Deixar de ser Vitima dos Problemas
Devemos semear otimismo e plantar a semente da paz e da esperança, ser dignos e fazer tudo com amor. Empenhar-nos a cada dia para sermos melhores, mesmo que os outros não reconheçam, pois bondade também se aprende.
Primeiros Erros
Meus erros não me definem
Mas a mim transformam
Não posso ser rotulada por um erro, ou algumas escolhas erradas em uma fase ruim da minha vida!
Não posso exigir do meu antigo eu algo que só as péssimas experiências a mim trouxeram.
A maturidade vem com toda nossa vivência, seja ela boa ou ruim!
Meu processo de transformação e superação é quem pode falar por mim o quanto precisei ressignificar e evoluir
Quantas vezes precisarei me refazer?
Não sei. Sei que posso mudar de ideia amanhã sobre algo que penso hoje e tá tudo bem! Aprendi isso ontem, quando precisei mudar e me transformar no que hoje sou!
O Ônus e o Bônus do Silêncio
O silêncio pode ser uma arte — uma escolha sábia quando as palavras seriam navalhas afiadas. Mas já parou para pensar no turbilhão de pensamentos de quem espera, desesperadamente, ouvir ao menos uma palavra?
Há uma tortura cruel em tentar decifrar o que se esconde nesse vazio. O que se passa no outro lado do silêncio? Talvez seja um ato inteligente calar-se quando tudo o que temos a dizer reflete dor ou ressentimento. Mas será que já pensamos no quanto esse silêncio pode ferir profundamente quem escolhe sufocar suas palavras, engolindo cada sentimento como se fossem cacos de vidro?
Existe toxicidade no silêncio? Sim, quando ele se torna uma prisão que sufoca experiências não verbalizadas e necessidades não atendidas. Quando não dizemos o que nos incomoda, essas emoções se acumulam até explodirem de forma destrutiva.
Silenciar e esperar que o tempo resolva tudo é uma ilusão cômoda. É angustiante esperar que o tempo cure feridas que poderiam ser tratadas com um diálogo consciente e empático. Às vezes, bastaria a vontade de escutar — e ser escutado.
Por outro lado, o silêncio pode ser transformado em arma. O tratamento de silêncio é uma forma cruel de manipulação, abuso e punição. Ele faz com que o outro se sinta inseguro, ansioso, rejeitado, invisível e, muitas vezes, culpado por algo que nem compreende.
É preciso sabedoria para respeitar o silêncio do outro, mas também coragem para verbalizar esse respeito, validando os sentimentos de ambos.
Então, o silêncio é sabedoria ou covardia? Depende. O mérito está em saber quando calar — e quando falar, pode libertar.
Desvelando a Morte: O Caír das Cortinas
A morte há de ser como
O cair das cortinas entre a cria e a criatura,
A parede invisível que nos separa da eternidade,
Podendo assim estar diante do Criador.
O rasgar do tecido fino que separa o agora do infinito,
Revelando a nudez do ser humano,
Deixando para trás todas as bagagens e tesouros
Que acumulamos em vida,
Mas que ali não têm utilidade alguma.
Nesse momento, tarde demais,
Percebe-se o quão fútil pode ser a vida,
E que talvez a morte não seja o problema.
Ela há de ser uma solução,
Uma passagem para o eterno e o desconhecido,
Onde o peso do viver finalmente se dissolve.
O Propósito da Minha Voz
Minha voz não precisa ecoar por multidões para ser significativa. Não é a quantidade de ouvidos que a escutam que determina seu valor, mas a profundidade com que alcança um coração.
Se minhas palavras tocarem uma pessoa — apenas uma — e fizerem com que ela se sinta compreendida, acolhida ou inspirada, então já terei cumprido meu propósito. Porque acredito que propósito não é sobre números, mas sobre conexão verdadeira.
A vida é feita desses encontros sutis, quase invisíveis, onde uma alma encontra outra e algo se transforma. E se minhas palavras deixarem uma marca, mesmo que pequena, então minha voz terá encontrado seu caminho, seu sentido.
Não preciso de aplausos para saber que estou seguindo meu propósito. Basta saber que, em algum lugar, alguém sentiu que não está sozinho. E isso, por si só, já é grandioso.
Resiliência em Flor
Ser cacto é ser forte, resistente ao toque das adversidades, mas, mesmo sob o peso do mundo, florescer é uma escolha que ninguém pode tirar. Ainda é sobre ser cactos.
A prisão invisível
Fui uma criança limitada. Sem liberdade, sem escolhas. Criada para ser recatada, para me prender às crenças e ao coração. Cresci dentro dessas grades, e hoje ainda carrego a dificuldade de ressignificar aquilo que não me acrescenta, mas que se tornou uma prisão dentro de mim.
E, ao olhar para fora, me deparo com novas limitações – agora impostas por uma sociedade que ainda resiste a aceitar mulheres livres. Se sou bonita, meu mérito nunca é meu. Se conquisto algo, dizem que foi por um homem. Se sou casada, atribuem meu sucesso ao marido. Se não sou, sugerem que há alguém me bancando. Nunca basta ser eu.
Mas e as oportunidades que nos são negadas? Quem fala disso? Quem discute as portas fechadas porque uma mulher pode representar ameaça ao ego ou à segurança de alguém? Há um preconceito silencioso contra mulheres bonitas, seguras e independentes. O mercado de trabalho ainda favorece os homens. E entre as próprias mulheres, a insegurança alimenta rivalidades que nem deveriam existir.
A liberdade feminina ainda tem muitas barreiras – algumas impostas de fora, outras que aprendemos a carregar. Mas aos poucos, seguimos quebrando cada uma delas.
Moça: Inteira em Tudo que Sente
Moça que não sabe ser metade, que não aceita meio-termo.
Que ama com força, mas sem se perder.
Que insiste até ter certeza, mas parte sem olhar para trás quando entende que já não há caminho.
Que não se prende onde o coração não responde, nem aceita um amor que não consegue devolver.
Que retribui na mesma medida—se recebe tudo, entrega tudo; se sente pouco, recolhe-se sem desafeto.
Moça de alma grande, que não quer ser segurada, quer ser escolhida.
Ser referência é mais do que ser visto.
É lançar sementes silenciosas, tocar vidas sem perceber.
É força e fraqueza entrelaçadas, esperança que inspira quem se afoga em seus próprios dias.
Rafael Fernando transformou meu olhar em arte — e, nesse gesto, me lembrou que tudo que vivemos reverbera.
Ser referência é isso: florescer, mesmo sem saber quem colhe.
Ninguém vai ajudar você. Eu lamento ter que ser tão sincero agora! Mas essa dor que você está sentindo ninguém vai tirar. Mesmo tendo na sua lista de amigos 1000 nomes, e cada um deles te dessem um conselho, você não iria ouvir nenhum. Hoje, agora, nesse momento terrível que você vem vivendo, é VOCÊ por VOCÊ. E posso ser mais sincero ainda? Talvez nem você mesmo consiga se livrar disso tão rápido, talvez, mas nada custa tentar! Porque eu acredito que você não tem nada a perder, não é mesmo? Pelo menos é isso que eu imagino passar pela sua cabeça agora! Não tem NADA a ser feito, você só tem que passar um dia após o outro, é o máximo que você pode fazer pra hoje. Vai tentando sobreviver às segundas-feiras, terças, quartas… À semana, ao mês, ao ano… à vida. Isso, vai tentando sobreviver a vida. Porque você ainda tem algum motivo pra lutar, eu não sei qual ainda, mas se você ainda está aqui, provavelmente tem um motivo. Sobreviva, se não der pra viver. Pode chorar, caso não dê pra sorrir. Quem disse que você é obrigado a fingir que está feliz sempre? Tranque-se no quarto se quiser, ninguém tem a obrigação de viver a merda de mundo que tem lá fora. Escreva, rabisque, desabafe, durma, isso… Durma, dizem que é o melhor remédio, só não se esqueça que o efeito colateral desse remédio é acordar! Tenta sobreviver, você ainda tem um longo caminho dentro desse inferno dentro de você!
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