Deixa eu te Conquistar
Sou seu bombom
Vem me pegar meu docinho
Me rasga todinho
Me deixa derreter
Sou macio e cremoso
Super saboroso
Vem me comer
Morde devagarzinho
Me quebra aos pouquinhos
Me come todinho
Nem que for escondidinho
Sem ninguém saber
Sou docinho
Tão gostosinho
Todas querem me morder
Vem meu docinho
Sou seu bombomzinho
É só comer.
A ausência ocupa espaço. Um espaço enorme, tão grande que deixa tudo apertado, principalmente o coração. Tão apertado que chega a doer. Muito.
Ninguém imagina quanta falta se pode sentir de um abraço, de um beijo, de um perfume, uma conversa, da mera presença, simplesmente a existência de alguém, até esse alguém ir embora. Principalmente quando esse alguém é nossa própria mãe.
Eu precisava externar meus sentimentos além de meu próprio pensamento, além do meu coração. Não com o propósito de que alguém venha a lê-los, mas de que eles permaneçam em algum lugar neste mundo para quando eu também me for.
Quando pudemos comemorar seus 90 anos, apesar da dor que ainda nos cercava pela perda do pai, achei que tínhamos tudo pra dali dez anos fazermos uma festa chamada "Mamãe Faz 100 Anos", como o filme do Carlos Saura... mas dali pouco tempo, isolados pela pandemia por quase dois anos, lá estávamos nós, presos em casa sem poder nos divertir e desfrutar da companhia um do outro em momentos descontraídos, mas aproximados pela condição da clausura. Meu medo de trazer alguma coisa ruim que te fizesse mal a cada vez que tinha que sair de casa, consumiu minha alma, esgotou o meu corpo (e mais ainda o seu, motivo pelo qual não consegui mantê-la aqui conosco). Mas isso me fazia sentir vitorioso ao conseguir te poupar, Mãe.
E com o passar do tempo, com o ocaso de tua disposição e vontade, assumi certas responsabilidades que, às vezes, podiam parecer obrigação ou até mesmo inquietação, mas que no fundo eram aprendizado e satisfação. Levá-la às consultas, aos exames, parar para comer empada ou passar no mercado na volta, eram essas as "responsabilidades", Mas de todas elas, o momento do banho guardo como o mais emblemático, o que mais representava meu amor e cuidado pela senhora. Lavar seus cabelos, esfregar suas costas, conduzi-la do banheiro ao quarto, secar e pentear seus cabelos, depois vê-la passando seus hidratantes, limpinha, cheirosa... era uma sensação de dever cumprido. Lembro que sempre que eu ouvia da senhora a péssima frase "só te dou trabalho", seguida de sua reflexão "você não tem obrigação de fazer isso" eu pensava: tenho, CLARO que tenho! Era o MÍNIMO que eu podia fazer pela única pessoa a quem verdadeira e incondicionalmente eu amei, como pela senhora fui amado igualmente, sem interesse ou piedade. E curiosamente, tanto tempo depois de não mais fazer essas pequenas tarefas, quando as recordo sinto falta de executá-las. A senhora me ensinou ao longo dos 59 anos que convivi com a senhora diariamente, quase que 24 horas por dia ao seu lado, que tudo vale a pena, tudo tem sentido, tudo é sublime quando feito por amor.
A única coisa que me arrependo é não ter sabido agir, da mesma forma que agi com a senhora, com meu pai. Todo sufoco que passei (ou melhor, passamos) com ele me ensinou a como cuidar da senhora. Falhei, e muito, nesse cuidado. Hoje percebo que poderia - e deveria - ter tido muito mais atenção e carinho nas minhas "obrigações" para com a senhora. E por mais que a senhora tenha me dito em vida que fiz muito mais do que eu podia, assim como tantas outras pessoas me disseram o mesmo, guardo essa dívida em meu coração. Eu deveria, eu queria ter feito mais. Muito mais, e ainda assim teria sido pouco. Preparar seu café, separar seus remédios, fazer nosso almoço, ajeitá-la para a soneca, oferecer um cappuccino, regar suas plantas (é, mãe, perdão, mas elas estão quase mortas... não tenho me disposto a fazê-lo já que a senhora não está mais aqui para apreciá-las), mandar mensagens para saber se estava tudo bem enquanto eu saía para trabalhar, fazer mercado ou qualquer outra coisa que me tirasse de perto de você... todas essas coisas me marcaram e ainda se distinguem em minhas lembranças.
Poderia ficar escrevendo aqui por horas, mas já me excedi em palavras. Como eu disse, só queria registrar, em qualquer lugar que fosse, meu sentimento acerca do quanto te amei, do quanto me senti amado pela senhora. Qualquer homenagem que eu já possa ter lhe feito nunca alcançará o tamanho de meu amor ou o tamanho da tua grandeza como ser humano, como mulher, como Mãe.
Obrigado por tudo, Dona Lourdes. Encerro com a última frase que - graças a Deus - pude te falar olhando nos olhos: te amo mais do que tudo nesta vida.
Fica comigo, fica como fosse a primeira vez, se me deixar deixa-me deixa de vez. Faz me sofrer com aquele ego animal. Vem na minha cama, me deixa louco, louco mas por toda vida, você já sabe que já é a preferida, mostrou pra mim como faz amor normal. Me dê uma chance, a chance de uma decisão mas que final, somos um clássico reincidente é natural, abrindo o jogo meu coração não farta mais.( fica comigo fica como fosse a primeira vez, se me deixar, deixa-me deixa de vez, faz eu sofrer com aquele ego animal).
Diabo é voce que se entrega para às coisas fáceis, e deixa o diabo dirigir a sua vida para saciar o teu ego.
Parente quando sai em casa deixa um vazio, vocês não acham?????
Deixam a geladeira vazia, a churrasqueira vazia, e muito mais, kkkkk.
“A inversão de valores por parte de quem deveria ser um exemplo de ética e inteligência, só deixa claro a involução de sua capacidade intelectual”
Ney P. Batista
Mar/26/2021
“A paixão não só deixa o homem cego, como rouba-lhe a inteligência, porque por mais evidentes e verídicos que sejam os fatos contrários à essa sua paixão ele ainda optará por viver na ilusão”
Ney P. Batista
Apr/16/2021
Sorte? Não conte com isso.
Destino? Não creia nisso, é apenas coisa de endereço.
Deixa a vida me levar? Não, a passividade é a outorga para o fracasso.
O que é real, e que você precisa acreditar, é que é mister se adotar uma atitude entusiástica diante da vida.
Você é o autor da sua história,
Comece a escrevê-la !”
Ney P. Batista
Oct/02/2019
“Rico é o homem pobre, que sabe que doar… só o deixa mais rico. Todavia, pobre é o homem rico que acredita que doar… só significa perder.”
Ney Paula B.
”O álcool inibe os inibidores, pode ser verdade, mas com toda certeza ele deixa livre o imponderável”
"É frustrante como pessoas que cometem erros contra mim acabam colocando a culpa em mim, deixando-me incapaz de encontrar paz."
Palavras, deixa-me exprimir, quero esvaziar meu ser, que saturado em ânsia, roga externar. Sabe o quê? Sei lá.
Quando forças lhe faltar
Quando só sentir estar
Quando amigos se afastar
Ele não te deixa só
Quando as lutar aumentar
Quando a dor maior ficar
Quando ajuda não encontrar
E na garganta vir um nó
Ele pode te ajudar
Seus problemas resolver
Sua vida transformar
Rejeite sobre ti a dó
Qual amigo companheiro
Mais fiel e verdadeiro
E nunca te abandonar
É Jesus; quem contigo sempre estará.
A humanidade deixa de viver e passa a vegetar, quando se mostra indiferente com quem se pode ajudar.
Palavras realmente tem poder, quando a pessoa enfim deixa acontecer. É preciso rejeitar a coisa má, desprezar o desdém, se apegar as coisas boas, feliz viver e amar alguém.
Indigno é o líder que deixa o seu subordinado para trás.
Ainda mais quando este encontra-se com feridas não aparentes.
