Dedicatórias para finalistas pré-escola

Cerca de 42386 dedicatorias Dedicatórias para finalistas pré-escola

⁠"UMA COISA PRIMORDIAL NA MINHA VIDA EU APRENDI: Nunca dê sua atenção (MORAL) para quem não quer e muito menos contar sua vida para quem não interessa saber suas dores mais na hora do milagre, na hora da benção está ai e quer que você comparta. SAIBA SER SELETIVO."

⁠—By Coelhinha

"Embora nem todos os dias sejam fáceis, todas as jornadas oferecem oportunidades de aprendizado, crescimento e esperança. Tempos difíceis te fazem mais fortes, enquanto que nos dias tranquilos permitem você descansar e valorizar sua vitória Manter a fé, o auto-cuidado e a ajuda constante para superar as adversidades nos momentos difíceis. Lembre-se de que as crises fazem parte da vida, e focar no presente, manter uma atitude positiva e com gratidão nos permitem renovar as forças para seguir em frente."


—By Coelhinha

"Temos que aprender o que é ser intercessores. Não oramos pra o `EU`senão para o `NÓS`, isso sempre levará a sermos agentes do Reino. Quando entendermos isso, saberemos ser guerreiros para entrar na brecha e vencer qualquer batalha. De momento estamos como os Hebreos(dando volta ao redor da montanha). Que Deus tenha misericórdia de TODA A HUMANIDADE, sendo povo de Deus ou não, somos TODOS criados por Ele. Então devemos ser como Jesus que veio para nos dar exemplos de servir a todos.
[NÃO QUEM QUEREMOS, SENÃO A QUEM PRECISA.]"


—By Coelhinha

Há níveis de consciência: alguns apenas existem, outros repetem o que aprendem, poucos questionam e raríssimos despertam.

O processo é um teatro onde a dor precisa aprender a falar formalmente.

A tristeza não desaparece… às vezes só aprende a ficar mais quieta.

Autodidata,
aprendi datilografia
nas tardes lentas
em que escrever
era o meu brinquedo secreto,
o meu passatempo preferido
de menina
que já pressentia
o destino das palavras.
✍©️@MiriamDaCosta

Minha Aura Cigana 💃


Por tudo o que vivi,
senti, sofri,
sangrei e chorei,
aprendi a não criar raízes
onde o chão era lágrima,
insegurança e medo.


Minha alma carrega estradas,
olhos atentos ao horizonte,
bolsos vazios de posses
e o peito cheio de destino.


Trago no corpo os vestígios do tempo
e no espírito a liberdade inquieta
de quem nunca pertenceu ao cárcere
do que é fixo, morno ou imposto.


Sou passagem,
sou vento que não pede licença,
sou chama que arde,
que aquece, que queima,
mas não se deixa apagar.


Minha aura é cigana
porque escolheu a travessia
em vez do conforto,
a verdade em movimento
em vez da paz mentirosa do repouso.


Por tudo o que vivi,
senti, sofri,
sangrei e chorei,
preferi não fincar raízes
em solos contaminados de medo.


Carrego comigo lembranças e cicatrizes
que não pedem e não suportam
curiosidade, piedade e nem falsidade
apenas passagem.


Minha alma aprendeu cedo
que permanência, muitas vezes,
é apenas uma forma educada de prisão.


Trago nos olhos a dor das despedidas,
nos pés a poeira das estradas,
no peito um coração indomável
que sangra, mas segue adiante.
Sempre!


Sou feita de partidas,
de incêndios internos,
de escolhas que doem
mais nunca, a renúncia
a mim mesma.
Nunca!


Minha aura é cigana
porque recusou o conforto
doce da mentira
e escolheu vagar com a verdade
latejando na carne,
pulsando nas veias,,
acariciando a mente
e pacificando a consciência.


Por tudo o que vivi,
senti, sofri,
sangrei e chorei,
aprendi a ouvir o chamado
das estradas invisíveis
mais plenas de visão.


Minha alma
dança com o vento,
baila com as marés,
reconhece constelações
onde outros veem apenas noite.


Carrego no coração um mapa
que não conhece fronteiras e limites
e um tempo que se move
no compasso da liberdade.
Oh! Amada Liberdade!
Senhora do meu viver!


Sou feita de travessias serenas,
de tempestades arrebatadoras,
de silêncios que ensinam,
de palavras que ecoam,
de versos que florescem
sem pedir residência.


Minha aura é cigana
porque prefere o caminho
ao destino, e faz do mundo
um eterno lugar de passagem.


Vivi, senti, sofri,
sangrei e chorei,
por isso sigo adiante.
Sempre!
Raízes me pesam e sufocam,
Estradas do viver e do sentir
livre e leve, me salvam.


Minha aura é cigana:
não pertence,
atravessa o seu caminho.
E nada e ninguém
vai tomar posse
de mim.


O sol me ilumina,
a Lua me protege,
a vida me ensina
que seguir livre
é a minha sina.
✍©️@MiriamDaCosta

Comecei a ler poesia
antes mesmo de aprender
a escrever e juntar letras.


Antes das palavras,
meu sentir já soletrava
afetos e ausências,
chegadas breves,
partidas longas,
silêncios que diziam tudo.


Antes das sílabas,
meu coração já sabia
o que doía,
o que machucava,
o que era justo,
e o que nunca foi.


Aprendi, ainda pequena,
que a poesia
não reside nos livros.
Os livros é que tentam
acolher, tardiamente,
o que a vida sussurra
no avesso dos dias.


Quando me ensinaram
a ler palavras,
eu já lia o mundo
com a alma poética
e os sentidos alfabetizados.
✍©️@MiriamDaCosta

A gentileza, o respeito e as boas maneiras
nascem onde a alma aprendeu
a ser elegante.
Não se impõem, revelam-se.
O mundo, exausto de ruídos e atropelos,
carece dessa elegância silenciosa
que não humilha, não grita, não fere.


Essas prerrogativas
são luxos raros
de almas que recusaram
a brutalidade cotidiana.
O mundo, rude e vaidoso,
confunde grosseria com força,
arrogância com poder,
e dessangra-se lentamente
por absoluta falta de elegância.
✍©️@MiriamDaCosta

Ela aprendeu a ler
não somente
as letras,
as frases,
os textos
e os livros ...


qualquer pessoa
alfabetizada
é capaz disso.


Ela
já cursava a leitura
e a interpretação
dos sinais,
das entrelinhas
e dos mistérios da natureza,
do tempo e das pessoas,
antes mesmo de ser alfabetizada.


✍@MiriamDaCosta

"Se não aprender a ignorar muita coisa, ninguém encontra a felicidade."

⁠"Muitas vezes, aprendemos mais com a falsidade dos outros, do que com a honestidade deles."

⁠⁠Os novos aprendizados constantes mantém e fortificam a vitalidade da vida.

Aprender coisas novas e mudar são garantias da vida, desfrutando-se no ato.

Quando universidades acadêmicas evoluem, obrigam as demais evoluírem. Se a evolução das aprendizes for tardia, significa que o corpo docente não está em harmonia ou tem a falta da tal vontade. Tudo a cada dia está ficando mais claro enquanto as possíveis evoluções permanecem insistentes.

Brasileiros, aprendam profissões, porque depois da experiência, seja dono de seu próprio negócio.

Há gente estúpida no meio dos sábios, até que aprenda, com humildade, a imitar o exemplo de servir uns aos outros com honra, humildade, apreciação e amizade.

​POUSO EM GALHOS SECOS
(​A liberdade insólita de quem aprendeu a voar enquanto dorme)

​Quando adormeço, saio de mim e estendo a matéria no varal do tempo; a alma voa para lugares que minha realidade não habita. Sinto-me um pássaro livre, fazendo pouso em galhos secos que não quebram.
​Minhas asas se abrem libertas e meus olhos se fecham como cortinas de um teatro cujo espetáculo se chama vida. Ao voltar dessa jornada etérea, percebo: despertar é recolher do varal os sonhos que ficaram ao vento.

​Lu Lena / 2026

​A PRIMEIRA CORDA BAMBA
(​Entre o cordão umbilical e o aprendizado da queda.)

Nascemos em uma corda bamba chamada cordão umbilical. Caminhamos entre acertos e erros e, até encontrar a perfeição, levaremos muitos tombos; o equilíbrio exige muita disciplina.

​Lu Lena / 2026