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Deixa me Ir

Cerca de 25691 frases e pensamentos: Deixa me Ir

⁠Vamos fazer agora...
o amanhã pode ir embora,
sem que você perceba!

⁠Hoje eu perdi o sono na madrugada, levantei pra ir ao banheiro e tomar água, olhei no celular e a hora marcava 03:30, sem sono fui lá fora, o silêncio gritava e só era interrompido pelos barulhos das árvores e diante à tamanha escuridão minha mente estava mais clara que nunca.

Eu tenho um conceito sobre o amor: amar é ir além de algo simples; é mais do que admirar um ser vivente. O amor faz com que tudo à sua volta, mesmo em meio ao caos, se torne perfeito, pois a presença daquela pessoa, mesmo em situações difíceis, faz com que você não precise de mais nada além de oferecer o melhor a ela.
É místico, é forte, é sobrenatural e fenomenal. O amor é inexplicável, assim como o futuro é incerto para nós, pois, afinal, só conseguimos senti-lo no presente, sendo um sentimento lindo e prazeroso.

Você escolheu ir embora
E eu apenas deixei
No silêncio da história
O coração aprende a voar, a se refazer _ Frase da música Eu Apenas Deixei do dj gato amarelo

Você escolheu ir embora
E eu apenas deixei
Sem raiva, sem mágoa
O amor é assim, se foi, se foi bem _ Frase da música Eu Apenas Deixei do dj gato amarelo

⁠As vezes é bom dar asas ao pensamento e ir lá na infância e voltar vendo o filme de coisas que aconteceram contigo em alguns casos voce vai ri, em outros você vai gelar...

⁠Algumas pessoas terão coragem de ir além de onde moram os seus problemas e irão adormecer esses monstros que te atormentam.

Morrer é ir embora de si mesmo.
Por mais estranho que pareça.

Um avanço tecnicista inicial precisa ir da gramática para a aritmética e depois pra cibernética.

Uma imitação é a forma mais sincera de bajular a inoriginalidade; ir além de um desejo rápido e decorado: "para viver o que nunca vivi, vou precisar fazer o que nunca fiz mais quiz"!
Um temor é superficial, enquanto o arrependimento é profundo: "dormir com uma intenção clara, é aí que os milagres começam a surgir com o novo dia!
Para o reconhecimento da própria vida: "valorizar o meu esforço e os meios que me permitiram chegar até aqui, diminui o desejo pelo que é alheio"!
"Sou necessidade e não caçador": a busca pela felicidade envolve, portanto, um equilíbrio entre o controle do que está ao alcance e a aceitação do que não está!

Amar é deixar ir. É saber que no peito,
O que foi puro, o tempo não desfaz.
A família que não foi, o futuro imperfeito,
Não apagam a luz que em minha alma faz.
Sigo em frente, mas a memória te guarda,
Pois o primeiro amor, a alma nunca descarta.

Mãe

Boaventura Bonfim

Vi minha querida mãe ir-se embora
Agonizando em uma dor pungente
E eu, o que fazer naquela hora,
Se até o médico viu-se impotente?

Como era grande a dor que ela levou
Em seu belo coração que foi embora,
Tão grande quanto a dor que ela deixou
Em nosso pobre coração que inda chora

E o homem de branco todo arrogante
Com ar de quem sabe tudo e pouco faz,
Naquela hora foi insignificante

E hoje só nos resta lamentar
A perda daquela amada que jaz
E só o tempo nos vai acalentar.

Todo mundo, em algum momento, aprende que perder não é só ver alguém ir.
É perceber que certas partes da gente vão junto, mesmo quando o corpo fica.
É acordar e sentir falta de algo que não tem nome, mas pesa.
É continuar vivendo com uma saudade que não pede permissão.
E a gente segue.
Segue trabalhando, conversando, sorrindo quando precisa.
Mas por dentro, existe uma pausa não resolvida.
Uma conversa que nunca terminou.
Um abraço que ficou no meio.
Um “se” que nunca encontrou resposta.

Quando ficar dói menos do que ir…

Quantas vezes você já se perguntou se está sendo paciente ou apenas se anulando?
Se o que você chama de amor é, na verdade, medo de perder?
Se a relação em que você está te traz paz — ou apenas ocupa o vazio de não saber ficar só?

Nem sempre o sofrimento se apresenta como dor explícita.
Às vezes, ele se manifesta como espera, como silêncio, como adaptação constante.
E é justamente aí que mora o perigo: quando ficar parece mais fácil do que se posicionar.

Em algum momento, quase todos nós nos encontramos nesse lugar silencioso.
Não é exatamente sofrimento escancarado.
É algo mais sutil: uma inquietação constante, uma sensação de estar esperando por algo que nunca se define.

E, se você for honesto consigo mesmo, sabe do que estou falando.

Sabe porque sente.
Sabe porque vive.

Você não está ali por falta de amor.
Está ali por excesso de esperança.

Esperança de que a outra pessoa se envolva mais.
Esperança de que se posicione.
Esperança de que, em algum ponto do tempo, ela perceba o seu valor.

Enquanto isso, você adapta o tom.
Reduz a expectativa.
Tolera o que não te faz bem.
Vai ficando.

Não porque está em paz — mas porque sair parece doer mais do que ficar.

O problema é que essa permanência tem um custo silencioso.
Ela vai te afastando de si aos poucos.
Você começa a confundir paciência com renúncia, compreensão com autonegação, maturidade com silêncio.

E o mais desconfortável de tudo é isso:
no fundo, você sabe.

Sabe se existe reciprocidade.
Sabe se há presença real.
Sabe se é prioridade ou apenas conveniência.

Ignorar essa percepção exige esforço.
E é esse esforço diário que cansa, adoece e rouba a alegria de viver.

Quando você finalmente se posiciona — quando escolhe por si, pelo seu equilíbrio emocional — algo estranho acontece.
O barulho cessa.
A expectativa desaparece.
E surge um vazio.

Mas esse vazio não é ausência de amor.
É ausência de conflito interno.

É o cérebro desacostumado ao estímulo da espera.
É a alma respirando depois de muito tempo em tensão.

Esse espaço que agora parece assustador é, na verdade, o primeiro momento de liberdade real.
Antes, ele estava ocupado por algo que não tinha futuro, mas que consumia tudo.

Agora, o terreno está limpo.

E terreno limpo assusta quem nunca se colocou como prioridade.
Mas é nele que você se reencontra.
É nele que seus valores voltam a fazer sentido.
É nele que você para de implorar por presença e passa a escolher companhia.

Esse momento exige coragem.
Exige atravessar a dor de se decepcionar.
Exige sustentar a decisão mesmo quando a saudade tenta te convencer a voltar.

Mas aqui está a verdade que quase ninguém diz com clareza:

A dor de se posicionar é intensa, mas breve.
A dor de não se posicionar é silenciosa — e dura uma vida inteira.

Quando você aceita atravessar esse curto período de desconforto, algo muda para sempre.
Você não aprende apenas a sair de uma relação ruim.
Você aprende a não entrar novamente no mesmo lugar.

Você deixa de negociar a própria dignidade.
Deixa de se contentar com migalhas.
Deixa de chamar de amor aquilo que só existe enquanto você se diminui.

E, a partir daí, tudo muda.

As relações que permanecem são diferentes.
As escolhas são mais conscientes.
A paz deixa de ser exceção e passa a ser critério.

O solo fértil que você preparou não é só para alguém novo entrar.
É para você nunca mais se abandonar.

O que hoje parece perda é, na verdade, o início de uma vida com mais sentido.
Menos ruído.
Menos espera.
Mais verdade.

E isso não é sobre coragem momentânea.
É sobre decidir, uma única vez, que você não será mais refém.

Antes eu queria ir para o espaço, agora tenho contas pra pagar.

Confesso que tenho vontade
De ir pra bem longe pra nunca mais te ver ( Irlanda talvez)
Ó meu amado, por que brigamos?
Não posso mais viver assim sempre chorando
A minha paz estou perdendo
A nossa vida deve ser de alegria, pois eu lhe amo tanto
Já não consigo esquecer as tolices que você diz nessas horas
Já tentei mas não posso
Tenho a impressão que do amor que uma dia existiu entre nós
Hoje só resta uma chama apagando
O medo de ficar só me apavora
E eu me desespero
Só me resta pedir sua ajuda
Pedir que você não me deixe, meu amor
Por que eu te amo, tanto.
Diana
Por que brigamos?

"O poder de quem sabe ir e voltar, sem se machucar, é para poucos."

Às vezes é preciso deixar ir aquele que amamos, nem sempre é recíproco. E se um dia foi, hoje não é mais.

Lembra daquele sumiço? Com ele aprendi a me guiar não para onde costumávamos ir, mas onde eu nunca iria sozinho por medo de me encontrar. Lembra quando descobri que existia uma outra pessoa em sua vida? Foi o mesmo momento em que entendi que as pessoas que mais sofrem são aquelas que não sabem o que querem, e neste caso era você. Lembra das melhores festas, dos melhores restaurantes, dos melhores parques, das melhores praias? Tudo isso só valia a pena porque era a única hora em que eu percebia seu verdadeiro sorriso e sua verdadeira satisfação, e o mais magnífico, éramos só eu e você. Lembra do pôr-do-sol juntos, do beijo na chuva, de rir até a barriga doer, de correr descalço, de passear com os cachorros? Nunca se lembrará, pois era apenas parte do meu sonho e da vida que eu desejava - e pretendia - viver contigo. E quando me dizia que viria me ver, mas sempre arrumava uma desculpa, também se lembra? Aprendi a arrumar desculpas pra mim também, dentre elas a de ter a certeza de que você nem sempre merecia a minha espera, a minha preocupação, o meu melhor. Aprendi a ter forças diante de cada fraqueza, inclusive nos momentos em que prometia não mais te procurar, e procurava; e aprendi a viver depois de quase morrer por medo de te esquecer um dia, apagando de vez aquele amor puro. Aprendi a desconfiar de tudo, me fechei para o mundo, e te agradeço por isso. Se eu não aprendesse a me fechar, talvez eu vivesse sempre com aquele romantismo sem graça, sem cor, sem consistência, sem insistência, sem exigências, sem reticências... Como disse Aristóteles, "Talvez eu seja enganado inúmeras vezes. Mas não deixarei de acreditar que em algum lugar alguém merece a minha confiança."

Sobre ficar, quando é hora de ir…

Quantas vezes você já se percebeu aguardando uma mensagem que não vinha,
uma atitude que nunca se confirmava,
uma decisão que sempre ficava para depois?

Quantas vezes você já tentou se convencer de que era só uma fase,
que o tempo iria resolver,
que a pessoa iria mudar?

E, principalmente:
quantas vezes você já permaneceu em um lugar que não te entregava o que você sabia, no fundo, que merecia?

Em algum momento, quase todos nós passamos por isso.
Não é um sofrimento escancarado, não é drama evidente, não é caos.
É algo mais silencioso — e justamente por isso, mais perigoso.

É aquela sensação constante de espera.
De estar sempre aguardando algo que nunca se define.
Uma resposta que não vem.
Um gesto que nunca chega.
Uma decisão que sempre fica para depois.

E, se você for honesto consigo mesmo, sabe exatamente do que estou falando.

Você não está ali por falta de amor.
Está ali por excesso de esperança.

Esperança de que a pessoa se envolva mais.
Esperança de que, em algum momento, ela se posicione.
Esperança de que o tempo resolva aquilo que a outra pessoa se recusa a enfrentar.

Enquanto isso, você vai se moldando.
Ajusta o tom.
Reduz expectativas.
Tolera silêncios que machucam.
Aceita ausências disfarçadas de “fase”.

E vai ficando.

Não porque está em paz.
Mas porque sair parece doer mais do que permanecer.

O problema é que esse tipo de relação não termina de uma vez.
Ela consome aos poucos.

Consome sua energia.
Consome sua autoestima.
Consome sua capacidade de desejar algo inteiro.

Há pessoas que não prendem pelo amor — prendem pela indefinição.
Elas não dizem “não”, mas também nunca dizem “sim”.
Elas cozinham sentimentos em fogo baixo.
Mantêm o outro ali, orbitando, esperando, projetando.

E quem espera demais começa a viver menos.

Começa a adiar planos.
Adiar encontros verdadeiros.
Adiar experiências.
Adiar a própria vida.

O mais cruel é que, com o tempo, você passa a acreditar que o problema é você.
Que está pedindo demais.
Que precisa ser mais paciente.
Mais compreensivo.
Menos exigente.

Quando, na verdade, o mínimo nunca foi entregue.

Existe um momento — silencioso, mas decisivo — em que a gente precisa escolher.
Continuar esperando ou agir.

E agir dói.

Dói se posicionar.
Dói dizer “isso não me basta”.
Dói aceitar que a pessoa talvez nunca será aquilo que você projetou.

Mas essa dor é limpa.
Ela tem começo, meio e fim.

Diferente da dor de ficar, que se espalha, se infiltra, se prolonga.

Quando você se posiciona, algo importante acontece:
Você quebra o ciclo da espera.

E ao fazer isso, você não perde — você abre espaço.

Espaço para relações que não precisam ser adivinhadas.
Espaço para pessoas que sabem o que querem.
Espaço para vínculos onde presença não é esforço, é escolha.

O terreno só se torna fértil quando você para de ocupar espaço com aquilo que não cresce.

Agir não é desistir do amor.
É desistir de ser refém.

É escolher a própria dignidade, mesmo tremendo.
É aceitar o vazio temporário para não viver um vazio permanente.

Porque a verdade — dura, mas libertadora — é simples:

Quem não se posiciona, já escolheu.
E quem espera para sempre, paga com a própria vida.