que brilham à noite. Não fique perto do meu túmulo, chorando. Eu não estou lá, eu não morri.
E, no entanto, o mundo ainda gira, indiferente. Eu ainda faço vestidos. Todos nós estamos aqui e bebemos champanhe.
Ah, se ela vier falar comigo
Ah, se ela falar que me achou interessante e quer me conhecer
Ah, eu vou falar, menina, chega mais, sente-se aí que vou lhe contar uma coisa boa: você acabou de ganhar na loteria.
Finjo
Enquanto isso eu finjo que vou... faço de conta que nada mudou... não preciso mais fingir sorrisos... estão eles escondidos.
Mundo perdido?
Há uma guerra se travando por aí... há tanto ódio sendo destilado... em inseguranças estamos banhados.
Guerra externa: indivíduos contra indivíduos que nem se conhecem... sim, sabem que existem... pelas redes sociais. Poderosa essa rede: enredou-nos. Por mais que tentemos nos desenredar, ela está bem aí a nos abocanhar. Já tentei dessas cordas me desvencilhar, mas - tenho certeza de que você também já tentou se deletar desse mundo invisível, cansada de tela do computador... onde se vê tanta gente sempre, mas incapaz de ver a dor... até porque quando em frente à tela, somos todos amor.
Guerra interna: coração no peito apertado... desolado. Vamos exatamente pra que lado? Sensação de ondas do mar de um lado pra outro a nos jogar. Viemos à tona... pra logo em seguida afundar... mal dá tempo pra um respirar.
E assim vamos seguindo. Fingindo.
Uma hora tem que acabar. Uma hora o vendaval vai se acalmar. Uma hora vamos recomeçar: num caminho de flores, num mundo só de amores, numa vida cheia de cores.
Por enquanto é cinza... muitos tons de cinza.
Acalma teu coração enquanto espera... espera enquanto finge... finge enquanto espera... e finge que não finge.
Ah! e lembra: nunca ninguém disse que seria fácil... só que, sem Deus,
certamente é bem mais difícil.
"Why are you so paranoid?
Don't be so paranoid
Don't be so
Baby don't worry bout it
Hey there don't even think about it
You worry bout the wrong things
The wrong things [...]" (Paranoid (feat. Mr. Hudson)
Kanye West)
Rosangela Calza
Eu aprendi que neste mundo não devemos viver com medo, por que assim não saberemos viver de verdade.
Hoje eu sei que já nao tenho mais todo o tempo do mundo
Sei que a minha corrida agora é contra o tempo
Por isso vivo na minha paz, sem tempo para coisas que vão tirar o meu sossego
Eu sei que hoje estou aqui...amanhã talvez eu seja apenas uma lembrança, e que essa lembrança seja boa para alguém.
Quero gastar o tempo que me resta sendo livre, leve, louca e feliz, ao lado de pessoas que também queiram a minha presença
Sou o riso do palhaço, mesmo as vezes com o coração triste
Sou a leveza da pluma, mesmo que as vezes a vida não seja tão leve assim
Serei sempre para alguém o aconchego ou uma palavra amiga, ao meu lado sempre encontrará o meu ombro amigo.
Eu sou a paz que carrego dentro de mim
Eu sento e olho para o rio, os pensamentos formam cardumes de amor e a beleza das águas do Tejo são inexoráveis; olhando para eles, a superfície brilha e se espalha como as notas de um piano enviado ao mar e com amor.
O Tejo bebe as cores da cidade, sobre elas eu abro o coração a Lisboa em que te encontras, as colinas
emolduram as raizes que à terra
nos ligam. Para os meus olhos
é momento de pausa: as coisas
que interrogo não resistem à maré,
não dão respostas; perdem-se no Tejo
como tudo o que a memória não reteve.
