Dedicatórias para finalistas pré-escola
Quanto mais uma pessoa aprende a encontrar prazer nos pequenos detalhes da vida, mais se torna saudável emocionalmente.
Aprendi...
Que o verdadeiro amor...
Nao tem, idade, cor, cara, nao tem o lindo nem o feio, que jamais escolhemos...
O verdadeiro amor è aquele que jamais escolhemos sentir, mas sim aquele que o sentimos sem o nosso querer...
Não aprenda o desamor com os recalcados e infelizes.
Não se permita contagiar pela pequenez daqueles
que não aprenderam a amar.
Na vida existem pessoas que nasceram para agregar
enquanto outras nasceram para desunir.
Preserve-se.
Cuide da sua energia.
Proteja a sua luz.
Mantenha distância daquilo que lhe faz mal.
Ame sempre.
O tempo é a melhor resposta para tudo.
Chega de lamentar pelas coisas que você perdeu. Aprenda a dar valor e agradecer pelas coisas que você conquistou.
É mais fácil fazer um cachorro aprender a conviver com um gato do que um preconceituoso com as diferenças.
Ser mãe....
aprendi que ser mãe é dar asas e ensinar a voar
mas, na hora da partida, é fragilizada
o grito sufocado de dor, o coração sente solidão
voa, meu menino, para construir o teu próprio ninho.
Percorre outros caminhos, outras paragens
voa bem alto, que sejas feliz, com as asas que ganhaste
Ser mãe é descobrir que os filhos não são nossos.
São missões que nos foram confiadas por Deus.
Com um tempo eu aprendi a não me importar, a deixar de lado, a não ligar, aprendi a ser sarcástica , e aprendi a te esquecer. Com um tempo eu aprendi a mentir. Como agora.
Entre Luzes e Sombras: Minha Jornada Fotográfica
Desde o primeiro clique, aprendi que fotografar vai além de registrar imagens – é eternizar sentimentos e momentos que me definem. Cada fotografia guarda uma memória, uma emoção, um capítulo da minha história. Em meio a desafios e pausas forçadas, encontrei na arte de capturar o mundo um refúgio e um caminho para me reencontrar.
Minha trajetória se desenrola em contrastes intensos: as luzes que iluminam os instantes de beleza e as sombras que, mesmo dolorosas, me ensinaram a valorizar cada recomeço. Em cada rua, cada rosto, e sobretudo em cada canto de Indiaroba, vejo a riqueza de uma cultura que me inspira e me molda. Essa conexão com minhas raízes transforma o ato de fotografar em uma celebração da vida – uma homenagem às tradições, à memória e à identidade que carrego.
Mesmo quando a exaustão e a insegurança ameaçaram silenciar minha voz, eu me recusei a deixar o sonho morrer. Em meio ao silêncio e à luta interna, minhas palavras e imagens se tornaram a prova viva de que, mesmo na solidão, há uma força que me impulsiona a continuar. Cada página deste portfólio é um testemunho do meu esforço, da minha resiliência e da vontade de deixar minha marca no tempo.
Aqui, reúno não apenas fotografias, mas a essência de cada momento vivido – um registro que, espero, fale por mim mesmo quando eu não estiver mais aqui. Este é o meu legado, a narrativa de uma jornada feita de luzes, sombras e, sobretudo, de autenticidade.
Com o tempo você aprende...
Aprende que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto – e não com a tristeza de uma criança.
Aprende que o que importa não é o Quê você tem na vida, mas sim Quem você tem na vida. E aceita que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando, e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que com a mesma severidade que julgas, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido, pois o mundo não pára pra que esperar que você o conserte.
E você aprende que realmente é forte e que pode ir muito mais longe – mesmo após ter pensado não ser capaz.
Aprende que a vida realmente tem valor, e que você tem valor diante da vida.
Nota: Trecho adaptado e adulterado de poema de Veronica Shoffstall.
Rui Barbosa estava certo quando disse que 'o dia em que nada aprendemos é dia perdido'. Só que o dia em que ouvimos muitas asneiras é também dia perdido.
A vida sendo como é. E eu aprendendo a ser menos eu. Quero aprender a não odiar o passado. Quero fazer as pazes com minhas histórias, com meus ex-amores, meus quase-amores, meus nunca-amores. Quero ficar de bem com a minha memória pra não sentir esse gosto enferrujado de desgosto toda vez que eu lembrar de algum nome ou lugar. Quero aprender a aceitar as escolhas que fiz, ir até o fim nas decisões que tomei. Aprender a não arrepender ninguém, nem a mim mesma. Quero aprender a viver a vida como ela é, e não como eu gostaria que fosse se pudesse ser diferente. Ela não pode mudar. Mas eu posso. E isso deve ser suficiente.
Tristeza é um auto-aprendizado. É muito bonito. Estar triste é tão puro quanto estar alegre. Ambos vem de dentro.
Mas aprendi algo com tudo o que aconteceu: ainda que a memória falhe, o coração jamais esquece, e ninguém nunca poderá me tirar isso.
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