Dei a Volta por cima
Mas meu melhor amigo é meu único amor. O único que consegui. Porque ele sempre volta pra mim. E meu coração fica calmo. E eu amo ele. E esse é meu presente dessa fase tão terrível de gente indo embora: o que é verdadeiro volta e quem tem que ficar, fica.
Nostalgia dos Aromas...
Como eu adoro as essências dos perfumes, o ar à minha volta de cheiros distantes. E eles me transportam aos mais distantes lugares que estavam aparentemente adormecidos. São tantos aromas agora, deliciosamente perfumados que me remetem a varias recordações. Que nostalgia! Perfume são almas que se comunicam: são livres, alçam vôo! Nos traz lembranças de amores vividos, amores perdidos, infância, parque de diversão, pirulitos, balas, algodão doce, cores, casa dos pais, dos avós, cheirinho de comida pronta. Colo, aconchego, carinho, decepção, lágrimas, sorrisos, felicidade de um bom momento vivido. São tantos os momentos, né? Chega ser difícil descrevê-los.
Sentiu o que pode fazer a lembrança de um perfume - aquele que muitas vezes usamos até para conquistar alguém. A vida é feita de momentos... Melhor ainda se quando ao lembrá-los pudermos SENTIR novamente o PERFUME, o cheirinho no ar. Pois cada pessoa tem seu cheiro exalado até no mundo espiritual.
Abraços exalando lembranças suaves de um bom perfume.
"É preciso voltar. E a gente sempre volta. Volta das férias, volta das batalhas, volta no tempo ao sentir um perfume, volta a ser criança com as crianças, volta a ser racional quando a loucura pensa que é dona da casa... A gente volta, porque voltar não é retroceder, é se reencontrar nas partidas para se descobrir em novos caminhos."
Quando um desejo sincero parte sedento em busca de justiça, é abençoado por Deus e não nos volta vazio.
O que passou, passou.
Não tem volta.
A vida continua, saudade ainda sinto.
Tudo tem o seu tempo.
Até para o amor!
O amor existe em mim.
Quando for o tempo de parar.
Encontrarei um porto.
Era Uma tarde fria de outono Ela sentava no balanço em seu quintal Via o que se passava em volta Pensava: "Será que isso é normal?" E a vida continuava a passar E aquela garotinha sentada em seu balanço Já não se perguntava mais nada Vivia aceitando o que a vida lhe dava Sem pestanejar , ela guardava pra si, as magoas Magoas que sofreu por uma vida que ela deixou passar Enquanto ficava sentada em seu balanço Balançava, pra lá e prá cá Desejando talvez poder voltar ao tempo E rever coisas que passaram despercebidas Coisas que foram deixadas de serem vividas Agora a menina em seu balçano só quer paz Ela senta, deixa a vida passar E descança pensando no que ela poderia ter mudado Tudo o que poderia ter encontrado Se não tivesse apenas se sentado Só lhe resta sentar-se e ser feliz ao seu modo Foi assim que ela escolheu viver, e assim será.. A menina no balanço, por um momento sente a paz... ....Mas será que será feliz assim?
Teu planeta é tão pequeno, que podes com três passos, dar-lhe a volta. Basta andares lentamente, de modo a ficares sempre ao sol. Quando quiseres descansar, caminharás, e o dia durará quanto queiras
Uma casa é para onde você volta (...). Se não tem uma, por que não arranja algo parecido? Foi o que eu fiz. Um lugar para onde voltar.
Bem-estar
É como uma brincadeira,
experimente:
faça à sua volta
um círculo encantado,
iluminado de amor:
quem chegar perto
se ilumina também.
Aí dentro, sempre cheias,
as teias que guardam
palavras delicadas.
Algumas são fogo sagrado
e fabricam luz.
"Deus vem e me conta que amor a gente dá sem querer nada de volta. Se eu preciso receber algo é porque não amo, pelo menos ainda não. Vê como uma mãe ama seu filho, ou um cachorro ama seu dono! Amor não tem moeda de troca."
Sabe, aqueles instantes que você viaja.
( sai do ar), depois volta!
Nas horas que saímos do ar, as coisas podem acontecer!
Lei do Retorno.
Tudo que ficou lá atrás, mal resolvido, volta para acertar contas um dia. É a lei do retorno. É a lei da vida!
Regresso devagar ao teu sorriso como quem volta a casa.
Faço de conta que não é nada comigo.
Distraído percorro o caminho familiar da saudade,
pequeninas coisas me prendem,
uma tarde num café, um livro.
Devagar te amo e às vezes depressa,
meu amor, e às vezes faço coisas que não devo,
regresso devagar a tua casa,
compro um livro, entro no amor como em casa.
Diz homem, diz criança, diz estrela.
Repete as sílabas
onde a luz é feliz e se demora.
Volta a dizer: homem, mulher, criança.
Onde a beleza é mais nova.
