Depoimento para meu Filho de 18 anos
Eu Quando me olho no espelho biso-te me sinto com você estivesse com 20 anos de idade eu fiquei muito alegre e feliz
Eu Quando me olho no espelho veneziano me sinto com você estivesse com 30 anos de idade eu fiquei muito preocupado
Eu Quando me olho no espelho inteligente me sinto com você estivesse com 1968 anos de idade 53 anos qual deste espelho e meu melhor amigo
Parabéns, meu FILHINHO muito Amado;
Por estes vinte e um anos, que hoje fazes;
Por Essa Alminha Linda, que em ti trazes;
Parabéns, pois, meu FILHINHO Adorado!
Parabéns, por seres exemplo humano;
De bondade e humildade que tão tens;
Quando com teu agir, a nós tanto vens;
Demonstrar comportamento, de um mano.
Parabéns, pela em Ti, tanta Pureza;
Parabéns, pelo em Ti, tanto encontrar;
Parabéns, pelo em Ti, tão Lindo haver…
Parabéns, pela em Ti, Pura riqueza;
Parabéns, Pelo em Ti, Tal demonstrar;
Parabéns, Pelo em Ti, Tão Lindo Ser!
Que dos cem anos, venhas a passar;
É de mim para Ti, tal desejar;
Parabéns, pois, por este festejar!
De teu, da Terra pai;
Meu grande amor, sabe o que mais amo em ti? O homem que és, pois em tantos anos juntos me disse que me ama uma única vez, mas todos os dias me dá prova de seu amor, você me protege, cuida de mim com todo zelo, como eu gostaria que existisse mais homens como você para que outras mulheres pudessem ser tão felizes quanto sou. Como diz a canção: "Ainda bem, que agora encontrei você, eu realmente não sei o que fiz para merecer você".
Há muito tempo perdi o pássaro da minha vida; Fiz das minhas mãos gaiola para prendê-lo; Mas parecia não mais possuir dedos pra contê-lo; E no desespero fatal, esmaguei-o de afetos, de / carinho... Matei o pássaro dos meus sonhos! Matei o pássaro do meu ninho!
20 de Junho de 1942
Tenho vontade de escrever, e tenho uma necessidade ainda maior de tirar todo o tipo de coisas de dentro do meu peito.
O verbo amar
Te amei: era de longe que te olhava
e de longe me olhavas vagamente...
Ah, quanta coisa nesse tempo a gente sente,
que a alma da gente faz escrava.
Te amava: como inquieto adolescente,
tremendo ao te enlaçar, e te enlaçava
adivinhando esse mistério ardente
do mundo, em cada beijo que te dava.
Te amo: e ao te amar assim vou conjugando
os tempos todos desse amor, enquanto
segue a vida, vivendo, e eu, vou te amando...
Te amar: é mais que em verbo é a minha lei,
e é por ti que o repito no meu canto:
te amei, te amava, te amo e te amarei!
(Do livro - Bazar de Ritmos - 1935)
Advogados têm limites. Eu deixei de ter. Meu trabalho é tentar proteger nosso filho. Custe o que custar.
SAUDADES... MUITAS SAUDADES...
Certa vez meu pai falou: “Meu filho, não diga nem faça nada que um dia possam usar contra você. Respeite o próximo, as leis, as regras de convívio social. Cuide da sua vida e de seus familiares e amigos próximos. Tua saúde é o bem mais precioso: Assim poderá sobreviver e ajudar aos mais necessitados. E lembre-se sempre: 1) Quem bate em pequeno é covarde, quem apanha de grande é bobo. 2) “Lute para ter o que é seu de direito, jamais cobice ou tome nada dos outros.” Não assim, literalmente, eu acrescentei outros conselhos dele. Procurei pautar minha vida seguindo os conselhos do meu pai. Depois do décimo tombo sério e ralada geral, deixei de brincar / competir com o Carrinho de rolimãs. Depois de quebrar os óculos de um coleguinha, nunca mais usei o estilingue e a sacolinha com mamonas. Depois de ser atropelado por um caminhão aos 10 anos, nunca mais atravessei as ruas desafiando o trânsito. Fascinado por armas de fogo, após os primeiros tiros decidi manter distância dos gatilhos. E assim fui levando. Sempre preferindo prevenir, para depois não ter que remediar. Mas acidentes acontecem, independente dos seus cuidados. Nem todos os acidentes são provocados por humanos. Os fenômenos naturais provocam cataclismas, tragédias universais. Quem pode evitar os efeitos devastadores das erupções vulcânicas, dos terremotos e tsunamis? Quem poderia prever a mortandade diante da Gripe Espanhola? Agora me recordo dos versos da canção “Quem inventou o amor”, de Dorival Caymmi (Quem inventou o amor / Não fui eu / Não fui eu, não fui eu / Não fui eu, nem ninguém / O amor acontece na vida...). Pois então, quem criou esse terrível Coronavírus / Covidi-19 não fui eu, não sei quem foi, mas essa pandemia está me impedindo de seguir a rotina: Pagar taxas e impostos, comprar alimentos, pagar as contas mensais, abastecer o carro, curtir o samba raiz com amigas e amigos toda semana, paparicar os netos, procurar não dar trabalho para os filhos. Confinado voluntariamente desde o dia 14 deste mês, antecipei as medidas indispensáveis à preservação de todas as pessoas com as quais convivo, muitas das quais nem mesmo sei o nome. Recomendei ao síndico do meu prédio a imediata adoção de medidas, como disponibilização de álcool gel nos acessos (portaria, elevadores), a restrição para entrada de terceiros no prédio, as orientações básicas aos funcionários, a interrupção de quaisquer atividades nas áreas comuns. Repassei minhas preocupações aos familiares e amigos. Continuo seguindo à risca as recomendações das autoridades da área da saúde. Mas a saudade de tudo o que deixei de fazer é o que mais me martiriza, ao lado do pesar pelos adoecidos e pessoas menos afortunadas. Sinto muita saudade dos bailes, dos espetáculos teatrais e musicais que deixei de frequentar, dos cinemas que nunca mais entrei, das peladas domingueiras, das caminhadas diárias nos parques da cidade e até mesmo das missas.
Pois é. Não adianta “chorar o leite derramado”. Agora só nos resta orar e ter esperanças de dias melhores. Nesse meio tempo, é bom ir anotando na agenda tudo aquilo que nós gostaríamos de fazer. Até lá.
(Juares de Marcos Jardim - Santo André / São Paulo - SP)
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
"Perder meu filho partiu meu coração, posso entender que minha esposa me traia com meu socio, até mesmo meu filho, mas eu perdi no exato momento em que eu a reconhecia pela primeira vez, isso é coisa que esfrega o fracasso na sua cara, que mostra que sua vida não está boa, mas é ali, na hora do fracasso que o homem mostra quem é, alguns se comportam como covardes, outros aceitam, alguns se rebelam, mas não fazem sem dignidade e alguns tem a necessidade de destruir tudo para que possam ter uma outra vida, eu te juro que do meu pouco de vida eu vou espremer cada segundo, cada segundo, até a última gota e por isso que agora eu quero te ajudar, a dar o golpe da sua vida, antes de morrer, você e eu vamos fazer o assalto na casa da moeda da Espanha"
- Berlim
Sabe meu filho, Até hoje não tive tempo para brincar com você. Arranjei tempo para tudo, Menos para ver você crescer. Nunca joguei dominó, dama, xadrez ou batalha naval com você. Percebo que você me rodeia, Mas sabe, sou muito importante e não tenho tempo... Sou importante para números, convites-sociais, Uma série de compromissos inadiáveis... E largar tudo isso para sentar no chão com você... Não, não tenho tempo ! Um dia você veio com o caderno da escola para o meu lado, Não liguei, continuei lendo jornal. Afinal, os problemas internacionais São mais sérios que os da minha casa. Nunca vi seu boletim nem sei quem é sua professora, Não sei nem qual foi sua primeira palavra, Também, você entende... não tenho tempo... De que adianta saber as mínimas coisas de você Se eu tenho outras grandes coisas a saber? Puxa, como você cresceu! Você já passou da minha cintura. Está alto! Eu não havia reparado isso. Aliás, não reparo quase nada, minha vida é corrida, E quando tenho tempo, prefiro usá-lo lá fora. E se uso aqui, perco-me calado diante da TV, Porque a TV é importante e me informa muito... Sabe, meu filho... A última vez que tive tempo para você, foi numa cama, Quando o fizemos! Sei que você se queixa, Que você sente falta de uma palavra, De uma pergunta minha, De um corre-corre, De um chute na sua bola. Mas eu não tenho tempo... Sei que você sente falta do abraço e do riso, Do andar-a-pé até a padaria para comprar guaraná, Do andar-a-pé até o jornaleiro para comprar "Pato Donald", Mas sabe, há quanto tempo não ando a pé na rua? Não tenho tempo... Mas você entende, sou um homem importante, Tenho que dar atenção a muita gente, Dependo delas... Filho, você não entende de comércio...! Na realidade, sou um homem sem tempo! Sei que você fica chateado, Porque as poucas vezes que falamos é monólogo, só eu falo. E noventa e nove por cento é bronca: Quero silêncio, quero sossego! E você tem a péssima mania de vir correndo sobre a gente, Você tem mania de querer pular nos braços dos outros... Filho, não tenho tempo para abraçá-lo, Não tenho tempo para ficar com papo-furado com criança. Filho, O que você entende de computador, comunicação, cibernética, Racionalismo? Você sabe quem é Marcuse, Mac Luan? Como é que vou parar para conversar com você? Sabe filho, Não tenho tempo, mas o pior de tudo, O pior de tudo é que... Se você morresse agora, já, neste instante, Eu ficaria com um peso na consciência Porque até hoje Não arrumei tempo para brincar com você, E na outra vida, por certo, Deus não terá tempo de me deixar, pelo menos , vê-lo!
Sertanejo com muito orgulho!
Mato Grosso tão querido teu filho um bom menino aqui no sul meu destino foi Deus quem que o escolheu, nasci nas serras tão lindas, Bodoquena, Morraria e Tarumã! Nos campos de nossos índios seu filho ali nasceu. A vida simples da roça eu cresci ali na palhoça tive os sonhos de um guri, tão diferentes do hoje a liberdade me trouxe a moral que trago em mim, no roçado um pai amado seus filhos a ensinar, nossas brincadeiras simples o jogo de malha pesada nos sábados era nosso vídeo game assim se eras um guri! Madrugada a minha mãezinha corria ali na cozinha o torto para nos a preparar, e o dia ainda não vinha, mas a roça boazinha pedia seu capinar e nunca vi um de nos ali a se reclamar e quando o sol bem forte nos mostrava a nossa sorte meu pai nos dava um tempo pra no riacho banhar, alegrias bem vividas tinha ali linda família e sonhos a se sonhar! Mas no mundo tudo muda e a falta de estudos nos fez a cidade procurar, no começo foi difícil faziam troças comigo por ser roceiro do bem, mas no hoje sinto orgulho, quando vejo um matuto e o admiro também, sei bem que ali nos regatos, faz se parte deste Estado e nossos alimentos provêm ainda me trás lembranças das noites de esperanças de um amor que hoje poucos se têm. Fui roceiro, e feliz matuto com orgulho, de no Mato Grosso Do sul se viver, mas sei bem que também se tem pessoas que se desfazem do caboclo e do matuto, mas estes são aqueles quem nunca tiveram a chance de no mato se viver...
(Zildo de Oliveira Barros) Campo grande MS
Seu humilde filho te homenageia!
Parabéns meu Mato Grosso do Sul.
Parabéns ó grande Estado de riquezas mil
Saúdo-te filho querido deste imenso País
Felicidades eu lhe digo não estou sendo só gentil
Sua beleza é tão grande que brilho traz ao Brasil...
Seus pantanais se espalham a natureza gentil
Liberdades têm teus filhos riquezas feitas nos brios
Seu povo humilde e guerreiro de paz o estado cobriu
Somos celeiros de bens, nossos grãos alimentam o Brasil...
Facilidade eu tenho em poder te homenagear!
Estado que tão querido seus filhos a abençoar
Nossos governos são fortes! Homens de brio a lutar
De divisão não falamos. Somos irmãos, nas lutas a se abraçar...
Meu Mato Grosso do Sul seu filho vem te lembrar
Nas lutas de um passado! Vitórias a conquistar
Temos ainda as batalhas que a sorte veio nos dar
Entre irmãos e nossos índios a paz Deus aqui vai derramar...
(Zildo de Oliveira Barros) 10/10/13 10h52min
Meu filho, para que sejas digno e íntegro, jamais digas ou faças algo que no futuro possa ser usado contra ti.
Não sigas tuas paixões, refreies teus desejos.
Se permites satisfazer tuas paixões, serás motivo de zombarias. Não te empobreças banqueteando com dinheiro emprestado quando sabes não ter nada no bolso.
Filho amado!
Como dizer que perco meu tempo pensando em você, se é só assim que o tenho perto de mim.
Como fazer para as lágrimas não caírem, elas apenas brotam.
Como conseguir deixar você partir, se você já foi.
Para sempre na memória ou para sempre na escrita.
Meu filho, meu amor, minha vida!
Viva sua vida com certeza
que estarei sempre ao seu lado
Mesmo na distância que se faz
a vida não nos distanciou pelo coração
Te amo, vida!
Shirlei Miriam de Souza
“Meu filho, o dever que você tem de trabalhar, de se sustentar, de prover as suas próprias necessidades e da sua família é parte integrante da sua vocação — se você se recusa a fazer isso, você não merece que a gente lhe dirija a palavra, porque você é subumano, você é um ladrão. O sujeito que acha que os outros ou que 'a sociedade' tem a obrigação de sustentá-lo e não ele mesmo e, ainda assim, pensando com essa idéia baixa, nojenta, porca, ele ainda quer ser um escritor, um sujeito desses tem de apanhar […] Não vem com essa história de que você é artista e que não pode fazer isso. Porque os artistas que fugiram às suas obrigações, que tipo de gente são eles? Jean Jacques Rousseau? É disso que você está falando? É Jean Jacques Rousseau que você quer ser? Joga os filhos num orfanato para você poder fazer a sua carreira literária? Sua carreira literária vai ser uma merda como foi a de Rousseau […]Se você não é capaz de se sustentar, então saia daqui, meu filho, vai embora, eu não quero você como meu aluno. Arrume um emprego, torne-se um homem decente e volte.”
(COF, antológica aula 007) via Luiz Cesar Luiz Cezar de Araujo
Depois de um serviço pesado, meu filho me jogou água... lembrei-me que apesar do cansaço tenho o compromisso de faze-lo sorrir...parece banal, mas quando você for pai, não vai achar.
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