Frases sobre TDAH que inspiram força e coragem todos os dias
“O TDAH não retira a responsabilidade da pessoa, mas muda profundamente a forma como essa responsabilidade precisa ser ensinada.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Disciplina sem afeto humilha; afeto sem método desorganiza. O TDAH exige a delicadeza dos dois.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Muitas mulheres só descobrem o TDAH quando revisitam a própria história e percebem que chamavam de falha aquilo que era funcionamento não compreendido.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Tratar TDAH não é apenas reduzir sintomas; é reconstruir caminhos de autonomia, autoestima e pertencimento.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Nem toda desatenção é TDAH; às vezes, é ansiedade, trauma, excesso de telas, sono ruim ou uma dor que ainda não encontrou nome.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando o diagnóstico vai além do TDAH, a família precisa de acolhimento, não de respostas apressadas.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Nomear corretamente é o primeiro passo para cuidar corretamente.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“O TDAH pode ser barulhento no corpo, silencioso na alma e devastador na autoestima quando ninguém compreende.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“O aluno com TDAH não precisa ser tratado como incapaz; precisa de estratégias que transformem potencial em realização possível.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“O TDAH não apaga a inteligência; muitas vezes, apenas impede que ela apareça de modo organizado.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Compreender o TDAH é devolver humanidade a quem passou tempo demais sendo chamado de problema.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
Acredito que a primeira forma de comunicação comum e expressão objetiva, no autismo e no TDAH, com o mundo exterior que o cerca, deva ser pelo som, a musica mesmo que da forma mais rudimentar, quase barulho, explorando e ouvindo a cadencia, a intensidade e a objetividade de interesse. Acho bem mais natural musicalizar as emoções e aos poucos entender o universo autônomo dos portadores destas faculdades especiais do que tentar entender e ouvir por meio da fala, dentro de um temperamento oral e mental desconexo ao nosso ouvidos, o que realmente acontece. Creio na arte terapia do som como veiculo e meio.
Às vezes desconfio que o TDAH é um treino do cérebro pra um dia deixar a gente prontinho pro Alzheimer. 🤔
Pequeno Pessoa com TDAH
Pequeno ser, inquieto e ágil, Teus pensamentos dançam como folhas ao vento. TDAH, um acrônimo que te envolve, Mas não te define por completo.
Teus olhos, curiosos e famintos, Exploram o mundo com sede de maravilhas. Cada detalhe, um convite à descoberta, Cada som, uma sinfonia de possibilidades.
Tuas mãos, inquietas e criativas, Traçam caminhos invisíveis no ar. O tempo, um conceito fugaz, Como as borboletas que voam em tua mente.
Pequeno viajante das estrelas, Teus pés mal tocam o chão. Aqui e ali, saltitas entre ideias, Como um cometa errante em busca de constelações.
Não te culpes pelas distrações, Pois nelas reside tua força. O TDAH, um turbilhão de sinapses, Uma dança de neurônios em festa.
E quando a quietude se faz necessária, Fecha os olhos e escuta o silêncio. Lá, entre os suspiros e os sonhos, Encontrarás a poesia que te habita.
Pequeno Pessoa com TDAH, Tu és um verso em movimento, Uma estrela cadente no céu da existência, E tua jornada é um poema em constante evolução.
Sera TDAH.
O óculos no rosto e eu procurando onde ele está.
Sou totalmente desprendida com o tempo, como datas, horas e lugares.
Um desvio da rotina, me deixa irritada, nervosa e ansiosa, depois deprimida.
Embora já tenha formação superior, só consigo aprender criando minha própria estratégia.
É muito sofrível e cansativo.
Mesmo sendo considerada muito inteligente, por outras pessoas, me considero burra e estranha.
Sempre pensei que queria ser normal como outras pessoas.
Quando o TDAH entra em cena, a dinâmica familiar se transforma.”
As diferenças de percepção entre pais, mães e irmãos podem gerar conflitos profundos e afetar a harmonia no lar.
Este trecho faz parte do livro “TDAH – Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?” de Valdira Abreu Magalhães e Nina Lee de Sá, que traz uma abordagem sensível e esclarecedora sobre os desafios vividos dentro da família.
A obra nos convida a enxergar o TDAH com mais empatia, oferecendo orientações e reflexões para lidar com impulsividade, hiperatividade e dificuldades de concentração no ambiente familiar.
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Sempre que vou me consultar com um médico, faço uma lista pra não esquecer dos meus problemas. Chega ser engraçado, mas quando vejo o médico, esqueço de tudo. Não é nada de paixão, é o déficit de atenção mesmo.
Jimmy C.
Jimmy quando nasceu já tinha seus problemas, sofreu sua primeira cirurgia logo quando era bebe; Cirurgia para terminar seu céu da boca que nasceu pela metade, 3 anos depois retirou as amigdalas e sua campainha, fez cirurgia de hérnia, entre outras cirurgias bobas como retiradas de 8 dentes para a melhor adequação do aparelho que o deixou com o sorriso bonito.
Jimmy já quebrou o braço e um dedo jogando futebol e até atropelado por uma moto sendo arremessado por 15 metros mas ficou bem, com luxação no fêmur e muitos ralados, fraturas normais de uma criança normal assim como tirar a tampa do dedão no asfalto; quando tinha 13 anos já tinha seus problemas psicológicos e pensamentos muito diferente para sua idade.
Com 11 teve surtos de TOC, pois ele não aguentava ouvir vozes falando na cabeça dele dizendo o que fazer 24 horas por dia, como era muito novo isso o assustava, chorava e incomodava seus pais, nessa idade já tinha dúvida sobre a existência de Deus, mas sempre foi uma criança normal ganhando diversos prêmios como Olimpíadas Brasileira de Astronomia e recebendo Elogios por redações do secretário da educação de sua cidade, ele nunca foi nerd pelo contrário conversava muito, conhecia bastante pessoas e nunca sofreu bullying, nem no ensino fundamental nem no ensino médio.
Quanto mais velho ele ficava mais a mente dele ficava confusa, quando estava no ensino médio já estava cansado e começou a ter muitos traços de depressão, mas não deixava ninguém perceber isso por ser um dos caras mais alegres da sala junto com o seu grupo de 5 ou 6 amigos que quase eram uma família.
Direto ele se sentia sozinho, mesmo com várias pessoas em volta, até pensava ser inútil as vezes, a família dele o amava e fazia de tudo por ele. Ele ficava com algumas meninas, mas todas as que ele gostava de verdade nunca o deram bola, isso o machucava demais; todas as meninas que o “coração” dele escolhia não o retribuía, ele era um ótimo cara mas tinha péssimo gosto.
Ele já foi numa psicóloga pelos seus traços de TOC quando tinha 15 anos, ela preferiu não passar medicamentos pois ele era muito novo para isso, como as consultas eram em outra cidade e meus pais me levavam toda semana gastando com pedágios e combustível eu achei melhor mentir para a medica dizendo que já estava melhor e assim parei de ir; com o tempo os traços de TOC aumentaram e também começou com traços de TDAH e ansiedade
Quando chegou aos 18 anos ele já estava completamente confuso psicologicamente. Entrou numa universidade federal, inicialmente o deixando muito feliz, mas com o tempo percebeu que estava dando gastos para seus pais e isso te deixava mal novamente, com tudo se acumulando e a cada dia que passava uma “pancada” o deixava mais deprimido, as pessoas diziam “você está mais legal que o normal”, mas ele apenas estava triste.
Pensava diariamente diversas vezes em suicídio e como cometer isso, pesquisava tudo sobre, pensava oque deixar para sua despedida e o que fazer para não ter um velório perturbador. Queria ir mas deixar tudo em “bom” estado.
Quando tinha 17 tentou se enforcar com um cadarço de tênis não tendo êxito pois o cadarço se soltou, agora com 18 está prestes a tentar novamente, mas bem mais planejado, e está digitando essas linhas para conseguir esvaziar sua mente, e assim tentar deixar um pouco em ordem essa baderna mental.
Sim, eu sou o Jimmy C.
Tentar explicar a vida toda que entendo mais do que todos sem sucesso me tornando prisioneiro de eu mesmo. Que faço? Que todos vão catar coquinho lá na casa da carambola que vou é tomar conta da minha vida sem dar mais satisfação a ninguém.
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