Depoimento para meu Filho de 18 anos
"Estrelas"
Estou nas estrelas
Passam horas
Estou em meu mundo
E como ele é prufundo
São brilhos intensos
Sente-se até cheiros.
Aqui é meu lugar
Como elas sabem me acalmar
Não são de machucar
Muito menos de rejeitar.
Sou elas,sou delas
Como são belas
É tudo que há de sagrado
Não consigo pensar no passado
Só em tê-las do meu lado
Estrelas me ensinam
E não me ruínam
Com elas sou aprendiz
E nunca mais infeliz
Aqui encontra-se meu espiríto
E todo meu infinito.
Quando eu sorrir,quem sabe posso te esquecer
nem que seja no anoitecer
Meu coração vai amadurecer
Dentro do meu ser
As luzes apagam-se
Nada posso enxergar
Só a dor
De quem sabe um dia te deixar
Tento chegar no meu fim
Mais é tão ruim
E eu,fico com uma flor marfim
Junto a tantos poetas
Em meio de tantas palavras
E de tantas lágrimas.
Não quero mais encontrar-me, como sempre desejei desde o início do meu oceano de súbitas e incansáveis crises. Aquele ódio que queria escapar por todos os buracos, hoje não me incomoda mais, acostumei-me a isolá-lo apenas em pensamento.
A vontade de vomitar, esta eu não desejo mais a mim, nem a ninguém. Nem mesmo aquela palpitação, que de início parecia benigna, agora vejo que me dá vertigens.
Os olhos, bem, decidi sempre encarar, cara a cara você descobre quem tem mais coragem e quem tem medo, a velha sutil diferença.
Não consegui prender maturidade em mim, e todas as vezes que ela insiste em aparecer, eu ainda prefiro ignorá-la, esquecendo o fato de que não sou mais criança, ou ao menos não deveria ser. Talvez seja o rosto, que todas as vezes que olho no espelho: nega, esconde a verdadeira idade que deveria transparecer.
Falta tudo, inclusive a vontade de sossegar. Mas ao mesmo tempo há tudo. Todas as sensações, mas de uma vez só. E exageros, meu caro, me enojam.
Não reprimo meu desejo!
Como tudo que tenho vontade
Bebo tudo que quero e na quantidade que posso
Realizo os meus planos inconsequentes
Transo sempre com minhas ousadias
Faço amor com quem me der na telha
Durmo pouco ou muito quando estou com vontade
Eu desejo o meu desejo e pelos meus desejos pago o preço
Só loucos são felizes nessa vida
Só loucos!
Que toda a beleza seja única
Que meu querer seja recíproco
Que a felicidade seja o meio e não o fim
Que sejamos sempre o que somos agora
Que sejamos amor, dor e companhia
Que sejamos amor, sempre!
Canto no encanto dos teus olhos
o teu mais belo sorriso
O motivo dos meus poemas
Do meu riso, preciso e conciso
Prenda-me consigo
Usa-me sem aviso
Beba-me, Coma-me
Sua loucura e meu abismo
Admiro-te em segredo
Pela razao do meu sossego
Entrego-te a cruz que estava
o meu medo
Quero-te bem.
Mesmo que bem nao seja assim
Tenho asas quebradas de serafim
Meu bem querer mentiu pra mim
Te esperando aprendi a contar
estrelas que caem do céu em direção ao mar
O vento a ninar as folhas do pomar
Aprendi por ti a suportar
Tudo que nao me apetece
Até parece que sei dessas coisas
Minha espécie apenas adoece e
Apodrece.
Ê moleque...As coisas nao sao como antes
Nao existe voce que engrandece.
Por nao saber falar
Coisas
de quem
só agradece
Ja foi o dia
Com a Bohemia
Dormiu Maria
No carnaval
No festival
Li no jornal
O meu astral
Tanto Clichê
No meu Apê
Sou um Michê
Sou Pinochet
O velho Chê
Pra frente, avante!
Vozes soantes
Nos morros uivantes
Gemidos amantes
Quando eu fechar os olhos
E o meu sangue parar de correr
Leve-me para o mais alto morro
Para onde entao eu possa morrer
Vou ver as velhas infancias
Que toda herança impediu falar
Dançar toda mocidade que a sociedade
Ja nao quer mais ousar
Ouvir de todos os berros loucos
Das favelas do alto do porto
O eco dos gritos roucos
Dos abortos ao mendigo morto
Morri na escadaria da catedral
Com uma facada e um punhal
A morte é mesmo assim natural
Ja estou pronto pro funerol
O som vai acabar mais uma vez
A espera das nossas grandes sensações
Será que tu curtirás minha viuvez?
A partida será nossa todo dia
É o juizo final
Eis o meu ponto final
Talvez a culpa seja toda minha. Talvez ela tenha indo embora porque eu deixava meu orgulho falar mais alto. Talvez ela tenha ido embora porque não suportava mais meu silêncio. Talvez ela tenha ido embora porque eu queria que ela fosse alguém totalmente diferente do que ela era. Talvez ela tenha ido embora porque as vezes eu agia como um idiota e chamava ela de burra. Talvez ela tenha ido embora porque eu fazia ela ficar sem argumentos. Talvez ela tenha ido embora porque doía, doía me amar. Talvez ela tenha ido embora porque não suportava a distancia entre nós. Talvez ela tenha indo embora porque eu não segurei sua mão quando mais ela precisava. Talvez ela tenha ido embora porque lhe dei ruídos invés de silêncio. Mas agora ela voou pra longe de mim, e é nesse talvez que minha vida se resume
Além de você ser o grande amor da minha vida,
você também é o meu grande amiga,
aquela que eu sei que posso contar para tudo.
Hoje posso dizer com toda a certeza do mundo
que eu já não sei mais viver
sem ter você,
que simplesmente nada faz sentido na minha vida sem você.
Hoje sei que eu preciso de você
para sempre na minha vida.
Hoje sei que vou te amar até o fim!
Deixo de ter admirações nas indiferenças.
Deixo dos vícios que meu corpo amam.
Deixo da insensatez que acercam a mente.
Deixo nascer na clareza coragem e libido.
Envelheço no processo contínuo da vida.
No processo contínuo da vida, recomeço.
De mãos dadas com um desconhecido íntimo
Percebi que a solidão é a saudade de quem caminha ao meu lado.
À menina que passava na rua
Vinha como visão
E para o meu deleite
O tempo ficou parado
Ela então me roubou
Com flores
Flores por toda a parte
No vestido estampado dela
No cabelo perfumado dela
Sem querer, um sorriso
[Sorriso pedido de casamento]
Eu sorri pra ela
A arte gótica
Que angústia é essa que domina meu ser?
Que me leva a buscar a morte
Quero cometer loucuras, não tenho nada a perder
Viver insanamente, eis o meu esporte
Quanto mais conheço o mundo, mais me revolto
Procuro algo de bom, mas nada me conforta
Buscar a auto-profanação então eu volto
E se eu morrer, bem, quem se importa?
Mas, não posso simplesmente ir embora assim
Preciso deixar algo para ser lembrado
Não vou deixar que se esqueçam de mim
Quando minhas palavras tiverem algum significado
O que realmente estou buscando?
Nem eu sei, talvez a felicidade
Um grande paradoxo estou gerando
Buscando-a na própria infelicidade
Sou como uma sombra que vaga na escuridão
Sem saber de onde vim nem pra onde hei de ir
Na sabedoria busco uma solução
Já cheguei até aqui, não posso mais cair
Busco ideais que me dêem alegria de viver novamente
Pois, sinto que meu mundo se perdeu
A um caminho de sombras vou levar minha mente
Com intelectualismo chegar ao meu apogeu
Meu coração é gélido e o ódio prevalece
Coração que pelo amor já foi aquecido
O amor nos deixa fraco, o ódio nos fortalece
O jeito aqui é manter o equilíbrio
O amor, sentimento incerto que só causa o sofrer de carne e alma
Fazendo-se derramar lágrimas melancólicas,
É como estar em uma selva e não conhecer a fauna
Por esses olhos não parece uma coisa tão antológica
Na verdade, o amor é uma grande prisão
Cujo único jeito de se libertar é pelo próprio amor
A tentativa de fuga é totalmente em vão
Tentar fugir aqui só causará mais dor
O ódio, veneno que nos motiva
É como um anabolizante
Uma coisa atrativa
Que fortalece, mas é mortificante
Vejo homens que por dinheiro caíram em perdição
Vejo um sistema que prega o interesse e o consumo
Vejo pessoas que vivem apenas de ilusão
Vejo pessoas que já desistiram deste mundo
Vejo pessoas que dedicam sua vida a coisas sem sentido
A encontrar resposta que nunca acharão
Vejo um mundo capitalista cada vez mais perdido
Com falsidade, dor e desilusão
Assim fico de lado, no meu mundo imaginário
Sentado em meu trono vejo a humanidade se destruir
Usando a poesia como meu confessionário
Escrevo aqui tudo que eu vir e sentir.
A natureza me põe perto
refaz o meu afeto
o encaixe no momento certo
que vem me entrelaçar.
A natureza me põe perto
e a distância se inferioriza
no tocante da suave brisa
que vem me acarinhar.
A natureza me põe perto
da liberdade no amor
exalando a maestria da flor
que vem me perfumar.
A natureza me põe perto
do sublime Ser Divino
ao contemplar o campesino
que vem me vivificar.
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