Dedicatórias para Fitas de Crianças
Feliz Dia das Crianças!
Feliz dia a todas as crianças!
Seres de amor, seres iluminados e de alma pura que Deus nos concede a concebê-los!
Que Deus onipotente proteja a todas e que não permita que pessoas ruins as machuquem.
Feliz Dia das Crianças para nós, que temos a permissão de instruir, orientar e saborear a alegria desses seres de luz em nosso planeta!
Feliz Dia das Crianças a todos os seres humanos, até porque cada um de nós temos uma criança em nossas almas.
Devemos preservá-las e mantê-las sempre vivas dentro de nós.
Feliz Dia das Crianças a todos nós!
Quando crianças, um viveu na normalidade e o outro na sobrevivência.
Agora adultos certamente discutem e dificilmente chegam a um censo comum realmente com satisfação.
A consciência universal já está cada vez mais perto, independentemente de qualquer coisa.
Vai dar tudo certo.
Elas são essenciais
Quando somos crianças, queremos atenção, carinho, brinquedo.
Quando somos adolescentes, bobinhos demais, queremos estar só com os amigos.
Quando nos tornamos adultos (às vezes só no título), muitas vezes achamos que já sabemos tudo e não damos a elas o valor necessário.
Quando nos tornamos mães e pais, com um novo olhar para os nossos filhos, aí sim, reconhecemos o tesouro que temos em nossas vidas: Nossas mães.
As crianças amam o mundo sem medo,
confiam sem reservas,
e enxergam beleza até no que o tempo esqueceu.
Elas não precisam entender o amor,
elas o são.
Na pureza dos gestos,
na risada sem motivo,
na amizade que nasce num olhar.
Ah, se o mundo tivesse o coração de uma criança,
o amor seria simples,
e a vida, um eterno brincar.
Tenho um caderninho de desejos e pensamentos, daqueles bobos que fazemos como as crianças que sempre somos; nele, encontrei meu próprio nome escrito em diferentes linhas. Uma, procurando significado; outra, querendo beleza; mais uma, repetindo sabedoria; e outra, mais profunda, rasurada várias vezes, com marcas úmidas denunciando o choro, almejando liberdade.
Pisquei algumas vezes e senti o almiscarado de minha pele se tornar sujo, como se o mero desejo de ser livre fosse indigno para alguém como eu. Outra gota pinga no papel; não é preciso da data para perceber que meus sonhos são atemporais e carregam minha essência perdida consigo. Uma risada em descrença sai embargada de minha garganta, e os nós de meus dedos ficam brancos, rasgando repetidamente não o papel, mas sim minha prisão interna.
A presidiária olha de um lado para o outro, seus olhos baixos percorrendo as grades intimidadoras que a cercam. Ao seu lado, uma garotinha de cerca de seis anos a observa de cima a baixo, demorando-se nas algemas que começavam a enferrujar em torno de seus pulsos. A presidiária ri em escárnio e lança um olhar particularmente rude em resposta. A menina, por outro lado, parece se divertir e balança os pequenos pés no ar antes de gargalhar.
A criminosa franze as sobrancelhas e se aproxima lentamente, como um predador à espreita, com os braços cruzados e uma curiosidade crescente. O olhar daquela garota era familiar, e seus dedos pequenos batucavam na parede mais próxima; o barulho, misturado às respirações descompassadas, era o único som do local.
A jovem ousa conversar com a mulher, balbuciando coisas banais e fúteis, como seus gostos favoritos, aquela série específica que, por um acaso, era a favorita da malfeitora, e até sobre o time de futebol para o qual ela torcia. O papo, no começo hostil e desconfortável, torna-se aos poucos acolhedor; e, assim que a mais nova ri pela milésima vez de sua própria piada sem graça, as algemas da mais velha caem em um baque único contra o chão. A liberdade, silenciosa e subjetiva nos pensamentos diferentes — mas tão iguais — das duas, finalmente chega.
Quando pisco novamente, outra gota molhada cai sobre o caderno, embaçando minha visão e me trazendo de volta à dura realidade, que, anormalmente, estava mais quieta que antes — perigosamente próxima da paz. Meus dedos esguios e trêmulos viram a página completamente encharcada e, mesmo com as palavras tortas e a grafia errática, sorrio de canto ao compreender: não sobrevivi, mas, enfim, vivi.
Fui para Marajó logo ali
na Cachoeira do Arari,
O Cordão do Galo junto
com as crianças passaram
dançando e cantando,
Surpreendente você chegou
envolvendo e encantando,
Foi daí que me dei conta
que encontrei o Sol de amor,
que perdidamente me apaixonei
o meu melhor entreguei,
e é com contigo que eu estou,
e de ti não mais regressarei.
Gostaria de ter a fé das crianças que pulam no colo do pai sem medo de cair, mas minha confiança foi quebrada tantas vezes que hoje eu analiso até a solidez do chão antes de dar um passo. A prudência é a cicatriz da alma que já se estraçalhou no asfalto da realidade.
Em um passado próximo pela pedagogia tradicional, todas as crianças recebiam um conjunto de ensinamentos padrão, igual para todas, para que no futuro pudessem optar por uma personalíssima formação. Com isto, muitos dos saberes aplicados eram desperdiçados pois nunca mais iam ver e nem aplicá-los para nada. Resultando em confusão. Hoje na pedagogia integral, o ensinamento básico comum a todos, não devem ultrapassar a vinte por cento e deixando oitenta por cento, individualmente de conhecimentos que a criança tem maior afinidade, interesse, facilidade e predisposição natural para mais se desenvolver tanto no campo profissional, pesquisador e no âmbito acadêmico cientifico.
Prefiro chamar de crianças geniais em curso (CGC) com grandes possibilidades de êxito e inclusão social, fora do comum, as crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), do que estigmatizar estas crianças portadoras de algum transtorno, como alguma deficiência grave. Pois o autismo, não é doença alguma mas sim uma condição ambígua do neurodesenvolvimento padrão , adotado como referencia por uma sociedade.
Precisamos que nossas crianças cresçam sem a margem do lucro que um dia vai se somar à vida adulta, sem esquecer que a única memória com valor real da vida é a que conseguimos superar com a dor do sofrimento que nos faz crescer!
As roupas e os calçados estão entre as invenções mais importantes do mundo.Sem roupas as crianças e os adolescentes não poderiam estudar e nem aprender.Nas universidades seria improvável alguém conseguir se concentrar nas aulas caso as pessoas estivessem nuas,ou seja,as pessoas também não iriam ao trabalho.Nos locais frios as pessoas morreriam de frio por não estarem aquecidas.As ventimentas são marcantes e também podem revelar a personalidade das pessoas.
Os pais não devem acostumar as crianças e os adolescentes com celulares de luxo e equipamentos eletrônicos muito caros. Esses equipamentos são para pessoas que já têm renda e independência financeira. Expliquem aos filhos que esses celulares são para pessoas independentes e com renda alta. Diga aos filhos que eles só poderão ter um iphone ou iped quando tiverem um bom trabalho com renda estável.
Os pais não devem acostumar as crianças e os adolescentes com celulares de luxo e equipamentos eletrônicos muito caros. Esses equipamentos são para quem já têm renda, independência financeira ou para pessoas ricas. Expliquem aos filhos que esses celulares são para pessoas independentes e com renda alta. Se forem de média baixa ou média alta, falem aos seus filhos que eles só poderão ter um iphone ou iped quando tiverem um bom trabalho com renda estável.
O orgulho de ser pai de filhos adultos plenos ameniza a saudade das crianças que eles foram um dia .
E lá se vai o Mês das Crianças...
Que vá!
Mas deixando em nós a Paz e a Alegria da Criança Interior, necessária para o Bom novembro!
Então, Bom novembro!
Chamaram ele de velho, e com um sorriso ele perguntou,pobres crianças, quantos anos vocês acham que tem a vossa alma?
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