Dentes

Cerca de 666 frases e pensamentos: Dentes

Um dentista conserta dentes; um presidente conserta a pátria, porém um só Mediador pode consertar toda a humanidade -- Jesus.

Inserida por HelgirGirodo

Dentes bonitos são aqueles provocados por um coração que sorri primeiro pela felicidade da gente.

Inserida por HelgirGirodo

Se todos limpassem o coração com Deus, como se escovam seus dentes, certamente o seu aroma chegaria aos Céus.

Inserida por HelgirGirodo

Esquecendo de escovar os dentes o patrimônio bucal está comprometido: não é assim o homem quando deixa de cumprir a sua palavra?

Inserida por HelgirGirodo

Hora de escovar os dentes após a refeição; hora de testemunhar após se encher do Espírito; hora de adorar após trabalhar; hora de glorificar a Deus após ouvir ladainhas e murmurações.

Inserida por HelgirGirodo

Escove os dentes. Sorria sempre. Tome banho. Vista boas roupas. Cumprimente os amigos. Salte de alegria e viva a vida.

Inserida por HelgirGirodo

Como um gato encurralado diante dos dentes afiados de uma cadela de caça, assim é a alma do homem casado presa pelas garras do diabo quando procura por outra mulher.

Inserida por HelgirGirodo

Haverão no inferno muitas companhias para outros rangerem os dentes ao mesmo tempo, porque não consultaram o Dentista de Almas, Jesus, o Salvador das Cáries.

Inserida por HelgirGirodo

A cárie vem por que os dentes não são escovados; assim é o coração com manchas de pecados, porque não foi lavado com o sangue do Cordeiro de Deus ou não orou, pedindo perdão a Deus.

Inserida por HelgirGirodo

⁠É preferível chorar de arrependimento do que entrar no inferno com choro e ranger de dentes.

Inserida por HelgirGirodo

Há na boca do leão dois dentes afiados para a sua presa e na língua dos homens o veneno para a sua alma, quando a sua vontade é odiar o próximo.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Thalita é beleza de gestos, abraços,
Mãos, dedos, anéis e lábios,
Dentes e sorriso solto
Que escapam do seu rosto

Inserida por paulo_eduardo_9

Sorrir com o coração não é mostrar os dentes, é sim, ser feliz sem ter a necessidade de provar ao mundo que assim é.

Inserida por MariliaMasgalos

Gente falsa, pela frente mostra os dentes, não lhe dê as costas que as presas são punhais.

Inserida por SoniaMGoncalves

⁠A boca maldita fala em preto e branco por uma voz rouca, com erros graves de linguagem e sem dentes, de uma realidade crua e desnuda, sem os retoques cenográficos de uma maquiagem colorida e primaveril.

Inserida por ricardovbarradas

⁠Parentes são os dentes, que as vezes nos deixa banguela

Inserida por dmilani

⁠Estêvão



Ouvindo eles isto, enfureciam-se em seus corações,
e rangiam os dentes, contra ele, com agressões.
Mas ele, cheio do Espírito Santo, fixando os olhos,
no céu, viu a glória de Deus nos altos céus.


Viu também Jesus, que estava à direita de Deus,
e disse: Olhai, eu vejo abertos os altos céus!...
E o filho do homem, que está em pé à direita de Deus!
Mas eles gritaram em gritos raivosos, diante dos judeus!


Taparam os ouvidos, é avançaram todos contra ele,
e expulsando-o da cidade, atiraram pedras a ele...
as vestes de Estêvão, aos pés de Saulo as puseram.


E continuaram a apedrejá-lo, que em oração a Jesus,
dizia: Senhor, recebe o meu espírito na tua santa luz.
E não os condenes, por este pecado que me fizeram!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠O Tempo é implacável, vai arrancar teus dentes, teus cabelos, tua beleza, teu sorriso, sem você notar.

Inserida por Colicigno

⁠Camorra é conflito, é briga de rua, é sangue nos dentes.
Kamocha é reflexo divino, é "como Tu", imagem do Eterno.
Kamorra é o encontro entre os dois: a força do homem que luta, guiado pela luz que não se dobra.

Inserida por kamorra

o canibal


ele não me morde
me lê com os dentes


começa pelas orelhas,
que uso pra ignorar preces,
depois a boca,
por onde despejo escárnio.


não grito.
abro.


passa pelos ombros,
onde carrego o peso de ser,
então os braços,
que usei tanto para abraçar inimigos
e empurrar amantes.


comeu os cotovelos
da força que não tive,
o gesto que faltou,
tudo vai na mesma dentada.


depois as mãos,
essas que seguram o cigarro.


e as pernas,
essas que me levaram a becos errados
e fugiram do caminho certo.
o canibal rói os joelhos,
onde dobrei demais,
e os pés,
que nunca tocaram no chão.


devora meu coração,
desgasta o ciso
mastigando a ilusão
do amor.


flamba os pulmões,
corta a fuligem,
assa os alvéolos:
meus atalhos anestésicos.


não resisto,
entrego.


cada pedaço arrancado
era o que sobrava de mim:
nome, pose, piercings.


o canibal mastiga devagar,
como um diabético
mascando chiclete sem açúcar.


não sobrou peito:
menos eu
e mais espaço.


o cérebro vem por último,
sobremesa agridoce,
viciante.


e nele, começa pelos poemas.
mastiga versos inteiros,
cospe rimas fracas e
parafusos soltos,
engole metáforas
que usei pra esconder a verdade.


do amor, não quer beijos
nem transas:
quer a vontade.


dos vícios, gosta mais.
lambe o açúcar do café,
o brilho curto do prazer rápido,
bebe a coragem falsa
como cerveja quente.


cada coisa comida
me deixa mais simples,
menos personagem.
mais eu.


quando termina,
não sou vazio.
sou tutano.


o canibal limpa a boca
e vai embora.


fico.
pela primeira vez,
íntegro.


e o que ficou,
não escreve m canibal


ele não me morde
me lê com os dentes


começa pelas orelhas,
que uso pra ignorar preces,
depois a boca,
por onde despejo escárnio.


não grito.
abro.


passa pelos ombros,
onde carrego o peso de ser,
então os braços,
que usei tanto para abraçar inimigos
e empurrar amantes.


comeu os cotovelos
da força que não tive,
o gesto que faltou,
tudo vai na mesma dentada.


depois as mãos,
essas que seguram o cigarro.


e as pernas,
essas que me levaram a becos errados
e fugiram do caminho certo.
o canibal rói os joelhos,
onde dobrei demais,
e os pés,
que nunca tocaram no chão.


devora meu coração,
desgasta o ciso
mastigando a ilusão
do amor.


flamba os pulmões,
corta a fuligem,
assa os alvéolos:
meus atalhos anestésicos.


não resisto,
entrego.


cada pedaço arrancado
era o que sobrava de mim:
nome, pose, piercings.


o canibal mastiga devagar,
como um diabético
mascando chiclete sem açúcar.


não sobrou peito:
menos eu
e mais espaço.


o cérebro vem por último,
sobremesa agridoce,
viciante.


e nele, começa pelos poemas.
mastiga versos inteiros,
cospe rimas fracas e
parafusos soltos,
engole metáforas
que usei pra esconder a verdade.


do amor, não quer beijos
nem transas:
quer a vontade.


dos vícios, gosta mais.
lambe o açúcar do café,
o brilho curto do prazer rápido,
bebe a coragem falsa
como cerveja quente.


cada coisa comida
me deixa mais simples,
menos personagem.
mais eu.


quando termina,
não sou vazio.
sou tutano.


o canibal limpa a boca
e vai embora.


fico.
pela primeira vez,
íntegro.


e o que ficou,
não escreve mais.

Inserida por rodriguesnutshell