Dedicatórias para finalistas pré-escola
Rigidez cognitiva se manifesta como a resistência em mudar de opinião e a dificuldade em aprender novas perspectivas. Frequentemente, ela se associa a posições dogmáticas, conservadoras e ao negacionismo científico.
Conhecimento, aprendizado intenso, não imprimem compreensão. Boas ideias sempre surgem em tempo oportuno.
Aprende-se também geografia, pela observação da natureza. Ao observar os rios, os mares, planaltos, planícies e montanhas. Já a matemática, ao adicionar os quilômetros percorridos, através de muitas viagens.
Toda criança gosta de dançar, cantar, rabiscar...
Aprende escrever, ler e contar...
A dança, tem ritmo, som e expressão!
As outras artes ajudam
a criatividade,
disciplina
e atenção.
Arte de Educar
Educar filho, não tem receita pronta.
Éarte que se aprende e a bíblia lhe conta.
Não se deve atender os caprichos.
Nem dar tudo na hora e na mão....
É plantar
limite ,
nascer e
colher
direção
Nem sempre
tudo que não dá certo
é uma derrota,
mas pode ser um ensaio ,
um aprendizado
ou mesmo um sinal,
que o caminho
não é por aí.
Desfrute o amor enquanto pode, porque a juventude parte sem avisar, a beleza aprende a envelhecer, o dinheiro muda de mãos, amizades tomam outros caminhos, a admiração é volátil, a alegria conhece dias de ausência, a saúde pode se despedir em silêncio e as pessoas, cedo ou tarde, seguem seus próprios destinos; no fim, quando tudo o que parecia permanente tiver ido embora, talvez a única coisa capaz de permanecer dentro de você seja o amor que viveu e o amor que foi capaz de oferecer.
Um mestre da realidade é aquele que não apenas aprendeu a manifestar os seus desejos, mas aprendeu também a desejar as coisas certas.
Aprendi a andar sozinho, sigo conversando com o meu silêncio, memórias de caminhos que andaram para trás enquanto eu passava, estão lá ainda cumprindo sua missão para outros desertores de aí mesmo.
A Última Casa
Nasci onde os telhados aprendiam a desabar
antes mesmo de conhecerem a chuva.
Chamaram aquilo de infância.
Eu chamei de ensaio
para todas as ausências que ainda viriam.
Meu pai deixou apenas o formato da porta
fechando-se pela última vez.
Minha mãe transformou-se
num retrato que a memória insiste em restaurar,
embora o tempo continue roubando-lhe o rosto.
Desde então,
aprendi que abandono
é uma religião silenciosa:
ninguém a prega,
mas todos os órfãos sabem rezá-la.
Amei mulheres
que partiram antes mesmo de chegarem.
Elas deixaram perfumes
que sobreviveram mais do que as promessas.
Ainda encontro algumas
caminhando pelos corredores da minha insónia,
sem jamais voltarem
para recolher o que esqueceram dentro de mim.
Há anos
o telefone permanece imóvel,
como um cemitério de números.
Nenhuma voz pergunta se sobrevivi.
Nenhum "como estás?"
atravessa o deserto dos fios.
Até o toque desistiu de mim.
Conheci a anatomia das praças públicas.
Os bancos de cimento
foram mais fiéis do que muitos abraços.
As estrelas serviram de teto,
o frio escreveu cartas nos meus ossos,
e os cães de rua
guardaram melhor o meu sono
do que qualquer promessa humana.
Vi o amanhecer nascer
entre papelões, ferrugem e nicotina.
Descobri que a fome
não dói apenas no estômago;
ela mastiga a esperança
até restarem apenas os dentes.
Durante anos
acreditei que Deus
tinha perdido o meu endereço.
Talvez nunca o tenha conhecido.
Mas há uma verdade
que nenhuma ruína conseguiu demolir.
Depois que todos partiram...
depois que cada amor escolheu outra estação...
depois que o mundo esqueceu o meu nome...
restou alguém.
Eu.
Este homem coberto de cicatrizes,
de mãos rachadas,
de olhos que aprenderam
a conversar com o silêncio.
Foi ele quem me levantou
quando ninguém regressou.
Foi ele quem dividiu comigo
o último pedaço de dignidade
quando já não existia pão.
Hoje compreendo:
o amor mais raro
não chega pelo telefone.
Não regressa numa fotografia.
Não bate à porta
vestido de saudade.
Ele cresce,
bruto como ferro,
puro como água encontrada
no meio do deserto.
E quando o mundo inteiro
me declarou abandonado,
eu finalmente encontrei
a única pessoa
que jamais teve coragem de me deixar:
eu mesmo.
Falhar é da natureza humana, reconhecer as próprias falhas é um dom de Deus, e delas extrair aprendizado para evoluir, é o emprego desse dom para a vida.
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