Dedicatórias Queima das Fitas

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Sobre a rocha milenar, sob o manto do poente,
Descansa a alma que luta, a mente que sente.
A armadura, ainda quente das batalhas do dia,
Reflete o ouro do sol em sublime harmonia.


------- Eliana Angel Wolf⁠

O Alicerce da Guerreira


Na imagem daquela que luta e brilha,
Existe um segredo que a alma sustenta:
Ela cuida das raízes de sua semente,
E do tronco antigo que a vida alimenta.


Se o tempo pesa e eles julgam ser fardo,
Ela responde com o abraço mais forte.
Pois quem deu a vida não pode ser peso;
É bússola, é guia, é o norte da sorte.


Seus filhos observam com olhos de mestre,
Aprendem que o amor é feito de respeito.
Honram o cabelo branco e o passo lento,
Pois o exemplo da mãe já mora no peito.


Não é sacrifício, é o ciclo da vida,
Onde o diamante protege o seu chão.
Entre gerações, a luz é mantida,
Pois cuidar de quem foi, é a maior oração.


Força de loba que guarda o seu ninho,
Fé de quem sabe que nunca erra o caminho.
Pois de todas as batalhas que a vida aceita,
Amar quem nos deu tudo... é a receita.


------------- Eliana Angel Wolf

A luta e a fé, são o que chamam de sorte.

"Aquele que luta sem largar a espada não o faz por não se cansar, mas porque ela se apegou à sua mão; soltá-la dói mais do que parar de lutar. Por isso, o crente não recua."


—Onaile A Prudent (Cruz)

Mesmo que a luta seja demorada, tudo que leva tempo gera resultados profundos.

⁠O Som da Luta


Uma história sobre coragem, esperança e propósito em Angola


O sol ainda dormia, mas o bairro já acordava.
O cheiro do carvão aceso misturava-se com o barulho dos chapas lotados e das vozes que se perdiam nas ruas estreitas.
Era mais um dia em Angola — onde o relógio da sobrevivência nunca para, e a esperança é o último bem que o povo se permite perder.


No meio daquela correria, Manuel ajeitava o seu pequeno carrinho de madeira, carregado de garrafas de sumo natural que ele mesmo preparava à noite.
Enquanto o resto da cidade ainda sonhava, ele já estava em movimento.
O seu lema era simples:


> “Quem quer mudar de vida, começa antes do sol nascer.”






Manuel não nasceu com oportunidades.
Cresceu num bairro onde a poeira é mais constante do que a eletricidade, onde o trabalho é pesado e o reconhecimento é raro.
Mas, desde cedo, ele aprendeu com a mãe que “trabalhar com dignidade é melhor do que mendigar respeito.”


Durante anos, procurou emprego.
Fez cursos, entregou currículos, e ouviu promessas vazias.
Cada “vamos te ligar” soava como uma esperança que morria devagar.
Até que um dia, cansado de esperar, ele decidiu criar o próprio caminho.
Pegou um carrinho velho, juntou umas frutas emprestadas e começou a vender sumos na rua.


No início, foi alvo de risos e comentários:
“Um formado a vender sumo? Isso é vergonha!”
Mas Manuel respondia com um sorriso e dizia calmamente:


> “Vergonha é roubar. Trabalhar nunca foi.”






O tempo passou.
O carrinho que parecia um fracasso virou uma barraca simples, mas movimentada.
As pessoas começaram a reconhecer o sabor dos seus sumos — e, mais ainda, o brilho da sua determinação.
O que era sobrevivência começou a virar sustento.
E o sustento, aos poucos, virou inspiração.


Manuel passou a ajudar outros jovens do bairro a começarem pequenos negócios.
“Não temos muito”, ele dizia, “mas temos mãos, mente e vontade. Isso já é capital.”


Hoje, quem passa pela sua barraca vê mais do que produtos — vê uma história viva de resistência.
Ele ainda enfrenta dias difíceis, ainda há contas que não fecham, ainda há lágrimas escondidas.
Mas, em cada amanhecer, Manuel prova a si mesmo que o sucesso não é sobre ter tudo — é sobre fazer algo com o pouco que se tem.


Quando alguém lhe perguntou o que o manteve firme em tempos de desespero, ele respondeu sem hesitar:


> “Foi a fé. Eu acreditei que Deus não me fez para desistir.”






O som da luta continua ecoando nas ruas do bairro.
O mesmo som que vem dos vendedores, das zungueiras, dos mototaxistas, dos estudantes que andam quilômetros para aprender.
Cada um à sua maneira, todos gritam a mesma verdade:
“Enquanto houver esperança, há motivo para continuar.”


E assim, no coração de Angola, entre poeira e calor, entre lágrimas e sorrisos, nasce uma geração que aprendeu a lutar com o que tem — e a acreditar que o amanhã pode, sim, ser melhor.


> Porque em cada angolano há um guerreiro.
E enquanto o coração bater, nunca vamos desistir.

A história repete o mesmo declínio do caráter da humanidade, onde toma por vingança a luta contra seus próprios desejos.

"Não despreze quem luta para crescer. Isaque Ramon é honestidade em cada venda."

Assistente Social não faz caridade,luta pelos direitos dos vulneráveis, garantindo a efetivação das políticas públicas.

“A fome passa, a dificuldade passa, mas a força de quem luta permanece.”

Família é luta, desafio, sacrifício, renúncia, dor e amor...muito amor!
13.08.18

⁠Quem luta junto conosco é o SENHOR DOS EXÉRCITOS que não perde batalhas.

Tem crente que só é crente quando dói, passou a luta, voltou ao pecado.

O sistema mata quem luta na carne,
mas não consegue tocar quem vive na vontade de Deus.
“Maior é o que está em vós do que o que está no mundo.” (1 João 4:4)

A obediência não impede lutas, mas impede que a luta destrua a sua alma.


E no fim, quem permanece obediente descansa seguro, porque o Senhor vela pelos que O temem.


miriamleal

O tempo independe da nossa vontade e da nossa luta. Ele é a duração que cria em nós a ideia do presente, passado e futuro.

⁠O momento requer sabedoria e luta pelos dias que vivemos em prol da humanidade.

Viver é assim, um dia de cada vez e uma história para contar. Cada tropeço, um avanço. Cada luta, uma vitória e cada momento, uma celebração.

Tem batalhas que vencemos,
quando perdemos o interesse de luta-las.

Lutar por dois,
É batalha vencida, e o fim da trincheira pra quem luta.