Demência

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Demências plurificadas?
Há o que pensar de tal palavreado?
que tal demência extradicionaria vivemos hoje, uma em que não se aplica mais a moralidade do ser humano, como o principio e fundamentos de Deus. Qual a logica cabível em querer estruturar uma base não viável de fundamentos em só achar que esta coreto por querer fazer acontecer alguma ação que goste. Qual materialização dessa formação psicológica em que o copro e a vontade poderá suprir até mesmo o amor.
Isso é o que acontece com a nossa realidade mundana de hoje. banalização geral em regras triviais, em que a vontade de usar o corpo para o prazer se sobrepõem qualquer regra afetiva familiar.
Então a demência se baseia na formação de ideias vagas sem sentido, só por uma alocação de prazer momentâneo sem fundamentos de base para a vida.
Não sejas demente com tua vida.

Se der merda finja demência.

Que os erros cometidos sirvam de lição, e não como convicção da demência.

Atitudes estranhas, alcoolismo e um pouco de demência, é, possuo um pouco destes componentes importantes para a vida social do mundo contemporâneo.

DEMÊNCIA SENIL (soneto)

Nos fios brancos do silêncio, a quietude
Nubladas recordações, escura solidão
Horas lentas no tempo, e vazia emoção
Que tateiam o que outrora foi plenitude

E nesta distância do devaneio e o são
O mesmo mutando numa outra atitude
Tremulando o olhar numa lacuna rude
Sorrindo sem riso e andando sem chão

E no papel sem margem, a negrutude
Que esgaça a ilusão sem dar demão
Onde tudo é vagar e pouca amplitude

Assim, neste empuxo sem ter tração
Se não reconheço, sabes do que pude
Então, assiste este sóbrio senil coração

© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, julho
Cerrado goiano
À meu velho pai

A DOENÇA AMOR

Como um alexitímico maníaco,
Sem saber se o que sinto é só demência,
Que foi causada por crise de ausência,
Ao fitar esse olhar paradisíaco.

Tentei explicação no meu zodíaco,
Também com Freud e na neurociência,
Contudo, não tiveram competência
De explicar o seu cheiro afrodisíaco.

Mesmo com inteligência emocional,
A verificação desse axioma,
Deixou-me nesse meu coma mental.

Mesmo com um amplo espectro de aptidões,
E com conhecimento e meu diploma,
Não consigo entender as emoções.

⁠Paixão nada mais é que um tesão eufórico com toques de demência.

Fingir demência sempre, torna-te um louco dono do hospício.

O fanatismo é a forma mais grave de demência.

Existem palavras que deleto de minha mente, finjo demência e sigo em frente.

⁠Quando as pessoas começam a confundir a sua bondade com demência é hora de chutar o balde, esquecer os bons modos e mandar todo mundo para PQP!

Ignorante é a pessoa que compara demência com ser criança.

Se o amor é crime
Eu quero ser a violência
Se o amor deprime
Só me resta ter demência

Se o amor é paz
Eu quero ser uma pomba
Se o amor é guerra
Só me resta ser uma bomba

Se o amor é o que dizem ser
Ou se na verdade não o é
Por ele só me resta morrer
Por ele só me resta ter fé.

Eu adoro quando subestimam minha inteligência... Eu finjo demência...

⁠É necessária a demência para encontrarmos amigos com sabedoria.

Ode ao Cantor Milton Nascimento
(diagnosticado com demência)


A canção "Caçador de Mim",
eternizada em tua voz,
Milton,
não é apenas música,
é um chamado...


Cada nota tua
é um rio que corre
nas veias do tempo,
uma prece que me atravessa
sem pedir permissão....


Na tua garganta vive o mistério:
um canto que vem de longe,
das serras, das Minas Gerais,
da alma coletiva
de um povo inteiro...


Quando cantas,
as fronteiras desmoronam,
o silêncio se curva,
e o coração humano
descobre morada...


Tua voz não cabe no corpo:
ela é ponte,
ela é voo,
ela é chão fértil
onde a poesia floresce...


E eu, ouvinte pequena
diante de tua grandeza,
me deixo encontrar
pela canção que me encontra...


Sim, Milton,
tu és o eterno
Caçador de Mim...


Tua voz, Milton,
não canta:
rasga o silêncio.
É fogo e mar,
tempestade e ternura,
um trovão de Deus
no ventre da Terra....


Quando entoas "Caçador de Mim",
a alma é arrancada do peito,
o coração se ajoelha,
as feridas se abrem
e, ao mesmo tempo,
cicatrizam em tua canção...


Tu não pertences a ti,
tua garganta é território sagrado,
onde a dor e a esperança
se encontram sem máscara...


Teu canto é flecha certeira:
atravessa o corpo,
esfacela certezas,
recolhe os cacos,
e os transforma em oração...


Milton, tu és
mais que cantor:
és sopro de eternidade...


Milton,
ao ouvir tua voz,
sinto que algo dentro de mim
se abre como janela ao vento...


"Caçador de Mim"
não é só melodia:
é abraço invisível
que me encontrou
onde eu pensava estar só...


Teu canto traz lembranças
que nunca perdi
e saudades
de um tempo
que ainda não encontrei...


É como se tua voz
fosse colo de mãe,
regresso à infância,
promessa de futuro
e descanso no presente...


Quando cantas,
meu mundo se acalma,
o tempo desacelera,
e a alma se reconhece
em sua própria luz...


Milton,
tua canção é morada.
E nela,
meu coração aprende
a permanecer...


Gratidão por existir!
✍©️@MiriamDaCosta

Manu!

Calma.
Respira.
Finge demência!

Quando fazem a mesma pergunta esperando outra resposta diferente, finjo demência.

Só vale a pena para "ele/ela" ter a síndrome adquirida e a demência do ser racista se ocorrer alguma vantagem nisto, mesmo que seja no ego ich e nas oportunidades chaves.

Inserida por ruaiso

O bom senso duvida, a demência tem certeza.

Inserida por Ualahssy