Dedicatorias para Chefes
MAIS ELEVADO
Leia: - Mateus 27:11-26
Mas, quando foi acusado pelos chefes dos sacerdotes e pelos líderes judeus, Jesus não respondeu nada ( v.12 ).
Examine: Quando foi insultado, não respondeu com insultos. Quando sofreu, não ameaçou, mas pôs a sua esperança em Deus, o justo Juiz ( 1 Pedro 2:23 ).
Considere: Você deseja vingança por algo que alguém fez contra você ? O que o impede de se livrar da mágoa ? Você valoriza o perdão que Deus lhe concede ?
Confortavelmente acomodado debaixo das cobertas pesadas numa noite fria, cobri o rosto e tentei dormir. Porém o conforto da cama aquecida não afastava o meu sonho inquietamente.
Aprendi do modo mais difícil que os relacionamentos na igreja não estão livres de complicações, e tentava lidar com minha mágoa durante o sono. Traição é uma palavra forte, e me senti manipulada, enganada e profundamente incompreendida. Cansada de procurar o caminho mais elevado, o sonho revelava meu coração: eu queria
vingança.
Abrir mão do nosso direito de defesa é com certeza um daqueles momentos em que chega " a hora da verdade " para nossa fé. Podemos tentar assumir o controle e recusar-se a ter a nossa definição de justiça negada ou abrir mão e nos entregarmos a um Salvador que " ... compreende as nossas fraquezas, [ ... ] [ pois ] foi tentado do mesmo modo que nós, mas não pecou " ( Hebreus 4:15 ). Ninguém gosta de ficar por perto e deixar que as coisas acontecem. Mesmo assim, Jesus aceitou Sua traição, porque sabia que Deus é fiel ( Hebreus 10:23 ).
Salmo 119:165 diz: " Aqueles que amam a tua lei têm muita segurança, e não há nada que os faça cair ." Jesus suportou a traição e o sarcasmo por dois motivos. Ele amava o Pai e a nós. Nos momentos de grande misericórdia, a simplicidade dos dois maiores mandamentos parece estar ao nosso alcance ( Mateus 22:37-39 ). Com o espinho da traição em nosso coração, entretanto, ficamos imaginando como conseguiremos fazer isso.
É aí que o caminho mais elevado - um lugar doloroso onde o " eu " morre - entra em ação. A verdadeira vida se torna abundante quando vivenciamos a graça que Deus nos demonstrou. Será que escolheremos nossa vingança humana ou Seu perdão divino ? Não podemos ter os dois ( Mateus 6:14-15 ). - Regina Franklin
Os melhores professores e os melhores chefes são os mais duros. Na hora, você não vê, mas, 20 anos depois, percebe que são esses os que trazem mais valor para a sua vida.
Ah! Ser indiferente!
É do alto do poder da sua indiferença
Que os chefes dos chefes dominam o mundo.
(Álvaro de Campos [Heterônimo de Fernando Pessoa], (escrito em 12.1.1935), In Poesia)
"Bons e maus chefes"
Tive chefe de tudo que é tipo e te garanto que a gente aprende muita coisa.
Com os bons chefes eu aprendi o que deveria fazer.
Com os maus chefes eu aprendi quem eu não quero ser.
Esse é um aprendizado que levo para vida inteira.
Nós, os superiores (líderes, chefes, políticos, palestrantes, professores, pastores, padres, 'príncipes', 'princesas' e por aí vai) no alto de uma montanha chamada certeza, inspiramos confiantes nossos pensamentos e ideais, confortáveis pelo prazer de calar o mundo ao sopro das nossas verdades. Um ar puxado de um nível acima, que devolvido ao ambiente, gera um mover de desafetos, desentendimentos e desencontros.
Nós fugimos pra torre mais alta, tentando esconder nossa culpa, nossa baixa auto-estima, insegurança, erros passados. De forma inconsciente, nos sentindo ameaçados, reagimos fugindo para este lugar intocável.
Atras da máscara da importância, da decisão e munidos de bons argumentos ou mergulhados em devaneios, nós os soberbos, tentamos dominar os inferiores, como num extinto de sobrevivência.
O que nos faria descer ou cair da torre?
Caí quando amei. Quando dei mais importância ao outro do que aos meus critérios, certezas e argumentos. Quando abri os olhos e vi a pessoa que amo, vi o que sempre considerei errado, inaceitável, intolerável e mesmo assim percebi que amava. Do lugar onde eu estava eu não podia ver ninguém além de mim. Meus medos, meus planos, minhas idéias, meu mundo.
Eu vi que estava perdendo muito com minha postura e que já não podia carregar o peso de transparecer a perfeição e a santidade. Por constatar meus erros e inseguranças escondidas, percebo que não sou imune, e estou aprendendo a permitir.
Os chefes querem respeito, mas nem sempre querem ter de respeitar... A maioria ainda segue nos moldes ultrapassados e falidos do "faça o que eu mando e não o que eu faço ou como faço" e do "manda quem pode, obedece quem tem juízo"... É uma cultura onde o maior prejudicado é a empresa, e não os colaboradores como pensam a maioria dos empresários. Pois o funcionário pode se recolocar (ou abrir seu negócio próprio) e ter mais sucesso. Já a empresa perde em muitos aspectos: perde em qualidade de atendimento e isso custa muito, perde dinheiro em processos trabalhistas, perde a oportunidade de crescer em sua filosofia e também financeiramente; perdendo cada vez mais a admiração e respeito em seu mercado de atuação. E com a concorrência cada vez maior, perdas como estas significam muito.
Com exceção dos lavadores de dinheiro e produtores de laranjas (que não se preocupam com reputação e coisas do tipo), os demais empresários precisam rever seus conceitos e valores, a começar por se libertar da máxima de que quem está lá para aprender é somente o estagiário.
Não espere seu marido, mãe, pai, filhos, irmãos, chefes, mudarem, mude para que você possa mudar.
Torne-se uma pessoa melhor .
Trate-os do jeito que você gostaria que eles os tratassem.
Me surpreende que ainda existem chefes com comportamentos jurássicos,que faltam com a polidez no trato com os subordinados.
Me surpreendo ainda mais com as empresas que ainda toleram este tipo de chefia.
Entrar na justiça, no Brasil, p ter seus direitos é q nem procurar os chefes trafico p tirar seu filho das drogas.
Números 30
As promessas ao Senhor
1 Moisés disse aos chefes das tribos de Israel: "É isto que o Senhor ordena:
2 Quando um homem fizer um voto ao Senhor ou um juramento que o obrigar a algum compromisso, não poderá quebrar a sua palavra, mas terá que cumprir tudo o que disse.
3 "Quando uma moça que ainda vive na casa de seu pai fizer um voto ao Senhor ou obrigar-se por um compromisso
4 e seu pai souber do voto ou compromisso, mas nada lhe disser, então todos os votos e cada um dos compromissos pelos quais se obrigou serão válidos.
5 Mas, se o pai a proibir quando souber do voto, nenhum dos votos ou dos compromissos pelos quais se obrigou será válido; o Senhor a livrará porque o seu pai a proibiu.
6 "Se ela se casar depois de fazer um voto ou depois de seus lábios proferirem uma promessa precipitada pela qual obriga a si mesma
7 e o seu marido o souber, mas nada lhe disser no dia em que ficar sabendo, então os seus votos ou compromissos pelos quais ela se obrigou serão válidos.
8 Mas, se o seu marido a proibir quando o souber, anulará o voto que a obriga ou a promessa precipitada pela qual ela se obrigou, e o Senhor a livrará.
9 "Qualquer voto ou compromisso assumido por uma viúva ou por uma mulher divorciada será válido.
10 "Se uma mulher que vive com o seu marido fizer um voto ou obrigar-se por juramento a um compromisso
11 e o seu marido o souber, mas nada lhe disser e não a proibir, então todos os votos ou compromissos pelos quais ela se obrigou serão válidos.
12 Mas, se o seu marido os anular quando deles souber, então nenhum dos votos ou compromissos que saíram de seus lábios será válido. Seu marido os anulou, e o Senhor a livrará.
13 O marido poderá confirmar ou anular qualquer voto ou qualquer compromisso que a obrigue a humilhar-se.
14 Mas, se o marido nada lhe disser a respeito disso até o dia seguinte, com isso confirma todos os seus votos ou compromissos pelos quais se obrigou. Ele os confirma por nada lhe dizer quando os ouviu.
15 Se, contudo, ele os anular algum tempo depois de ouvi-los, ele sofrerá as consequências de sua iniquidade".
16 São essas as ordenanças que o Senhor deu a Moisés a respeito do relacionamento entre um homem e sua mulher, e entre um pai e sua filha moça que ainda vive na casa do pai.
Números 36
A herança das filhas de Zelofeade
1 Os chefes de família do clã de Gileade, filho de Maquir, neto de Manassés, que pertenciam aos clãs dos descendentes de José, foram falar com Moisés e com os líderes, os chefes das famílias israelitas.
2 E disseram: "Quando o Senhor ordenou ao meu senhor que, por sorteio, desse a terra como herança aos israelitas, ordenou que vocês dessem a herança de nosso irmão Zelofeade às suas filhas.
3 Agora, suponham que elas se casem com homens de outras tribos israelitas; nesse caso a herança delas será tirada da herança dos nossos antepassados e acrescentada à herança da tribo com a qual se unirem pelo casamento.
4 Quando chegar o ano do Jubileu para os israelitas, a herança delas será acrescentada à da tribo com a qual se unirem pelo casamento, e a propriedade delas será tirada da herança da tribo de nossos antepassados".
5 Então, instruído pelo Senhor, Moisés deu esta ordem aos israelitas: "A tribo dos descendentes de José tem razão.
6 É isto que o Senhor ordena quanto às filhas de Zelofeade: Elas poderão casar-se com quem lhes agradar, contanto que se casem dentro do clã da tribo de seu pai.
7 Nenhuma herança em Israel poderá passar de uma tribo para outra, pois todos os israelitas manterão as terras das tribos que herdaram de seus antepassados.
8 Toda filha que herdar terras em qualquer tribo israelita se casará com alguém do clã da tribo de seu pai, para que cada israelita possua a herança dos seus antepassados.
9 Nenhuma herança poderá passar de uma tribo para outra, pois cada tribo israelita deverá manter as terras que herdou".
10 As filhas de Zelofeade fizeram conforme o Senhor havia ordenado a Moisés.
11 As filhas de Zelofeade, Maalá, Tirza, Hogla, Milca e Noa, casaram-se com seus primos paternos,
12 dentro dos clãs dos descendentes de Manassés, filho de José, e a herança delas permaneceu no clã e na tribo de seu pai.
13 São esses os mandamentos e as ordenanças que o Senhor deu aos israelitas por intermédio de Moisés nas campinas de Moabe, junto ao Jordão, frente a Jericó.
1 Crônicas 27
As divisões do exército
1 Esta é a lista dos israelitas, chefes de famílias, comandantes de mil e comandantes de cem, oficiais que serviam o rei na supervisão das divisões do exército que estavam de serviço mês a mês, durante o ano. Cada divisão era constituída por 24.000 homens.
2 Encarregado da primeira divisão de 24.000 homens, para o primeiro mês, estava Jasobeão, filho de Zabdiel.
3 Ele era descendente de Perez e chefe de todos os oficiais do exército para o primeiro mês.
4 Encarregado da divisão para o segundo mês estava Dodai, descendente de Aoí; Miclote era o líder da sua divisão, que contava 24.000 homens.
5 O terceiro comandante do exército, para o terceiro mês, foi Benaia, filho do sacerdote Joiada. Ele era chefe da sua divisão de 24.000 homens.
6 Esse Benaia foi guerreiro, chefe do batalhão dos Trinta. Seu filho Amizabade estava encarregado da sua divisão.
7 O quarto, para o quarto mês, foi Asael, irmão de Joabe; seu filho Zebadias foi o seu sucessor. Havia 24.000 homens em sua divisão.
8 O quinto, para o quinto mês, foi o comandante Samute, o izraíta. Havia 24.000 homens em sua divisão.
9 O sexto, para o sexto mês, foi Ira, filho de Iques, de Tecoa. Havia 24.000 homens em sua divisão.
10 O sétimo, para o sétimo mês, foi Helez, de Pelom, descendente de Efraim. Havia 24.000 homens em sua divisão.
11 O oitavo, para o oitavo mês, foi Sibecai, de Husate, da família de Zerá. Havia 24.000 homens em sua divisão.
12 O nono, para o nono mês, foi Abiezer, de Anatote, da tribo de Benjamim. Havia 24.000 homens em sua divisão.
13 O décimo, para o décimo mês, foi Maarai, de Netofate, da família de Zerá. Havia 24.000 homens em sua divisão.
14 O décimo primeiro, para o décimo primeiro mês, foi Benaia, de Piratom, descendente de Efraim. Havia 24.000 homens em sua divisão.
15 O décimo segundo, para o décimo segundo mês, foi Heldai, de Netofate, da família de Otoniel. Havia 24.000 homens em sua divisão.
Os oficiais das tribos
16 Estes foram os líderes das tribos de Israel: de Rúben: Eliézer, filho de Zicri;
de Simeão: Sefatias, filho de Maaca;
17 de Levi: Hasabias, filho de Quemuel; de Arão: Zadoque;
18 de Judá: Eliú, irmão de Davi; de Issacar: Onri, filho de Micael;
19 de Zebulom: Ismaías, filho de Obadias; de Naftali: Jeremote, filho de Azriel;
20 dos descendentes de Efraim: Oseias, filho de Azazias; da metade da tribo de Manassés: Joel, filho de Pedaías;
21 da outra metade da tribo de Manassés, em Gileade: Ido, filho de Zacarias; de Benjamim: Jaasiel, filho de Abner;
22 de Dã: Azareel, filho de Jeroão. Foram esses os líderes das tribos de Israel.
23 Davi não contou os homens com menos de vinte anos, pois o Senhor havia prometido tornar Israel tão numeroso quanto as estrelas do céu.
24 Joabe, filho de Zeruia, começou a contar os homens, mas não pôde terminar. A ira divina caiu sobre Israel por causa desse recenseamento, e o resultado não entrou nos registros históricos do rei Davi.
Os administradores do rei
25 Azmavete, filho de Adiel, estava encarregado dos tesouros do palácio.
Jônatas, filho de Uzias, estava encarregado dos depósitos do rei nos distritos distantes, nas cidades, nos povoados e nas torres de sentinela.
26 Ezri, filho de Quelube, estava encarregado dos trabalhadores rurais, que cultivavam a terra.
27 Simei, de Ramá, estava encarregado das vinhas.
Zabdi, de Sifá, estava encarregado do vinho que era armazenado em tonéis.
28 Baal-Hanã, de Gederá, estava encarregado das oliveiras e das figueiras bravas, na Sefelá. Joás estava encarregado do fornecimento de azeite.
29 Sitrai, de Sarom, estava encarregado dos rebanhos que pastavam em Sarom.
Safate, filho de Adlai, estava encarregado dos rebanhos nos vales.
30 O ismaelita Obil estava encarregado dos camelos. Jedias, de Meronote, estava encarregado dos jumentos.
31 O hagareno Jaziz estava encarregado das ovelhas. Todos esses eram encarregados de cuidar dos bens do rei Davi.
32 Jônatas, tio de Davi, era conselheiro, homem sábio e também escriba. Jeiel, filho de Hacmoni, cuidava dos filhos do rei.
33 Aitofel era conselheiro do rei.
34 Husai, o arquita, era amigo do rei.
Aitofel foi sucedido por Joiada, filho de Benaia, e por Abiatar. Joabe era o comandante do exército real.
