Demônios
Sua mansuetude desperta
meus demônios e meus anjos,
e eu dou milhares de asas
para sua imaginação e seu coração,
Meu esporte favorito é fazer
todo tipo de provocação
para testar seus limites masculinos,
para por em ferveção
e da cabeça aos pés
brindar-te com flutuação.
Nunca confies cegamente em alguém. Confiar é, muitas vezes, aceitar e honrar os demónios que o outro esconde. Porque, quando alcançar os seus intentos, poderás finalmente conhecer a sua verdadeira face.
Daniel Perato Furucuto, 2026
-Por quê demónios aparecem na vida real enquanto anjos não?
-Porque eles são comuns entre os homens, anjos não.
Quem ama justificar seus pecados nunca vai vencê-los.
Tem gente lutando contra demônios, mas se recusando a lutar contra a própria vontade.
No Getsêmani, Jesus não lutou contra demônios,
lutou contra a própria vontade humana.
Ele sabia o que viria: traição, abandono, dor, cruz.
E mesmo sendo o Filho de Deus, sentiu angústia, sentiu peso, sentiu medo, sentiu dor.
miriamleal
Não tem diabo, não tem demônios e não tem pessoas. A verdade é que o único ser capaz de impedir que você chegue ao topo é você mesmo.
Ouçam, o Halloween é uma celebração dedicada aos demônios. Por isso, cuidem bem dos seus filhos hoje, para que amanhã vocês não tenham que chorar por não terem tomado cuidado.
Querer? Até os condenados no fundo de suas almas desejaram o paraíso. Merecer? Até os demônios reivindicaram inocência diante do Trono de Deus. O Oráculo apenas sorriu, pois sabia que o destino não negocia com desejos, nem se curva ao mérito. Cada alma colhe aquilo que escolheu semear; e, quando o último sino da eternidade ressoa, reis e mendigos atravessam a mesma porta
Apesar do livre-arbítrio, Deus nos permitiu viver rodeados de anjos e demônios só para facilitar a nossa escolha.
Talvez não como seres alados ou criaturas sombrias que habitam cantos invisíveis, mas como presenças sutis que se manifestam nas pequenas decisões do cotidiano.
Eles não sussurram necessariamente em nossos ouvidos — muitas vezes falam através das nossas próprias justificativas, dos impulsos que acolhemos sem questionar, das escolhas que fazemos quando ninguém está olhando.
Os “anjos” aparecem quando sentimos o incômodo da consciência, quando hesitamos antes de ferir alguém, quando escolhemos o caminho mais difícil por saber que é o mais justo.
Já os “demônios” se revelam nas racionalizações convenientes, na pressa em culpar o outro, na facilidade com que cedemos ao ego, ao orgulho, à indiferença.
O livre-arbítrio, então, talvez não seja apenas a liberdade de escolher, mas o peso inevitável de conviver com essas duas forças em permanente disputa em nós.
Não somos necessariamente vítimas delas — somos o campo onde elas se encontram.
E, no silêncio de cada decisão, somos também o juiz.
O curioso é que raramente percebemos o que escolhemos.
Preferimos acreditar que fomos levados pelas circunstâncias, pelo momento, pelo cansaço ou pela emoção.
Mas a verdade é mais desconfortável: quase sempre sabemos.
Sabemos quando poderíamos ter sido melhores…
Sabemos quando optamos pelo mais fácil em vez do mais certo.
Se Deus nos cercou de “anjos e demônios”, talvez não tenha sido para facilitar a escolha no sentido de torná-la óbvia, mas para torná-la inevitável.
Para que, em cada gesto, por menor que seja, sejamos obrigados a nos revelar.
No fim, não é sobre quem está ao nosso redor — é sobre quem permitimos que fale mais alto dentro de nós.
O Mundo é um Inferno, pois quem os habita, são os demônios, tornai - vos Anjos, e ele será o Paraíso.
Sinto-me sufocar, com todos esses demônios há minha voltar.
E ao mesmo tempo, sinto o doce cheiro da liberdade, que se distancia a cada dia.
Sinto-me mal, há cada criança que morrer de fome.
Talvez, não devesse ser humana, pois as suas almas, são perversas e gananciosas demais.
Para mim que só desejo: Paz, liberdade e empatia
Outro beijo, mais um suspiro
Não resisto, já deliro
Em tua cama, me atiro
E com os demônios conspiro.
Nem penso, mal respiro,
Eu giro, viro e transpiro,
Mil e um pudores, eu firo
É assim que em teus braços, eu piro
Me sorve, me suga doce vampiro!
(Eu giro)
Se eu der com duvidas o primeiro passo para progredir, todos os demonios do mundo se juntarão para impedir o meu progresso! Porém,se esse primeiro passo for dado com determinação, todas as Forças do Universo se movimentarão, no sentido de que eu logre êxito!
Eu estava a sós com meus atos, e me incumbi ao fato de enfrentar meus demônios, uma guerra fria, onde o campo de batalha era minha mente, fluidos de uma boa vodka, embalados pelas canções de Van Morrison. Eu precisava de um tempo de todo o resto, e pretendo sempre me permitir a enfrentar adversário tão digno que me mostrou verdades de uma ótica singular, natural de um verdadeiro virginiano. Privou-me de meias verdades, me libertou de palavras doces mostrando-me que só acerta aquele que suporta o medo de errar.
Em visitas a situações oportunas, na busca da definição de uma personalidade, no questionamento do caráter, na diferenciação entre sentimento e razão, me vi nu frente ao coletivo, pois me comparando ao melhor que posso ser, me ridicularizei, mesmo diante a tantas conquistas, tantas vitórias, me sinto pouco, feliz com o que sou, triste com o que demonstro ser, e infeliz com o que esperam de mim.
E ao final dessa valiosa garrafa, e não estou me referindo ao seu preço, nem tão pouco sua extinção, mas o fim da pecúnia que nesta noite me incorria, as conclusões voltavam a não ser tão conclusivas, a expectativa pelo incerto, inesperado e desconhecido voltara a alimentar minha mente, mesmo não gostando de depositar minha felicidade na projeção de algo ou alguém que nem sei se existe, ou se um dia vou ter chance de conhecer ou de identificá-la. Mas o que é a felicidade se não a esperança, o sonho existente no curto espaço de tempo entre o passado, futuro e o presente.
Tirar meus demônios de mim? Jamais, tenho que aprender a lidar com eles, até mesmo porque tirar é impossível! (Martins Neto)
Cedi a nossa música. Música de expulsar demônios, cerrar os pulsos, jurar que não, não, não. Que contradição. Tardei, mas cedi.
