Depoimento De Mae Ausente

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Mãe: O Universo em um Abraço
Dizem que o dia das mães é uma data marcada,
mas a verdade é que o amor de mãe se renova a cada alvorada.
É um sentimento que transborda em cuidado, afeto e proteção,
mulheres raras, esculpidas pela força e pelo coração.
Para o mundo, ela pode ser apenas uma mulher;
mas para você, ela é o solo, o teto, o mundo inteiro.
Existem as que curam com o carinho de um olhar,
as que protegem como leoas, sem nunca recuar,
e aquelas que, na rigidez, ensinam o caminho do caminhar.
Não importa o sangue, nem de onde a vida floresceu;
Mãe é quem acolhe, quem cria, quem o destino escolheu.
Seja a que gera ou a que adota na alma o seu destino,
elas são o alicerce único de cada ser humano, desde menino.
Mães são eternas, mesmo no tempo que voa,
raízes que vivem para sempre no coração de quem as abençoa.
(Assinado: Roseli Ribeiro)

⁠Dia das Mães

Mãe não desiste nunca
Ama além do seu limite
Sofre, chora, ora
E tem o dom de resgatar, encaminhar e salvar o filho de qualquer perigo
Mãe é a presença de Deus na Terra

Na próxima reencarnação, encontrarei uma mãe biológica que me ame de verdade.

"Mãe, a mão que me adorna
Mãe, o abraço que me consola
Mãe, a alegria que manda a tristeza embora
Mãe, o amor mais puro, todo filho adora
Mãe, nenhuma palavra bonita é digna da senhora.
Mãe, os seus conselhos, do sucesso é a porta.
Mãe, a qual agradeço por minha vida e o meu agora..."

Assim é ela:
Hilária, divertida, moleca, alegre, maçã com limão, mãe, irmã, amiga, avó, tia, sogra, cunhada, brigona, original, Skol, chopp, quibe, chá, café, café, café sem açúcar, patrola, dorminhoca, fogosa, bandida, descarada, sincera, honesta, meia boca inteira, e eu fico maravilhado com ela.
(Saul Beleza)

⁠Tem gente que gosta tanto de mãe, que mal chega abril já começa a postar frasezinhas de mãe.

"Festeje a sua mãe, se você puder encontrá-la dentro do seu coração, é claro."

Até hoje eu nunca soube descrever minha mãe, eu só sei que ainda a amo quase tanto quanto eu a odeio, ou vice-versa. Foi ela quem, direta ou indiretamente, me causou as piores tristezas que eu já tive até agora, mas, sem sombra de dúvida, as minhas melhores gargalhadas foram com ela. Caíamos na gargalhada por qualquer motivo, muitas gargalhadas, minhas e dela, e eu certamente sentirei falta disso.

⁠Uma coisa que a minha mãe sempre me dizia, e que às vezes tem funcionado bastante pra mim, é: "Desarme-se, não leve a vida à ponta de uma espada".

Estou bem!
Isso é Bíblico dizer
Se eu vou além?
Não sei como fazer!
Eu desaprendi a ser mãe.
Mas me cobro não por não ser esposa, mas por não me sentir mulher. A mulher que sonhava
A mulher que mesmo em lágrimas, lutava
Hoje, fui cobrada de não ser companheira.
Irônico é ouvir: eu te dou liberdade pra falar.
Mas, ao tentar a aproximação levei uma lavagem de questionamentos!
Hoje, sei minha tia(mãe) tem razão em tudo o que falava. Eu nunca sou ser alguém na vida, vou viver correndo atrás do próprio rabo.
E estou seriamente pensando e abrir mão de tudo e sumir sem noticiar ninguém. Mesmo porquê quem iria sentir falta de um lixo como eu, além da minha princesa?a quem eu deixarei aos cuidados do pai.

​"Mãe,
​Hoje venho te visitar trazendo comigo esta rosa cor-de-rosa, que é o espelho da tua alma. Ela carrega a tua ternura, aquele carinho que só quem te conhecia de verdade conseguia sentir.
​Mas não esqueço da mulher brava e determinada que você foi. Honro a tua força, a tua coragem de enfrentar a vida de frente e a firmeza dos teus passos, que abriram caminhos para mim. Você me ensinou que ser doce não significa ser fraca, e que ser forte não impede ninguém de ser amor.
​Neste último dia do ano, entrego esta flor como um símbolo de gratidão. Que o perfume desta rosa chegue até você como um abraço, e que a luz que você deixou aqui continue guiando meus dias.
​Que os guardiões silenciosos deste lugar zelem pelo teu descanso, assim como você sempre zelou por nós.
​Descanse em paz, com todo o meu amor."

⁠Beatíssima Maria virgem
Amika Nostra
Mãe do espírito e de todo o princípio.
Origem do pequeno espelho do infinito
E parada central de estirpe deste mundo tão esquisito para o qual pariste o teu filho. Regadora da urtiga e do Nardo
Lírio da terra bivalente
Jardineira do quintal dos bardos,
Da poesia.
Está tudo morrendo
Conselheira dos agoniados,
Quem sou eu para vir novamente pedir perdão por todos os bardos?
Por essa raça sobranceira e enviesada
Que anda de luto pelos próprios excessos e à beira do teu cântaro gargareja, um duro lamento espúrio.
Que boceja um tédio estéreo a maneira de quem detesta o Absoluto.
E de tanto falar por Ele, acredita só no que usurpa.
Os que rabiscamos no espelho,
Nos mundos da estrutura, do nada, do vazio em pêlo.
Quem sou eu para pedir teu zelo por tantas pobres criaturas?
A mortalidade moral mata mais que faca e fuzil no território nacional.
De ponta a ponta ao meu país, cada dia mais infantil,
Mata a si mesmo com ardis,
Com imposturas num marasmo igual as diabruras e penduricalhos da pior africanização.
Como uma colcha de retalhos que não tapa mais nada
O chão de derrapantes assoalhos deste país sem direção é sacudido pela mão do entretenimento e do embuste.
Quando a noite, mais uma vez,
Com uma dissonância na acústica
Cai das alturas como um susto, um pesadelo a mais Talvez uma oportunidade,
E o que custa parar um minuto, dois, três e refletir e orar?
Ouvir, ver simplesmente o que fazemos da raça inteira De nós mesmos ?
Mas não, a cada anoitecer sacudimos pelos extremos a toalha em farrapos
Que demos pelas migalhas do Poder, ao banquete dos fratricidas,
Dos cambalachos,
Dos abortos.
O desfile nas avenidas, de machos eunucos e outros fantasiados pela vida
De cabeça para baixo na ida sem volta ao festival dos porcos
E enquanto isso morrem, Morrem filhos e mães, e irmãos no escuro
Órfãos de sonhos
E depois morrem o passado e o seu futuro
Morre tudo e ninguém socorre
A árvorezinha atrás do muro, ninguém colhe o fruto maduro
A mão do país que se afoga. Que Pantanal é esse nosso ?Em que é impossível dar um passo sem afundar?
Sem que a piroga vá desaparecendo no poço ?Num baldezinho cheio de ossos ?
Num vazio pendurado, à corda,
Num balanço de enforcamento.
Que multidão?
Que gente é essa ?
Seminua, com as mãos na cabeça
Ou no bolso alheio
Uma gente que estraçalha os filhos sem pressa
Num ritual de alinhamento Até que ninguém mais os conheça
Todos são teus filhos
E penso neste escuro dia, seguinte ao mais perfeito nascimento,
Penso no teu rosto sucinto, Que é a perfeição do pensamento
Amparado só do infinito,
Que contemplando cada berço.
Transforma o meu país Senhora da súbitas transfigurações.
Ó aparecida nos porões,
Em que torturam o homem à aurora,
Ó peregrina entre as visões,
Ó negra ó branca
Mediadora das grandes reaproximações,
Escuta-nos Mãe de Jesus Ora pro nobis
Vem a nós
Como estavas ao pé da cruz Na hora sombria
Um instante atrás,
Em que se ouviu aquela voz “porque Me abandonaste?”
A luz nos abandona.
Estamos sós
Terrivelmente,
Mas a culpa que temos todos
Do horror que fizemos de nós.
Ó mística
Ó rosa rústica
Ó penhor da salvação
À hora a última
Advoga em que o Senhor Venha a nós
Fala-nos
Que acústica da velha Catedral em ruínas e outra Vez com teu nome tua voz. Que os Farrapos do homem, que se devora e não termina o horrendo banquete da fome
Se reúnam em ti, mãe menina de todos nós
Os que mal somos
Os leprosos mal agradecidos Que não retornaram ao teu Filho depois de curados Perdidos desviados e maltrapilhos.
Retorna a nós como do exílio,
Velhos bondes em busca dos trilhos
Voltamos tantos iludidos
Nós, os mutantes
Nós os idólatras
Nas lucobrações orgulhosas Do encolhido intelecto,
Esse alcoólatra,
Que sim,
Se embebedou de paródias.
Atua inteligência da morte é o único modelo da nossa.
O mais, é a miragem do apóstata.

Mãe

O pai vai ficar bem!

Estamos em oração.
Fica tranquila!

Honrar pai e mãe consiste em extrair o melhor do que eles já fizeram.

''A mãe não prevalece a injustiça sobre os filhos.''

Descobri o amor


Entendi o amor
Da minha mãe
Da minha avó
Enfim, compreendi
Que estava vazia
E me sentia só.


Antes de ser mãe
Estava iludida
E não era desse mundo
Sentia solidão
Sem conhecer
Um sentimento tão profundo.


Vivia sóbria
Envolta em uma névoa
Mas embebi-me de amor
Comecei a sentir vida
Comecei a sentir medo
Entendi o que era a dor.


A dor da angústia
A busca chegou ao fim
O que era perdido, fora achado
Sem nem saber
Que estava procurando
De repente, era passado.


Não existe amor maior
Nem nada melhor no mundo
Que o amor maternal.
Descobri que antes
Eu não sabia amar
Nada era especial.

Cresci achando que minha mãe era dura demais. Hoje, olhando para os jovens, percebo que ela estava, na verdade, salvando a minha vida.

Pai e mãe habitam em mim, e eu que sou filha

Eu contando para minha mãe e imaginando e vendo a reação dela ao falar que conversava com Deus.

Ah, minha mãe ensinou-me uma coisa valiosa: o poder da oração, o poder de crer em Deus, há mais mistérios entre o céu e a terra que a gente possa imaginar, Shakespeare.