Defendo meus Amigos

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O que eu aprendi nos meus 40

Falou mal de mim?
Não tiro mais satisfação.

Virou a cara, se afastou?
Não tiro mais satisfação.

Me julgou sem me conhecer?
Não tiro mais satisfação.

Criou histórias sobre mim?
Não tiro mais satisfação.

Não gostou de mim?
Não tiro mais satisfação.

Aprendi que paz mental vale mais do que qualquer explicação.
Quem vive em paz não precisa provar nada para ninguém.

Tua ausência tornou-se o compasso vazio dos meus dias. Há uma melancolia profunda em redescobrir o mundo sem o brilho do teu olhar para iluminar os pequenos detalhes que só nós sabíamos decifrar. Dizem que o tempo cura todas as feridas, mas, para mim, ele tem sido apenas um relógio parado — um eterno inverno que se instalou desde que nossos caminhos se desencontraram.
​Sinto uma saudade latente da simplicidade de sermos, apenas, um só coração. Daquela época em que a nossa maior promessa era o próximo encontro e o meu tesouro mais sagrado era o som da tua risada, que ecoava como música em minha alma. Perdi-me em labirintos de palavras não ditas e em gestos que o orgulho ou o medo adiaram. Hoje, com a clareza que só a saudade traz, percebo que, no afã de viver a vida, esqueci que o meu mundo só possui sentido pleno quando está ancorado no teu porto seguro.
​Não te peço que apagues as cicatrizes ou esqueças as dores, pois elas também narram a nossa história. Peço apenas que permitas que a ternura prevaleça. Lembra-te do toque que desarmava qualquer tempestade e daquela conexão que parecia ter sido escrita nas estrelas, muito antes de os nossos corações aprenderem a bater.
​Se ainda restar, nas profundezas da tua alma, um pequeno refúgio guardado para o que fomos, deixa-me provar que podemos ser ainda mais. Não desejo voltar para o mesmo lugar de antes, mas sim construir um novo destino, como alguém que finalmente compreendeu o valor inestimável do que possuía e que hoje está pronto para lapidar esse sentimento como o mais raro e precioso dos cristais.
​O meu coração, teimoso e eternamente fiel, ainda pulsa no ritmo do teu nome. Estarei aqui, no nosso cais particular, observando o horizonte e esperando para ver se o vento, em um sopro de misericórdia, decide trazer-te finalmente de volta para casa.

⁠Bem que os beijos meus
poderiam ter
asas para buscar os teus,

(Ou poderiam mesmo
até o oceano cruzar),

Do báratro escuro
que ardente oculto
para nele você se perder,

(Sem chance de fugir
ou querer regressar),

Mais forte que o passamento
para você de mim
nunca mais esquecer,

(Ou de dentro de ti vir
a tentar me apagar),

Tão méleo quanto
o mais puro dos sentimentos
para você se viciar,

(Sem querer cheguei
para em ti morar),

À espreitar a cada
um dos meus passos
como um lobo da estepe
do Oeste da Anatolia,

(Doses de café,
desejo e melancolia);

Indomável como o mar
em intermitente luar
feito a sagração poética
da primazia da primavera.

⁠Os meus saborosos sentidos,
os meus pensamentos românticos
e os meus sonhos já te pertencem.

Cruzou uma

borboleta

amarela,

e entre meus

seios repousou;

o rumo tomou

e algo inspirou

que o amor

estará surgindo.



Não perco

o meu olhar

sobre você,

e por ti não

irei deixar

de esperar.



Fui plantar

as rosas

do destino

para quando

a vida

nos colocar

no mesmo

caminho.



Longe irei,

se precisar

com a condição

de não deixar

o amor se perder,

e eu não voltar.

Apreende na tua

sede os teus

lábios aos meus.



Porque não

sei nem por

onde começar...



Apreende na tua

fome o meu

corpo ao teu.



Porque longe

de mim

querer me

salvar de ti.



Apreende o meu

peito bem

unido ao teu.



Em ti não

serei mais eu,

seremos

o infinito.

Eu amo os meus começos e Odeio os meus fins
Os começos são pura faísca, promessa, aquele gosto de “agora vai”. E meus fins… são o cemitério das minhas entregas inteiras. Quem sente tudo do jeito que eu sinto nunca termina nada sem deixar um pedaço de si no caminho.

Gosto dos meus finais, do jeito que os traço, e gosto quando gosto disso!
há beleza no adeus quando sigo meu passo.
Deixo pro último dia, veneta que vem,
“deu na telha”, eu rio.. Loucura faz bem.


Louca?.. Talvez. Mas quem é são de verdade,
se conter o transbordar é negar liberdade?
Encerrar minha participação especial na vida de alguém
é arte que dói, mas que dá no que falar
porque até no adeus, eu sei me reinventar.

Queria que os meus planos fossem os seus, e que os nossos planos fossem o mesmo.

⁠Sinto uma audaciosa vontade
de tê-la em meus braços
e juntar nossas intensidades,
o contar do tempo ficaria pausado
num raro momento tão aguardado.

Linda e irresistível mulher,
quero te satisfazer,
sentir o teu cheiro
com meus dedosdeslizando
pelo o teu corpo,
olhando nos teus olhos,
ir até a tua boca,
ter-te em meus braços
trazer-te pra perto,
disposto, sem pressa,
entretanto,sem tempo a perder,
num momento só nosso
de um intenso prazer.

Numa troca intensa de olhares entre os meus olhos atentos e o olhar feminino de uma bela arte, que expressa perfeitamente ao meu ver, um notório mistério com sua pupila visivelmente dilatada, pois seguramente não tem como eu saber com muita exatidão a causa

Pode ser de tamanha emoção admirando a pessoa amada, por um forte deslumbramento diante de uma linda visão imponente, além do horizonte, por muito medo de uma ameaça iminente ou por sentir que finalmente foi tocada, a partir da sua mente tão agitada

Consequentemente, lembrei que dizem que os olhos são o reflexo da alma, se for verdade, não acredito que seja assim sempre, mas, neste caso, talvez a pintura reflita a expressividade da sua artista, o espelho da sua sensibilidade, aquela particularidade que não é vista

E reagindo a essa provocação artística, sigo o que já dizia um certo livro “O essencial é invisível aos olhos”, então, busco não fazer uma observação superficial e prontamente me aprofundo, observando com afinco bem mais do que é exposto, mantendo o meu imaginário ativo, superando o alcance dos meus olhos.

Sejam benditos merecidamente os meus momentos de equilíbrio, sempre raros e oportunos, que renovam e fortalecem o meu espírito com uma certa facilidade, neste mundo de muitos acontecimentos caóticos, que refletem o caos que atua na minha mente, que vive em constante atividade

Sendo assim, considero francamente tais benefícios como parte edificante do Zelo Divino, demonstrada em cada momento equilibrado que aproveito, mesmo que seja um daqueles lúdicos com vestes de realismo, vividos apenas nos pensamentos, pois logo acaba e menosprezá-lo é um grande desperdício

A próxima oportunidade de equilibrar-se certamente é imprevisível, temporária, breve ou mais demorada, servindo de um jeito único e preciso, portanto, quando possível, deve ser aproveitada ao máximo, até os segundos podem ser significativos, inclusive, destemido, o tempo passa, não espera ser vivido.

Agora, na intensidade dos meus pensamentos, tu serás uma poesia prazerosa, minha língua e as minhas mãos serão os meus olhos, que farão uma leitura atenciosa em cada canto do teu corpo

Teu suor será uma chuva de verão, banhando as tuas curvas, verei tua pele suada brilhando e entre as tuas pernas delicadas, um mar de vitalidade, donde o êxtase ficará transbordando, avivando até o fulgor da tua alma,

Acordado, estarei sonhando, a realidade será melhorada, beijando os teus lábios, acariciando com firmeza a tua suavidade, minha mente ficará cada vez mais inspirada, desfrutarei dos teus detalhes e de todas as tuas camadas.

A Provocação que Transforma

Pela satisfação da naturalidade, a tua feição alegra os meus olhos. Sinto um pouco da tua essencialidade e logo, passas a ser uma inspiração; então, és transformada em poesia, a qual não faço apenas com um aglomerado de palavras, mas também deixo contidos, nela, alguns significados que estejam em sincronia com a tua notável personalidade, nas entrelinhas e em todos os parágrafos.

Inspirado, tal transformação começa de um jeito simples com uma ou duas frases, que retratam a tua presença sublime ou um fragmento da tua verdade de acordo com a minha percepção. Praticando a minha forma de arte, transformando os teus belos traços em versos — vivificados por tua farta expressividade, incluindo a tua essência, a fogosidade dos teus sentimentos e a graciosidade da tua aparência.

O exemplo ideal de causa e efeito na minha concepção poética: quando primeiro sou provocado ao perceber detalhes vivos ou que aqueles que posso vitalizá-los poeticamente devido à profundidade que transmitem, usando a minha sensibilidade e a minha imaginação. Esta se faz presente — fértil e muito criativa —, parte da inquietação da minha mente que nem sempre é precisa, porém, ainda permanece.

⁠Que prazer estar contigo
com o brilho do teu corpo molhado afagando meus olhosnum paraíso onde o contar do tempo é ignorado, lugar tão lindo e tão agradável,
este momento, certamente,
será inesquecível
por estares ao meu lado.

⁠Meu bem, és uma linda mulher,
alegras os meus olhos
com este teu belo corpo bronzeado,
teu lindo rosto, teus lábios delicados,
que provocam-me um desejo prazeroso
de estar contigo neste dia ensolarado.

⁠Exuberante arte celeste
de um sol majestoso,
de uma grandeza que não mede
bem diante dos meus olhos.

⁠Natureza que tanto
encanta os meus olhos,
que restaura as minhas forças,
que propicia momentos preciosos,
que abraça a minha mente
aquece a minha alma,
que faz viver a vida intensamente,
já que o tempo impaciente não pára.



Imagem bela e resplandecente
que afugenta a escuridão,
meu coração e meus olhos agradecem
por esta aprazível contemplação.