Demorei mais Aprendi

Cerca de 192780 frases e pensamentos: Demorei mais Aprendi

Ela diz que não sente mais nada. Nada, entende? Só raiva, desprezo, nojo. Ou seja, só arrumou um novo jeito de gostar

Mesmo para os caminhos mais longos e difíceis, não sairá do lugar antes de dar o primeiro passo.

As escolhas mais difíceis da vida, são as que te forçam a questionar o seu próprio código moral, minha escolha me trouxe aqui, no caminho daqueles que uma vez chamei de irmãos, podem me chamar de traidor, rebelde ou renegado, no final não importa como serei lembrado na história, me importa apenas que segui minha própria crença.

A cabeça de um ateu fuciona mais ou menos como a de um crente.
O diferencial é que o ateu enxerga mais longe, enquanto o crente é quase míope.
Ambos raramente mudam suas convicções.

Quando a amizade é verdadeira e o amor é sincero, a renúncia se torna cada vez mais difícil.

Por fraqueza nao tomamos as decisões corretas, por medo ficamos inertes, mais e preciso ventar para a folha cair...

O que amamos na fotografia é sua capacidade de realizar o mais ambicioso desejo do homem; a eternidade. Atraves dela eternizamos pessoas, belezas, momentos e sentimentos. A fotografia são pequenos pedaços de eternidade.

Posso até ficar triste quando alguém se engana sobre mim. Mas, certamente, fico muito mais, quando me engano sobre alguém.

"Por mais palavras que eu diga para expressar oque eu sinto por você, ainda me falta algo...algo que fica preso em algum lugar de meu coração,evitando que eu morra de amor"

É doloroso deixar que passe, que suma, que não volte mais. Mas é preciso para que o futuro continue à andar. É preciso se desapegar, guardar nas lembranças e seguir em frente…

Não há como convencê-la de que isto não é mais um truque deles, mas não importa. Eu sou eu e não sei quem você é, mas te amo.

Sou 8 ou 80..nada de meio termo,não consigo ser morna..comigo é quente ou frio..não existe mais ou menos..é mais ou é menos...sim ou não...vai ou não vai...não consigo ser diplomática,nem fico em cima do muro..desço,dou minha cara á tapa..assumo as consequências..sendo essas boas ou ruins...Sou assim..me ame ou me odeie..

Já te fiz muita canção
São quatro, ou cinco, ou seis, ou mais
Eu sei demais
Que tá demais

Eu chego com um violão
Você só tá querendo paz
Você desvia pra cozinha
E eu vou cantando atrás

Hoje eu falei
Pra mim
Jurei até
Que essa não seria pra você
E agora é

Hoje eu falei
Pra mim
Jurei até
Que essa não seria pra você

Se juntar cada verso meu
E comparar
Vai dar pra ver
Tem mais você que nota dó
Eu vou ter que me controlar
Se um dia eu quero enriquecer
Quem vai comprar esse CD
Sobre uma pessoa só?

Hoje eu falei
Pra mim
Jurei até
Que essa não seria pra você
E agora é

Hoje eu falei
Pra mim
Jurei até
Que essa não seria pra você
E agora é

Meu orgulho não fala mais alto, não. Ele grita, ele berra, ele se intromete e ele me atrapalha.

Não foi só a noite,
foi mais silêncio.
Tua ausência me buscou;

Não veio lágrima,
o dia já vinha
e só tua ausência
foi que ficou.

Ficou sozinha
com meu eu antigo,
e se entenderam,
se completaram.

Então a lágrima
caiu baixinho
no que restava
do teu carinho.

Maysa

Nota: tradução de um poema em espanhol de Maysa

Pedagogia do Acolher


Chegou mais um setembro e, com ele, a vitrine de frases prontas que me atravessam sem me enxergar. Falam para eu falar — como se a minha voz não estivesse há tempos espalhada em palavras, imagens, silêncios e olhares. Eu avisei. Não busco atenção; busco sentido, presença, mãos que não soltam.


O que me revolta não é a cor do mês, é a direção do dedo. Campanhas apontam para quem está afundando, quando quem precisa de formação é quem está na margem. O depressivo não precisa de cartaz; precisa de quem saiba ler sinais: o brilho que apaga, o sorriso que desencaixa, o corpo que fala — cabelo que cai, peso que some, vitalidade que se ausenta. Precisa de quem saiba chegar sem invadir, ouvir sem consertar, acolher sem prescrever. Às vezes, salvar é só sentar ao lado e dizer com o corpo: “estou aqui”.


Falar nem sempre é possível. Por dentro, a mente é um labirinto: ideias desordenadas, sentimentos sem moldura, cansaço que pede anestesia da dor — não o fim da vida. O que nos sustenta, muitas vezes, é o descanso de um abraço, o cuidado que não cobra explicação, o silêncio que não abandona. Ensinem isso: a presença que não exige performance de melhora; a escuta que não transforma confissão em sermão; a delicadeza de perguntar “como posso estar com você?” e aceitar que, naquele dia, a resposta seja apenas chorar.


Também me fere a homenagem tardia. Velórios cheios, redes lotadas de amores eternos — e o vazio de tudo o que não foi dito quando ainda dava tempo de ouvir. Eu não quero discursos depois. Quero humanidade antes. Se houver propósito em minha voz, que seja tocar uma pessoa que esteja aqui agora, e não multidões quando eu já for ausência.


Setembro, para mim, só fará sentido quando deixar de treinar o depressivo para “se explicar” e começar a educar o entorno para reconhecer, acolher e agir. Ensinem a identificar sinais, a construir rede, a acompanhar até o serviço, a ligar no dia seguinte, a cozinhar um prato simples, a varrer o chão do quarto, a segurar a mão — e não soltar. Ensinem que “força” não é cobrança, é companhia. Que fé não é atalho, é abrigo. Que esperança, às vezes, cabe em vinte minutos de silêncio compartilhado.


Eu sigo deixando vestígios — nas pessoas, nos cantos, no papel, nas imagens. Minha voz não precisa de multidões para cumprir seu propósito. Se alcançar um coração e lhe oferecer descanso por um instante, já valeu a jornada. E, enquanto eu estiver aqui, repito: não é fraqueza, é exaustão; não é espetáculo, é sobrevivência; não é drama, é dor. O que peço não é palco. É presença.




#setembroamarelo

Por mais distante que eu pareça estar
Eu tô pensando em você

O Amor é a energia mais fundamental,
é a essência de nosso ser e do Universo.
É o Amor que une e conecta
todas as coisas e pessoas.
O Amor é mais do que um objetivo,
mais do que um combustível,
mais que um ideal.
Nós somos Amor!

Nada mais longe do meu pensamento que a ideia de fechar-me e erguer barreiras. Mas afirmo, com todo respeito, que o apreço pelas demais culturas pode convenientemente seguir, e nunca anteceder, o apreço e a assimilação da nossa. (...) Um aprendizado acadêmico, não baseado na prática, é como um cadáver embalsamado, talvez para ser visto, mas que não inspira nem nobilita nada. A minha religião proíbe-me de diminuir ou desprezar as outras culturas, e insiste, sob pena de suicídio civil, na necessidade de assimilar e viver a vida.

Quanto mais imperfeita for a nossa percepção, maior será a extensão do bem.