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Demorei mais Aprendi

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As pessoas mais tristes que já conheci na vida são as que não se importam profundamente com nada. Paixão e satisfação caminham lado a lado. Sem elas, qualquer felicidade é apenas temporária, porque não há o que a faça durar.

“Raramente encontro uma pessoa rara ou interessante. É mais que perturbador, é um choque constante. Está me tornando um maldito mal-humorado. Qualquer um pode ser um maldito mal-humorado, e a maioria é. Socorro!”

Às vezes a gente tem que se distanciar do papel pra conseguir enxergar o desenho todo com mais clareza.

Havia nesse olhar um tanto mais de tristeza que de ironia; era na verdade, um olhar profundo e desesperadamente triste, com o qual traduzia um desespero calado, de certo modo irremediável e definitivo, que já se transformara em hábito e forma.

Fazer as coisas certas é mais importante do que fazer as coisas de maneira correta.

Os estadistas não são chamados apenas a resolver questões simples. Estas, mais das vezes, resolvem-se por si. É quando a balança oscila e o equilíbrio está envolto em brumas que há oportunidade para as decisões capazes de salvar o mundo.

Estou aprendendo a apreciar cada vez mais esse tal de tempo, pavor de alguns e aliado indiscutível de outros. O tempo é soberano, irredutível, democrático. Fala, mostra, oferece, retira, instrui, aprimora, seleciona. Ele está sempre por perto, sutil, passando aqui e ali, modificando formas, cores, situações, pessoas. Trabalha silencioso, levando embora o ímpeto, o viço, “aquele” momento, a glória de outros tempos, mas deixa ao alcance dos que se dispuserem a buscar, o conforto da experiência, da sabedoria, da cautela, do auto conhecimento. Pacientemente
ele tenta nos mostrar que os momentos são únicos, que a vida é passagem, que nada nos pertence. Que ninguém é tão insignificante ou tão importante quanto supomos. De uma maneira ou de outra, o tempo acaba sendo o nosso (severo) mestre.
Por vezes, duramente, ele nos retira coisas valiosas para nos fazer simplesmente enxergá-las. Impõe limites, forçando-nos a viver no presente. Noutras, generosamente, nos compensa com oportunidades inúmeras de superação, crescimento e reciclagem, dando-nos espaço e condições para reavaliar (pré) conceitos e valores, de alterar rotas, fazer novas escolhas e até de compensar a leviana juventude. Para os que percebem (e aceitam) a impermanência, surge o desafio, a mudança, novos (e talvez maravilhosos) momentos e finalmente a adaptação, o aprimoramento, a renovação. Um tempo para viver de forma seletiva, em outra velocidade. Um tempo de se vestir de si mesmo. De se ver singular. Um tempo em que o instante vivido basta. Para aqueles que rejeitam a passagem resta a estagnação, o desconforto de um corpo que muda, de uma cortina que se fecha, de uma história que virou antiga.

Eu adoro a minha pele negra, e o meu cabelo rústico. Eu até acho o cabelo de negro mais educado do que o cabelo de branco. Porque o cabelo de preto onde põe, fica. É obediente. E o cabelo de branco, é só dar um movimento na cabeça ele já sai do lugar. É indisciplinado. Se é que existem reencarnações, eu quero voltar sempre preta.

Carolina Maria de Jesus
Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo: Ática, 2014.

Não há esta história toda de preconceito racial
Não há lugar mais para estas discussões
Não faz mais a mínima diferença de que cor somos!
... Somos almas e isso basta.
Quanto mais combatermos a desigualdade
mais estaremos afirmando que ela existe.

⁠Precisamos saber quem somos para que possamos perceber as nossas armas e tornarmo-nos mais fortes, tendo em conta as nossas limitações.

Se o plano A não funcionar, não se preocupe. O alfabeto tem mais 26 letras pra você.

Ter fé é muito mais que ter religião. Ter fé é ter o poder de Deus dentro do coração. É saber esperar e confiar. É atravessar tribulações com um sorriso no rosto; é nunca desistir mesmo quando tudo parece impossível. A fé nos levanta quando caímos, nos empurra quando paramos, e nos eleva acima das nossas capacidades quando julgamos não conseguir mais. Pois Deus está sempre conosco, nos amparando e nos guiando; e para seguir o caminho certo só temos que ter fé e confiar em Deus.

É ainda mais deplorável do que pensei!

Eu tive tanto medo de você não gostar mais de mim, que acho que eu tentei deixar de gostar de você antes.

Para quem ama seduzir nada mais perigoso do que amar.

‎Andei pensando coisas sobre amor, essa palavra sagrada. O que mais me deteve, do que pensei, era assim: a perda do amor é igual à perda da morte. Só que dói mais. Quando morre alguém que você ama, você se dói inteiro (a) mas a morte é inevitável, portanto normal. Quando você perde alguém que você ama, e esse amor - essa pessoa - continua vivo(a), há então uma morte anormal. O nunca mais de não ter quem se ama torna-se tão irremediável quanto não ter nunca mais quem morreu. E dói mais fundo - porque se poderia ter, já que está vivo(a). Mas não se tem, nem se terá, quando o fim do amor é: never.

Eu não sei o que é mais irônico: o "bom dia" às 6 da manhã ou o "boa sorte" que os professores colocam na prova.

Graças a Deus que existe aquele amigo que me faz rir quando o que eu mais quero é chorar.

⁠Nada nos humilha mais do que a coragem alheia.

É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus.

Jesus Cristo
Bíblia Sagrada. Marcos 10:25